BiS SiGMA fortalece o ecossistema de negócios, regulação e estratégia no Brasil e na América Latina.
Alessandro Lisboa – Games Latam / IGI Expo
São Paulo já não é apenas um destino para eventos de iGaming — é o ponto de referência continental para decisões, alianças e tendências que moldam o setor. A 6ª edição do BiS SiGMA South America mostrou isso de forma inequívoca: o evento evoluiu de encontro setorial para hub de inteligência, negócios e estratégia.
Estive presente desde a primeira edição, e a evolução não é apenas quantitativa — é qualitativa. O que era reunião de players tornou-se um espaço de convergência de líderes, decisores e agentes que pensam o mercado global a partir da perspectiva latino-americana.
A inspiração que virou iniciativa
O BiS SiGMA não apenas ajudou a estruturar o mercado — ele me inspirou a criar a IGI Expo.
A partir do que vi ali, ficou claro que o Brasil precisava de mais espaços que:
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dialogassem estrategicamente com o setor,
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descentralizassem agendas de discussão,
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e capacitação de profissionais em diferentes níveis.
A IGI Expo nasceu dessa leitura de oportunidade: um evento que complementa, não compete; que aprofunda, não replica; que fortalece o ecossistema como um todo.
Parceria em vez de competição
Hoje, essa relação entre o BiS SiGMA e a IGI Expo se estabelece como parceria madurada com inteligência, e não como disputa por protagonismo.
O papel de cada um é distinto, mas sinérgico:
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BiS SiGMA traz alcance continental e conexão com grandes players globais.
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IGI Expo cria profundidade e aproximação com mercados emergentes, profissionais técnicos e debates de governança.
Essa complementaridade é típica de ecossistemas maduros — onde eventos dialogam, ampliam perspectivas e constroem arquivos de pensamento e ação.
O impacto real vai além da feira
Os números de participação, palestrantes e negócios não são apenas estatísticas. Eles são indicadores de um mercado que se profissionaliza. Em um setor ainda em fase de regulação e estruturação — como o brasileiro — isso significa:
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melhor qualidade de networking
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insights aplicáveis ao cotidiano empresarial
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mais debates técnicos e menos narrativas superficiais
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interface direta entre mercado e regulação
E isso não acontece por acaso. A persistência em organizar um evento, melhorar a experiência e criar comunidades de relacionamento reflete uma visão estrategicamente orientada. Essa visão não é apenas de curadoria de conteúdo, é de construção de ecossistema.
Visão consolidada, futuro compartilhado
O papel de eventos como o BiS SiGMA South America 2026 ultrapassa a curadoria de palestras e estandes. Ele é um marcador de maturidade institucional do setor. E quando um evento inspira iniciativas paralelas que também agregam valor — como a IGI Expo — isso diz algo claro: o mercado está aprendendo a pensar coletivamente.
A construção de uma indústria forte passa por:
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conversas estruturadas e ricas em contexto;
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decisões que envolvem múltiplos stakeholders;
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capacidade de transformar encontros em planos de ação;
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e eventos que façam mais do que reunir pessoas — conectem ideias.
Nesse sentido, a contribuição de iniciativas como a de Alessandro Valente é relevante demais para passar despercebida. Ele não apenas trouxe um evento ao Brasil — ele ajudou a criar um padrão de referência. Isso é liderança, não efeito de palco.
São Paulo tem protagonismo hoje porque há densidade de mercado, profissionais qualificados e eventos que dialogam entre si em vez de disputar holofotes vazios.
Essa é a maturidade que as próximas décadas do iGaming brasileiro e latino-americano vão recordar.
Este texto é parte da série de análises da Games Latam sobre eventos e o desenvolvimento do ecossistema de iGaming na América Latina.
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