“A xepa do BBB”; Bastidores no Santos ‘fervem’ e Falcão tem 1ª treta para resolver

O coordenador de futebol do Peixe bateu de frente com o problema no CT Rei Pelé

Paulo Roberto Falcão tem recebido total confiança do presidente do Santos, Andrés Rueda. O coordenador de futebol anunciado pelo Peixe nesta temporada bateu de frente com o primeiro problemão que a diretoria vai ter que resolver com a nova estrutura no departamento de futebol, mudada pelo mandatário do ano passado para o atual. 


Os bastidores do CT Rei Pelé estão fervendo com a nova postura do Alvinegro Praiano em relação a alimentação e o dia a dia dos funcionários no centro de treinamento. O UOL Esporte ouviu algumas pessoas nos bastidores do SFC e conseguiu constatar qual vem sendo a reação de quem trabalha no Peixão. 



Antes, o Santos tinha um café da manhã arregado de frutas até laticínios, por exemplo. Com a mudança, o lanche passou a ser pão com manteiga. Teve quem não gostou da forma de ser tratado: “Um deles chegou a dizer em voz alta que não comeria mais no clube, pois não se sentia bem-vindo ali”, destaca o UOL Esporte. 

Foto: Fernanda Luz/AGIF – Santos

“Já outro grupo fez piada e disse que o Santos virou “a xepa do BBB”, referência ao nome dado aos participantes que são excluídos do grupo VIP do programa global Big Brother Brasil e, consequentemente, passam por mais dificuldades para se alimentar, com restrição de comida”, acrescentou a publicação assinada pelo jornalista Diego Garcia. 

Santos corta refeições dos funcionários, gera crise interna, e elenco pede reunião com a diretoria.

Clube restringiu o café da manhã dos funcionários, que agora comem só pão, leite e manteiga.

Atletas têm direito também a ovos, frutas, suco e mais nutrientes.

�� @UOL
�� Santos pic.twitter.com/iBXAvwJrlK

— Planeta do Futebol �� (@futebol_info)
January 17, 2023



A gerência administrativa, comandada por Vicente Salvador, é a área responsável por esses e outros cortes que estão sendo feitos no Alvinegro. O almoço é um caso que passou a ser cobrado; apenas os jogadores podem fazer a refeição sem pagar – o custo é de R$ 20. Se almoçar o mês todo no CT, um funcionário pode ter que desembolsar cerca de R$ 500. 

O coordenador de futebol do Peixe bateu de frente com o problema no CT Rei Pelé Paulo Roberto Falcão tem recebido total confiança do presidente do Santos, Andrés Rueda. O coordenador de futebol anunciado pelo Peixe nesta temporada bateu de frente com o primeiro problemão que a diretoria vai ter que resolver com a nova estrutura no departamento de futebol, mudada pelo mandatário do ano passado para o atual. 
Os bastidores do CT Rei Pelé estão fervendo com a nova postura do Alvinegro Praiano em relação a alimentação e o dia a dia dos funcionários no centro de treinamento. O UOL Esporte ouviu algumas pessoas nos bastidores do SFC e conseguiu constatar qual vem sendo a reação de quem trabalha no Peixão. 

 

Antes, o Santos tinha um café da manhã arregado de frutas até laticínios, por exemplo. Com a mudança, o lanche passou a ser pão com manteiga. Teve quem não gostou da forma de ser tratado: “Um deles chegou a dizer em voz alta que não comeria mais no clube, pois não se sentia bem-vindo ali”, destaca o UOL Esporte. 

Foto: Fernanda Luz/AGIF – Santos

“Já outro grupo fez piada e disse que o Santos virou “a xepa do BBB”, referência ao nome dado aos participantes que são excluídos do grupo VIP do programa global Big Brother Brasil e, consequentemente, passam por mais dificuldades para se alimentar, com restrição de comida”, acrescentou a publicação assinada pelo jornalista Diego Garcia. 

Santos corta refeições dos funcionários, gera crise interna, e elenco pede reunião com a diretoria. Clube restringiu o café da manhã dos funcionários, que agora comem só pão, leite e manteiga. Atletas têm direito também a ovos, frutas, suco e mais nutrientes. �� @UOL �� Santos pic.twitter.com/iBXAvwJrlK — Planeta do Futebol �� (@futebol_info)
January 17, 2023

A gerência administrativa, comandada por Vicente Salvador, é a área responsável por esses e outros cortes que estão sendo feitos no Alvinegro. O almoço é um caso que passou a ser cobrado; apenas os jogadores podem fazer a refeição sem pagar – o custo é de R$ 20. Se almoçar o mês todo no CT, um funcionário pode ter que desembolsar cerca de R$ 500.   


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