Australian Open: Com Iga Swiatek como principal favorita, conheça outras candidatas, brasileiras e quem acompanhar na chave feminina

Saiba quais são as principais postulantes ao título do Australian Open, o primeiro Grand Slam da temporada

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A partir deste domingo (15), começa o Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada de tênis. Entre as mulheres, Iga Swiatek, a número 1 do mundo, surge como a principal favorita e nome a ser batido na chave. Confira quais seriam as principais candidatas ao título, quem vale ficar de olho e brasileiras presentes em nossa análise pré-Australian Open! 


ReadyNow



Iga, a favorita

Desde a aposentadoria de Ash Barty, o circuito da WTA tem uma nova dinastia: a de Iga Swiatek. Oito títulos, dois Grand Slam (Roland Garros e US Open), 67 vitórias e 9 derrotas nas últimas 52 semanas. Número 1 com quase 6000 mil pontos sobre a 2ª do ranking. Completa, a polonesa se mostra uma tenista agressiva, com variações e sólida mentalmente, explica Mário Sérgio da Cruz, jornalista do site Tênis Brasil, em entrevista ao Bolavip Brasil

“Ela surgiu para o tênis com uma jogadora com muitos recursos, capaz de equilibrar bem o jogo de fundo, com as curtinhas e slices, e eventualmente fazia alguns trick-shots. Naquele primeiro título de Roland Garros em 2020, era ainda um pouco assim. Quando ela trouxe o técnico Tomasz Wiktorowski para equipe, no início do ano passado, a ideia era torná-la uma jogadora mais agressiva, com mais bolas de definição e capacidade de comandar os pontos desde cedo. E isso funcionou bem. Além disso, ela é acompanhada de perto pela psicóloga Daria Abramowicz em quase toda a temporada, e sempre destaca a importância da preparação mental em sua carreira. É uma jogadora que consegue controlar muito bem as emoções”, analisa. 

Swiatek estreia contra a alemã Jule Niemeier (69ª) e tem algumas cascas de banana até as oitavas, casos da canadense Bianca Andreescu, campeã de Grand Slam, a cazaque Elena Rybakina, atual campeã de Wimbledon, além da norte-americana Danielle Collins, que superou a polonesa na semifinal do Australian Open do ano passado. 

Sabalenka ainda busca o primeiro título de Grand Slam.

Créditos: Darrian Traynor/Getty Images

Outras candidatas

A WTA costuma ser um circuito de imprevisibilidade, sobretudo em Grand Slam. No Australian Open, não há uma bicampeã desde a dobradinha da bielorrussa Victoria Azarenka, em 2012-2013. Desta vez, como Barty se retirou do circuito, a escrita irá continuar. Campeãs em Melbourne, a norte-americana Serena Williams e a japonesa Naomi Osaka, não estão na chave. Nem a romena Simona Halep, ex-número 1 e atualmente suspensa por doping. 

Entre as principais candidatas, chama a atenção a francesa Caroline Garcia (4ª do ranking), de bons resultados recentes na quadra dura, com destaque para o título do Finals. A tunisiana Ons Jabeur (2ª do ranking) vice-campeã do US Open, é outra que tem um bom arsenal de variações e não pode ser descartada. Em ascensão, a norte-americana Jessica Pegula (3ª do ranking) bateu Swiatek na United Cup e chega em alta. Caso semelhante ao da bielorrusa Aryna Sabalenka (5ª do ranking), campeã de Adelaide na semana passada. 

“A Sabalenka relaciona muito os bons resultados que teve entre o fim do ano passado e início deste ano com a melhora no saque e também com uma mudança de mentalidade, no sentido de saber lidar melhor com as derrotas e frustrações. Isso tem feito muito bem para ela. Sempre foi uma jogadora que se destacou por ter muito peso de bola, mas com oscilações nesses dois pontos. Agora, corrigiu um ponto fraco no jogo dela, e também ficou mentalmente mais estável, o que vai ajudar muito nos momentos decisivos”, destaca Cruz.

A big win for Daria Kasatkina as she beats the in-form Petra Kvitova 6-3, 7-6 to reach the Adelaide International 2 semifinals!

Solid performance and her serve looked to have improved by miles. Unexpected, but much-needed run this week! Davai Dasha!

