A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) formalizou, nesta semana, a adesão ao Pacto Nacional de Enfrentamento a Mercados Ilícitos. A assinatura ocorreu durante reunião realizada na sede do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em Brasília.
Essa iniciativa reuniu representantes de diferentes segmentos institucionais com o objetivo de reforçar a articulação conjunta no combate a organizações criminosas. Além disso, os participantes debateram os efeitos do mercado ilegal sobre setores econômicos que operam sob regulamentação.
Como o pacto busca enfrentar o mercado ilegal no país
O encontro concentrou esforços na construção de ações coordenadas entre o poder público e segmentos regulados. Dessa forma, os participantes alinharam estratégias para conter estruturas clandestinas que impactam atividades formalizadas.
Nesse contexto, o presidente da ANJL, Plínio Lemos Jorge, destacou o papel da cooperação institucional no fortalecimento do ambiente regulado.
Plínio Lemos Jorge, presidente da ANJL, afirmou: “estamos tratando da construção de um ambiente cada vez mais seguro, transparente e sustentável para todos os envolvidos. Seguiremos trabalhando para que o crescimento do setor e do país aconteça de forma responsável, regulada e alinhada com as melhores práticas internacionais”.
Portanto, a entidade reafirma continuidade da cooperação técnica com autoridades responsáveis pela fiscalização. Ao mesmo tempo, busca contribuir para o enfraquecimento de cadeias ilícitas que atuam à margem das normas vigentes.
Atuação institucional e diretrizes da associação
A ANJL ainda informou que manterá apoio técnico às autoridades públicas na formulação de medidas contra o mercado clandestino. Assim, a associação reforça a defesa de um ambiente regulado estruturado em conformidade com parâmetros legais.
A Associação Nacional de Jogos e Loterias foi criada por um grupo de operadores de apostas esportivas com a finalidade de subsidiar governos e agências reguladoras sobre melhores práticas internacionais. Ainda, a entidade sustenta que o segmento, quando submetido a regulamentação, pode gerar bilhões de reais em tributos anualmente para o governo federal e para entes subnacionais.
Desse modo, a adesão ao pacto nacional se insere em uma estratégia institucional que prioriza a legalidade e o alinhamento com práticas reconhecidas internacionalmente. Por fim, a entidade mantém posicionamento técnico no debate sobre o fortalecimento do mercado regulado no Brasil.
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