A22 Sports, organizadora da Superliga Europeia, enfrenta futuro incerto após perdas de € 5,5 milhões

Considerada uma das propostas mais polêmicas do futebol mundial em tempos recentes, a Superliga Europeia enfrenta um futuro incerto.

Ao mesmo tempo em que a Federação Internacional de Futebol (Fifa), principal opositora da ideia encabeçada pelos maiores clubes europeus, lançou sua própria competição de elite – a Copa do Mundo de Clubes, que caiu nas graças dos torcedores, da mídia e das marcas -, a A22 Sports, que assessora Real Madrid e Barcelona na tentativa de criação do torneio separatista no Velho Continente, divulgou um prejuízo de € 5,5 milhões, referente a 2024.


No ano anterior, as perdas da empresa espanhola haviam sido de € 200 mil. As receitas da A22 caíram de € 3,3 milhões, em 2023, para cerca de € 720 mil, em 2024, enquanto seus custos operacionais praticamente dobraram, alcançando € 6 milhões.

Pelas leis que regulam as sociedades empresariais na Espanha, a A22 estaria na condição de “falência técnica”, que é quando o passivo de uma companhia excede seus passivos, tornando seu patrimônio líquido negativo, ainda que ela possua liquidez para honrar os compromissos de curto prazo.

A legislação do país não prevê, no entanto, que esse processo de insolvência tenha início automaticamente, embora a situação seja considerada um sinal de alerta.


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Atualmente, a A22 Sports tem como principais clientes Barcelona e Real Madrid, únicos clubes que ainda seguem firmes no projeto da Superliga.

A causa do prejuízo

O prejuízo da empresa está relacionado ao aumento nos pagamentos externos feitos por ela no ano passado, em um total de € 2,8 milhões.

Esses gastos são parte dos esforços da A22 para desenvolver uma plataforma de streaming que ficaria responsável por transmitir os jogos da Superliga Europeia.

A empresa decidiu apostar nesse investimento após conseguir derrotar a União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) em processo movido no Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE).

A corte considerou que as ameaças de punição feitas pela entidade máxima do futebol europeu aos clubes que articulavam a criação da Superliga feriam o direito à livre concorrência, sendo portanto ilegais.

Com base nessa sentença, a A22 Sports protocolou, em março do ano passado, pedido de registro da competição separatista junto ao Escritório de Marcas e Patentes da Espanha. A intenção era de que a Superliga pudesse reunir 64 clubes, distribuídos em três divisões.

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Empresa assessora Real Madrid e Barcelona, na tentativa de criar uma competição separatista reunindo os principais clubes da Europa
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