Comissão de Valores Mobiliários autoriza mercado de previsões no Brasil

A bolsa de valores B3 estuda abrir mercados preditivos ainda no primeiro semestre deste ano.


A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) concedeu a autorização para que a bolsa de valores B3 possa abrir mercados de previsões no Brasil. Nessa modalidade, é possível fazer apostas sobre prognósticos de eventos futuros. O anúncio foi feito no dia 18 deste mês.

Diferente das apostas de quota fixa, que possuem odds e premiações previamente estabelecidas pelas operadoras, o mercado preditivo consiste em negociações de contratos que se baseiam em eventos futuros. Pode-se tentar o prognóstico de eventos como eleições, subida ou queda de ações de uma empresa, valorização ou não de criptomoedas e até ganhadores de competições esportivas. São sempre apenas duas opções em cada mercado.

Veja também: Número de apostadores no Brasil dobra e chega a 3,7 milhões em 2025


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De acordo com uma reportagem publicada pelo Valor, inicialmente, só será permitido que façam apostas os investidores com patrimônio superior a R$ 10 milhões (US$ 1,9 milhão) em aplicações financeiras.

A B3 pretende abrir os primeiros mercados preditivos ainda no primeiro semestre de 2026. Os investidores poderão apostar no valorização do dólar, Ibovespa e bitcoin. Na prática, os apostadores só podem escolher entre as opções de “sim” ou “não” para esses cenários.

“Cada vez mais o mundo de derivativos está se aproximando dessa fronteira do mercado preditivo”, afirmou ao Valor, Gilson Finkelsztain, presidente da B3.

“Há um público buscando essa simplicidade. Se trata de uma porta de entrada, para depois evoluir nos investimentos. Esse é um dos grandes valores do produto”, afirma Luiz Masagão, vice-presidente de produtos e clientes da B3.

Ainda não muito popular no Brasil, o mercado de previsões é mais forte nos exterior, sobretudo nos Estados Unidos, com a liderança do setor sendo das plataformas Polymarket e Kalshi, esta última foi cocriada pela brasileira Luana Lopes Lara. A empresa Eilers & Krejcik estima que esse campo econômico pode alcançar um volume anual de US$ 1 trilhão (R$ 5,18 trilhões) mundialmente.

O mercado preditivo deve operar no Brasil ainda sem uma regulamentação própria. As empresas devem atuar em uma área judicial que transita entre derivativos financeiros e apostas.

A bolsa de valores B3 estuda abrir mercados preditivos ainda no primeiro semestre deste ano.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) concedeu a autorização para que a bolsa de valores B3 possa abrir mercados de previsões no Brasil. Nessa modalidade, é possível fazer apostas sobre prognósticos de eventos futuros. O anúncio foi feito no dia 18 deste mês.

Diferente das apostas de quota fixa, que possuem odds e premiações previamente estabelecidas pelas operadoras, o mercado preditivo consiste em negociações de contratos que se baseiam em eventos futuros. Pode-se tentar o prognóstico de eventos como eleições, subida ou queda de ações de uma empresa, valorização ou não de criptomoedas e até ganhadores de competições esportivas. São sempre apenas duas opções em cada mercado.

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De acordo com uma reportagem publicada pelo Valor, inicialmente, só será permitido que façam apostas os investidores com patrimônio superior a R$ 10 milhões (US$ 1,9 milhão) em aplicações financeiras.

A B3 pretende abrir os primeiros mercados preditivos ainda no primeiro semestre de 2026. Os investidores poderão apostar no valorização do dólar, Ibovespa e bitcoin. Na prática, os apostadores só podem escolher entre as opções de “sim” ou “não” para esses cenários.

“Cada vez mais o mundo de derivativos está se aproximando dessa fronteira do mercado preditivo”, afirmou ao Valor, Gilson Finkelsztain, presidente da B3.

“Há um público buscando essa simplicidade. Se trata de uma porta de entrada, para depois evoluir nos investimentos. Esse é um dos grandes valores do produto”, afirma Luiz Masagão, vice-presidente de produtos e clientes da B3.

Ainda não muito popular no Brasil, o mercado de previsões é mais forte nos exterior, sobretudo nos Estados Unidos, com a liderança do setor sendo das plataformas Polymarket e Kalshi, esta última foi cocriada pela brasileira Luana Lopes Lara. A empresa Eilers & Krejcik estima que esse campo econômico pode alcançar um volume anual de US$ 1 trilhão (R$ 5,18 trilhões) mundialmente.

O mercado preditivo deve operar no Brasil ainda sem uma regulamentação própria. As empresas devem atuar em uma área judicial que transita entre derivativos financeiros e apostas.

  


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