Empresa que opera essas máquinas de jogos tem planos para chegar a 5 mil equipamentos ainda este ano.
Paraná.- Enquanto outros estados ainda estão com debates sobre a liberação ou não de máquinas físicas de jogos de azar, como é caso do Rio de Janeiro, o Paraná já licenciou 2.500 terminais de vídeo loteria (VLTs).
De acordo com o que foi publicado pelo O Globo, o governo do Paraná já arrecadou mais de R$ 60 milhões (US$ 11 mi) com as outorgas dos VLTs. As máquinas de vídeo loteria estão distribuídas em pontos próprios e também em outros estabelecimentos, como bares, restaurantes e shoppings.
A Apostou, companhia de jogos online que possui a licença da Lottopar para explorar os VLTs, tem unidades em diversas cidades, sendo cinco estabelecimentos só na capital Curitiba.
De acordo com a reportagem, a única forma de pagamento aceita nos terminais é o Pix. O valor mínimo de aposta é de R$ 0,25 (US$ 0,05) e o máximo é R$ 50 (US$ 9,22). Entretanto, os equipamentos não têm limite de tempo de jogo e nem teto de gastos.

Os equipamentos de jogos têm duas modalidades principais, games de bingos e de slots. Segundo a Lottopar, a principal diferença dos VLTs para máquinas caça-níqueis ilegais é que por serem terminais regularizados, eles foram auditados por laboratórios internacionais e possuem ferramentas que garantem transparência. As máquinas clandestinas, por sua vez, costumam ser manipuladas e não possuem qualquer garantia para os jogadores.
Veja também: VLTs e caça-níqueis: Lottopar esclarece quais são as diferenças
“Há, entretanto, restrições legais: é vedada a comercialização em farmácias e, conforme regulamentação da Lottopar, é proibida a oferta de jogos em um raio de 100 metros de estabelecimentos de ensino. Os concessionários não devem permitir acessos às máquinas por menores de 18 anos. A plataforma de gestão e meios de pagamento da Lottopar bloqueia Pix realizado por menores”, disse a Loteria do Paraná em nota enviada a O Globo.
“A Lottopar age para que as pessoas vejam as apostas como entretenimento seguro, migrando-as do mercado ilegal para um ambiente regulamentado e fiscalizado”, complementa a nota.
80 lojas físicas de vídeo loteria: Apostou anuncia plano de expansão no Paraná
No mês de abril, a Apostou anunciou um plano de abrir 80 lojas físicas com terminais de vídeo loteria no Paraná até o fim de 2025. O estado foi o primeiro do país a operar esse modelo de loterias regulamentadas. As lojas estão distribuídas na região metropolitana e em cidades como Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, Foz do Iguaçu, entre outros municípios do estado.
O plano de expansão inclui a implementação de até 5 mil VLTs, todos licenciados, auditados e fiscalizados e operados exclusivamente pela Apostou. As máquinas utilizam tecnologia avançada e seguem as normas do Decreto Federal nº 9.327/2018, com certificação internacional GLI-14, que garante a integridade dos sistemas.
Segundo a Lottopar, as máquinas passam por testes rigorosos antes de serem disponibilizadas ao público, garantindo maior controle e transparência na operação.
Parte da arrecadação gerada pelos terminais será revertida para o poder público, com aplicação em áreas essenciais como saúde, educação e segurança. A medida busca garantir que os recursos obtidos a partir da exploração da loteria tenham impacto direto em políticas públicas, integrando a operação a um modelo de retorno social.
Empresa que opera essas máquinas de jogos tem planos para chegar a 5 mil equipamentos ainda este ano.
Paraná.- Enquanto outros estados ainda estão com debates sobre a liberação ou não de máquinas físicas de jogos de azar, como é caso do Rio de Janeiro, o Paraná já licenciou 2.500 terminais de vídeo loteria (VLTs).
De acordo com o que foi publicado pelo O Globo, o governo do Paraná já arrecadou mais de R$ 60 milhões (US$ 11 mi) com as outorgas dos VLTs. As máquinas de vídeo loteria estão distribuídas em pontos próprios e também em outros estabelecimentos, como bares, restaurantes e shoppings.
A Apostou, companhia de jogos online que possui a licença da Lottopar para explorar os VLTs, tem unidades em diversas cidades, sendo cinco estabelecimentos só na capital Curitiba.
De acordo com a reportagem, a única forma de pagamento aceita nos terminais é o Pix. O valor mínimo de aposta é de R$ 0,25 (US$ 0,05) e o máximo é R$ 50 (US$ 9,22). Entretanto, os equipamentos não têm limite de tempo de jogo e nem teto de gastos.

Os equipamentos de jogos têm duas modalidades principais, games de bingos e de slots. Segundo a Lottopar, a principal diferença dos VLTs para máquinas caça-níqueis ilegais é que por serem terminais regularizados, eles foram auditados por laboratórios internacionais e possuem ferramentas que garantem transparência. As máquinas clandestinas, por sua vez, costumam ser manipuladas e não possuem qualquer garantia para os jogadores.
Veja também: VLTs e caça-níqueis: Lottopar esclarece quais são as diferenças
“Há, entretanto, restrições legais: é vedada a comercialização em farmácias e, conforme regulamentação da Lottopar, é proibida a oferta de jogos em um raio de 100 metros de estabelecimentos de ensino. Os concessionários não devem permitir acessos às máquinas por menores de 18 anos. A plataforma de gestão e meios de pagamento da Lottopar bloqueia Pix realizado por menores”, disse a Loteria do Paraná em nota enviada a O Globo.
“A Lottopar age para que as pessoas vejam as apostas como entretenimento seguro, migrando-as do mercado ilegal para um ambiente regulamentado e fiscalizado”, complementa a nota.
80 lojas físicas de vídeo loteria: Apostou anuncia plano de expansão no Paraná
No mês de abril, a Apostou anunciou um plano de abrir 80 lojas físicas com terminais de vídeo loteria no Paraná até o fim de 2025. O estado foi o primeiro do país a operar esse modelo de loterias regulamentadas. As lojas estão distribuídas na região metropolitana e em cidades como Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, Foz do Iguaçu, entre outros municípios do estado.
O plano de expansão inclui a implementação de até 5 mil VLTs, todos licenciados, auditados e fiscalizados e operados exclusivamente pela Apostou. As máquinas utilizam tecnologia avançada e seguem as normas do Decreto Federal nº 9.327/2018, com certificação internacional GLI-14, que garante a integridade dos sistemas.
Segundo a Lottopar, as máquinas passam por testes rigorosos antes de serem disponibilizadas ao público, garantindo maior controle e transparência na operação.
Parte da arrecadação gerada pelos terminais será revertida para o poder público, com aplicação em áreas essenciais como saúde, educação e segurança. A medida busca garantir que os recursos obtidos a partir da exploração da loteria tenham impacto direto em políticas públicas, integrando a operação a um modelo de retorno social.
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