[��: @WTA TV] pic.twitter.com/YK8MqOSZi0

— WTARussians (@WTArussians)
January 12, 2023



Nomes para ficar de olho

Na prática, qualquer jogadora dentro do top 20 pode ser apontada como um postulante a chegar às fases finais de Melbourne. Do grupo, a russa Daria Kasaktina (8ª do ranking), com uma chave nem tão dura, além do bom retrospecto recente (final em Adelaide após bater Barbora Krejcikova e Petra Kvitova), vale acompanhar. Fora do radar, a chinesa Qinwen Zhen (28ª do ranking), eleita a novata do ano na última temporada pela WTA, é outro bom nome para estar de olho. 

29ª colocada ❌
28ª colocada ❌
25ª colocada ❌
16ª colocada ❌
15ª colocada ❌

Beatriz Haddad Maia volta a quebrar o recorde de melhor ranking do tênis feminino brasileiro na história da Era Aberta! ��

14ª DO MUNDO! ���� pic.twitter.com/SrVcXK910e

— Piu Esportes (@piuesportes)
January 15, 2023



Brasileiras

Vivendo o auge da carreira, Bia Haddad Maia (14ª do ranking) entra no Australian Open como a cabeça de chave 14 e cotada para alcançar, ao menos, às oitavas. A brasileira, que caiu no quadrante de Jabeur, estreia contra a espanhola Nuria Parrizas Diaz (77ª do ranking). Bia mostrou bom nível no começo de temporada, com vitórias consistentes na United Cup e em Adelaide – onde parou nas quartas.

Laura Pigossi (112ª do ranking) contou com a desistência da espanhola Paula Badosa para entrar como luck loser e fará a sua estreia na chave principal de Melbourne. Ela enfrenta a norte-americana Caty McNally (94ª do ranking) na primeira rodada. Curiosamente, McNally se juntará a outra brasileira nas duplas: a Luisa Stefani, que começou 2023 com o pé direito vencendo o torneio de Adelaide. Bia também está inscrita nas duplas, mas ao lado da chinesa Zhang Shuai, com quem ganhou o título de Nottingham no ano passado. 

Saiba quais são as principais postulantes ao título do Australian Open, o primeiro Grand Slam da temporada A partir deste domingo (15), começa o Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada de tênis. Entre as mulheres, Iga Swiatek, a número 1 do mundo, surge como a principal favorita e nome a ser batido na chave. Confira quais seriam as principais candidatas ao título, quem vale ficar de olho e brasileiras presentes em nossa análise pré-Australian Open! 

 

Iga, a favorita
Desde a aposentadoria de Ash Barty, o circuito da WTA tem uma nova dinastia: a de Iga Swiatek. Oito títulos, dois Grand Slam (Roland Garros e US Open), 67 vitórias e 9 derrotas nas últimas 52 semanas. Número 1 com quase 6000 mil pontos sobre a 2ª do ranking. Completa, a polonesa se mostra uma tenista agressiva, com variações e sólida mentalmente, explica Mário Sérgio da Cruz, jornalista do site Tênis Brasil, em entrevista ao Bolavip Brasil. 
“Ela surgiu para o tênis com uma jogadora com muitos recursos, capaz de equilibrar bem o jogo de fundo, com as curtinhas e slices, e eventualmente fazia alguns trick-shots. Naquele primeiro título de Roland Garros em 2020, era ainda um pouco assim. Quando ela trouxe o técnico Tomasz Wiktorowski para equipe, no início do ano passado, a ideia era torná-la uma jogadora mais agressiva, com mais bolas de definição e capacidade de comandar os pontos desde cedo. E isso funcionou bem. Além disso, ela é acompanhada de perto pela psicóloga Daria Abramowicz em quase toda a temporada, e sempre destaca a importância da preparação mental em sua carreira. É uma jogadora que consegue controlar muito bem as emoções”, analisa. 
Swiatek estreia contra a alemã Jule Niemeier (69ª) e tem algumas cascas de banana até as oitavas, casos da canadense Bianca Andreescu, campeã de Grand Slam, a cazaque Elena Rybakina, atual campeã de Wimbledon, além da norte-americana Danielle Collins, que superou a polonesa na semifinal do Australian Open do ano passado. 

