Desde outubro de 2024, já somam mais de 18 mil sites irregulares derrubados no Brasil.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atualizou a lista de plataformas de apostas esportivas retiradas do ar. Desde outubro de 2024, já somam mais de 18 mil sites irregulares derrubados no Brasil. Segundo a instituição, a maior parte dessas páginas, cerca de 15 mil, foi retirada até junho de 2025. Essas informações foram obtidas originalmente pelo site Metrópoles.
Para agilizar a identificação das plataformas ilegais, a Anatel firmou um acordo com a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda. A cooperação técnica (ACT) entre as entidades foi assinada em 9 de outubro de 2024.
Veja também: Publicidade das bets: SPA e Conar firmam acordo para fortalecer fiscalização no setor
O processo de bloqueia de bets ilegais começa com a SPA localizando as plataformas irregulares e repassando os dados para a Anatel. A Agência, então, solicita o bloqueio do URL a operadoras de Internet. Porém, apenas a derrubada de endereços eletrônicos não é suficiente por conta da facilidade de se criar uma nova página após a anterior ser retirada do ar.
Governo prepara sistema unificado de autoexclusão para apostadores
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Fazenda, está criando uma ferramenta que vai permitir que os jogadores cadastrados em sites de apostas possam excluir de uma só vez todas as suas contas.
Segundo publicação do O Globo, o projeto do sistema é liderado pelo Ministério da Fazenda em parceria com os ministérios da Saúde, Esporte e a Secretaria de Comunicação. A ação faz parte de um grupo de trabalho voltado a reduzir os impactos das apostas online na saúde da população.
Vale destacar que as casas de apostas regularizadas no Brasil já disponibilizam a ferramenta de autoexclusão. Mas, segundo o governo, a ideia é que o novo sistema possa unificar essa opção, possibilitando que os usuários bloqueiem todas as suas contas simultaneamente e deixem de receber publicidades do setor.
Outra ação planejada visa que o Ministério da Saúde invista na capacitação dos profissionais do Sistema único de Saúde (SUS) para poderem efetuar um atendimento especializado a pessoas com vício em apostas, a chamada ludopatia.
Existe também por parte do Ministério do Esporte, um estudo de ações educativas voltadas aos atletas, com abordagens direcionadas ao tema da manipulação de resultados e a gestão de apostas durante a carreira esportiva.
Segundo a Secretaria de Apostas e Prêmios, 17,7 milhões de brasileiros utilizaram plataformas de apostas autorizadas no primeiro semestre de 2025.
Desde outubro de 2024, já somam mais de 18 mil sites irregulares derrubados no Brasil.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atualizou a lista de plataformas de apostas esportivas retiradas do ar. Desde outubro de 2024, já somam mais de 18 mil sites irregulares derrubados no Brasil. Segundo a instituição, a maior parte dessas páginas, cerca de 15 mil, foi retirada até junho de 2025. Essas informações foram obtidas originalmente pelo site Metrópoles.
Para agilizar a identificação das plataformas ilegais, a Anatel firmou um acordo com a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda. A cooperação técnica (ACT) entre as entidades foi assinada em 9 de outubro de 2024.
Veja também: Publicidade das bets: SPA e Conar firmam acordo para fortalecer fiscalização no setor
O processo de bloqueia de bets ilegais começa com a SPA localizando as plataformas irregulares e repassando os dados para a Anatel. A Agência, então, solicita o bloqueio do URL a operadoras de Internet. Porém, apenas a derrubada de endereços eletrônicos não é suficiente por conta da facilidade de se criar uma nova página após a anterior ser retirada do ar.
Governo prepara sistema unificado de autoexclusão para apostadores
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Fazenda, está criando uma ferramenta que vai permitir que os jogadores cadastrados em sites de apostas possam excluir de uma só vez todas as suas contas.
Segundo publicação do O Globo, o projeto do sistema é liderado pelo Ministério da Fazenda em parceria com os ministérios da Saúde, Esporte e a Secretaria de Comunicação. A ação faz parte de um grupo de trabalho voltado a reduzir os impactos das apostas online na saúde da população.
Vale destacar que as casas de apostas regularizadas no Brasil já disponibilizam a ferramenta de autoexclusão. Mas, segundo o governo, a ideia é que o novo sistema possa unificar essa opção, possibilitando que os usuários bloqueiem todas as suas contas simultaneamente e deixem de receber publicidades do setor.
Outra ação planejada visa que o Ministério da Saúde invista na capacitação dos profissionais do Sistema único de Saúde (SUS) para poderem efetuar um atendimento especializado a pessoas com vício em apostas, a chamada ludopatia.
Existe também por parte do Ministério do Esporte, um estudo de ações educativas voltadas aos atletas, com abordagens direcionadas ao tema da manipulação de resultados e a gestão de apostas durante a carreira esportiva.
Segundo a Secretaria de Apostas e Prêmios, 17,7 milhões de brasileiros utilizaram plataformas de apostas autorizadas no primeiro semestre de 2025.
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