A entidade também sugeriu que membros dos clubes filiados façam o mesmo.
São Paulo.- A Federação Paulista de Futebol (FPF) vai passar a exigir que os árbitros se cadastrem na Plataforma Centralizada de Autoexclusão do governo federal. Os juízes, bandeirinhas e árbitros assistentes de vídeo terão de cadastrar os respectivos CPFs na plataforma do Ministério da Fazenda, que está em funcionamento desde dezembro.
A ferramenta impede que as pessoas cadastradas possam criar contas em plataformas de apostas. A medida visa reforçar a integridade do esporte em território paulista. A determinação da FPF faz parte do novo Regulamento Geral de Arbitragem da entidade.
Veja também: Mais de 217 mil brasileiros pedem autoexclusão de sites de apostas online em 40 dias
De acordo com o ge, além da preocupação com os árbitros, a Federação enviou a recomendação de cadastro na plataforma a dirigentes dos clubes e funcionários da FPF. Para esses outros profissionais, trata-se apenas de uma sugestão.
A iniciativa da entidade paulista segue uma medida semelhante adotada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que determinou que os principais árbitros do seu quadro cadastrassem o CPF na plataforma de autoexclusão.
O envolvimento de árbitros, atletas e qualquer outra pessoa que trabalham diretamente com eventos esportivos já é proibido pela legislação das apostas de quota fixa no país. A manipulação de resultados pode render pesadas punições, que podem chegar até banimento do esporte.
A entidade também sugeriu que membros dos clubes filiados façam o mesmo.
São Paulo.- A Federação Paulista de Futebol (FPF) vai passar a exigir que os árbitros se cadastrem na Plataforma Centralizada de Autoexclusão do governo federal. Os juízes, bandeirinhas e árbitros assistentes de vídeo terão de cadastrar os respectivos CPFs na plataforma do Ministério da Fazenda, que está em funcionamento desde dezembro.
A ferramenta impede que as pessoas cadastradas possam criar contas em plataformas de apostas. A medida visa reforçar a integridade do esporte em território paulista. A determinação da FPF faz parte do novo Regulamento Geral de Arbitragem da entidade.
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De acordo com o ge, além da preocupação com os árbitros, a Federação enviou a recomendação de cadastro na plataforma a dirigentes dos clubes e funcionários da FPF. Para esses outros profissionais, trata-se apenas de uma sugestão.
A iniciativa da entidade paulista segue uma medida semelhante adotada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que determinou que os principais árbitros do seu quadro cadastrassem o CPF na plataforma de autoexclusão.
O envolvimento de árbitros, atletas e qualquer outra pessoa que trabalham diretamente com eventos esportivos já é proibido pela legislação das apostas de quota fixa no país. A manipulação de resultados pode render pesadas punições, que podem chegar até banimento do esporte.
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