Sabalenka ainda busca o primeiro título de Grand Slam.
Créditos: Darrian Traynor/Getty Images

Outras candidatas
A WTA costuma ser um circuito de imprevisibilidade, sobretudo em Grand Slam. No Australian Open, não há uma bicampeã desde a dobradinha da bielorrussa Victoria Azarenka, em 2012-2013. Desta vez, como Barty se retirou do circuito, a escrita irá continuar. Campeãs em Melbourne, a norte-americana Serena Williams e a japonesa Naomi Osaka, não estão na chave. Nem a romena Simona Halep, ex-número 1 e atualmente suspensa por doping. 
Entre as principais candidatas, chama a atenção a francesa Caroline Garcia (4ª do ranking), de bons resultados recentes na quadra dura, com destaque para o título do Finals. A tunisiana Ons Jabeur (2ª do ranking) vice-campeã do US Open, é outra que tem um bom arsenal de variações e não pode ser descartada. Em ascensão, a norte-americana Jessica Pegula (3ª do ranking) bateu Swiatek na United Cup e chega em alta. Caso semelhante ao da bielorrusa Aryna Sabalenka (5ª do ranking), campeã de Adelaide na semana passada. 
“A Sabalenka relaciona muito os bons resultados que teve entre o fim do ano passado e início deste ano com a melhora no saque e também com uma mudança de mentalidade, no sentido de saber lidar melhor com as derrotas e frustrações. Isso tem feito muito bem para ela. Sempre foi uma jogadora que se destacou por ter muito peso de bola, mas com oscilações nesses dois pontos. Agora, corrigiu um ponto fraco no jogo dela, e também ficou mentalmente mais estável, o que vai ajudar muito nos momentos decisivos”, destaca Cruz.

A big win for Daria Kasatkina as she beats the in-form Petra Kvitova 6-3, 7-6 to reach the Adelaide International 2 semifinals! Solid performance and her serve looked to have improved by miles. Unexpected, but much-needed run this week! Davai Dasha! [��: @WTA TV] pic.twitter.com/YK8MqOSZi0 — WTARussians (@WTArussians)
January 12, 2023

Nomes para ficar de olho
Na prática, qualquer jogadora dentro do top 20 pode ser apontada como um postulante a chegar às fases finais de Melbourne. Do grupo, a russa Daria Kasaktina (8ª do ranking), com uma chave nem tão dura, além do bom retrospecto recente (final em Adelaide após bater Barbora Krejcikova e Petra Kvitova), vale acompanhar. Fora do radar, a chinesa Qinwen Zhen (28ª do ranking), eleita a novata do ano na última temporada pela WTA, é outro bom nome para estar de olho. 

29ª colocada ❌ 28ª colocada ❌ 25ª colocada ❌ 16ª colocada ❌ 15ª colocada ❌ Beatriz Haddad Maia volta a quebrar o recorde de melhor ranking do tênis feminino brasileiro na história da Era Aberta! �� 14ª DO MUNDO! ���� pic.twitter.com/SrVcXK910e — Piu Esportes (@piuesportes)
January 15, 2023

Brasileiras
Vivendo o auge da carreira, Bia Haddad Maia (14ª do ranking) entra no Australian Open como a cabeça de chave 14 e cotada para alcançar, ao menos, às oitavas. A brasileira, que caiu no quadrante de Jabeur, estreia contra a espanhola Nuria Parrizas Diaz (77ª do ranking). Bia mostrou bom nível no começo de temporada, com vitórias consistentes na United Cup e em Adelaide – onde parou nas quartas.
Laura Pigossi (112ª do ranking) contou com a desistência da espanhola Paula Badosa para entrar como luck loser e fará a sua estreia na chave principal de Melbourne. Ela enfrenta a norte-americana Caty McNally (94ª do ranking) na primeira rodada. Curiosamente, McNally se juntará a outra brasileira nas duplas: a Luisa Stefani, que começou 2023 com o pé direito vencendo o torneio de Adelaide. Bia também está inscrita nas duplas, mas ao lado da chinesa Zhang Shuai, com quem ganhou o título de Nottingham no ano passado.   

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