“A demanda e a procura existem”: Regis Dudena fala sobre o crescente número de bets no Brasil

Secretário explicou que novas empresas ainda podem solicitar licenças para operar no Brasil.


O Brasil já tem mais de 170 plataformas de apostas esportivas e jogos de cassino online em operação sob permissão da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda. Esse número tende a crescer, segundo a visão do secretário da pasta Regis Dudena, já que ainda há uma grande quantidade de empresas interessadas em investir na operação desse setor no país.

Dudena concedeu entrevista ao UOL e avaliou o elevado número de companhias de iGaming atuando no território nacional. “Acho que é um número bastante alto, que mostra por um lado que o mercado existe, a demanda existe, a procura existe, então o lado da oferta também se apresentou. São empresas que cumpriram as exigências, que pagaram outorga, que estão dispostas a cumprir as regras, agora o nosso papel é garantir que de fato elas cumprem”, afirmou Regis.

Entretanto, o número de empresas autorizadas poderia ser bem maior, já que apenas metade das companhias que entraram com a solicitação para a certificação conseguiram a licença. “Na regulação, na hora que a gente escolheu os critérios, a gente se preocupou menos de se ia ter muito ou pouca procura. A gente se preocupou mais em garantir proteção ao apostador e garantir proteção econômica“, explicou o secretário da SPA.


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“Pessoalmente, eu tinha um número menor de solicitações de licença, achava que a gente tinha subido o sarrafo a tal ponto que afastaria mais empresas de cumprir as exigências que nós impusemos. Então, em geral, eu acho que nós tivemos um número bastante grande, se a gente pensar em países bem estabelecidos, o número de apostas, o número de casas de apostas é bem mais reduzido”, disse Dudena.

Segundo o secretário a tendência é que aconteça uma consolidação dessas empresas e o número menor de plataformas siga no mercado. “Eu acho que, principalmente se a gente pensar que cada marca, cada autorização dá direito a três marcas, e nós temos hoje muitas empresas atuando com uma única marca, eu acho possível com o tempo haver uma consolidação, mas isso enfim, o tempo vai dizer”, disse Dudena ao UOL.

O representante da SPA também comentou sobre a possibilidade de novas empresas solicitarem licenças. “A área de autorização segue vigente, a lei determina e a nossa portaria assim reconhece. O processo de autorização é um processo contínuo. Então, nós temos, a qualquer momento, as empresas podem pedir. Nós já passamos de 300 pedidos de autorização. E a gente continua, a nossa área de autorização continua olhando esses pedidos que chegam”, explicou Regis.

Entretanto, o secretário da SPA explica que boa parte dos pedidos de licença mais recentes não está cumprindo as exigências. “A verdade é que muitos dos pedidos que vieram na segunda leva, terceira leva, são pedidos muito deficientes. Então, a nossa expectativa hoje ajustada é de que a grande maioria dessas empresas que vieram depois, digamos assim, depois de agosto do ano passado, resulte em um número muito menor proporcionalmente de autorizações. Isso acho que já dá para cravar. E aí, em paralelo, a gente passa a ter um cenário que se bifurca do nosso lado aqui, que é monitorar o mercado autorizado, regulado”, finaliza Dudena.

Veja também: Como o Ministério da Fazenda apresentou o processo de regulação das apostas no SBC Rio 2025

Secretário explicou que novas empresas ainda podem solicitar licenças para operar no Brasil.

O Brasil já tem mais de 170 plataformas de apostas esportivas e jogos de cassino online em operação sob permissão da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda. Esse número tende a crescer, segundo a visão do secretário da pasta Regis Dudena, já que ainda há uma grande quantidade de empresas interessadas em investir na operação desse setor no país.

Dudena concedeu entrevista ao UOL e avaliou o elevado número de companhias de iGaming atuando no território nacional. “Acho que é um número bastante alto, que mostra por um lado que o mercado existe, a demanda existe, a procura existe, então o lado da oferta também se apresentou. São empresas que cumpriram as exigências, que pagaram outorga, que estão dispostas a cumprir as regras, agora o nosso papel é garantir que de fato elas cumprem”, afirmou Regis.

Entretanto, o número de empresas autorizadas poderia ser bem maior, já que apenas metade das companhias que entraram com a solicitação para a certificação conseguiram a licença. “Na regulação, na hora que a gente escolheu os critérios, a gente se preocupou menos de se ia ter muito ou pouca procura. A gente se preocupou mais em garantir proteção ao apostador e garantir proteção econômica“, explicou o secretário da SPA.

“Pessoalmente, eu tinha um número menor de solicitações de licença, achava que a gente tinha subido o sarrafo a tal ponto que afastaria mais empresas de cumprir as exigências que nós impusemos. Então, em geral, eu acho que nós tivemos um número bastante grande, se a gente pensar em países bem estabelecidos, o número de apostas, o número de casas de apostas é bem mais reduzido”, disse Dudena.

Segundo o secretário a tendência é que aconteça uma consolidação dessas empresas e o número menor de plataformas siga no mercado. “Eu acho que, principalmente se a gente pensar que cada marca, cada autorização dá direito a três marcas, e nós temos hoje muitas empresas atuando com uma única marca, eu acho possível com o tempo haver uma consolidação, mas isso enfim, o tempo vai dizer”, disse Dudena ao UOL.

O representante da SPA também comentou sobre a possibilidade de novas empresas solicitarem licenças. “A área de autorização segue vigente, a lei determina e a nossa portaria assim reconhece. O processo de autorização é um processo contínuo. Então, nós temos, a qualquer momento, as empresas podem pedir. Nós já passamos de 300 pedidos de autorização. E a gente continua, a nossa área de autorização continua olhando esses pedidos que chegam”, explicou Regis.

Entretanto, o secretário da SPA explica que boa parte dos pedidos de licença mais recentes não está cumprindo as exigências. “A verdade é que muitos dos pedidos que vieram na segunda leva, terceira leva, são pedidos muito deficientes. Então, a nossa expectativa hoje ajustada é de que a grande maioria dessas empresas que vieram depois, digamos assim, depois de agosto do ano passado, resulte em um número muito menor proporcionalmente de autorizações. Isso acho que já dá para cravar. E aí, em paralelo, a gente passa a ter um cenário que se bifurca do nosso lado aqui, que é monitorar o mercado autorizado, regulado”, finaliza Dudena.

Veja também: Como o Ministério da Fazenda apresentou o processo de regulação das apostas no SBC Rio 2025

  


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