No total, foram arrecadados R$ 5,62 bilhões nos primeiros oito meses de 2025.
Brasília.- O Brasil arrecadou cerca de R$ 890 milhões (US$ 167 mi) com os impostos da indústria de apostas de quota fixa no mês de agosto, de acordo com dados divulgados pela Receita Federal, na terça-feira (23). Somando-se os oito primeiros meses do ano, o país recolheu ao total R$ 5,62 bilhões (US$ 1 bi).
“Esse valor é a arrecadação total do segmento, não é a arrecadação das apostas de cota fixa. Porque essas empresas são empresas normais e elas também arrecadam Imposto de Renda e Contribuição Social. Então, aqui está a arrecadação total, e não simplesmente a arrecadação decorrente dos jogos”, explicou, durante a apresentação do balanço atualizado, Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal.
Segundo o representante da Receita, os valores divulgados representam as taxas sobre o GGR das empresa do setor de apostas somadas a outros tributos, como Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), PIS/Cofins e outras contribuições.
Veja também: Plataformas de apostas online faturaram R$ 17,4 bilhões no primeiro semestre, afirma SPA
O recolhimento no mês de julho deste ano foi de R$ 928 milhões (US$ 171 mi). A Receita estima que até o final do ano, a arrecadação total pode passar de R$ 10 bilhões (US$ 1.8 bi).
Há a possibilidade de o recolhimento ser ainda maior do o governo projeta, já que a Medida Provisória (MP) 1.303/2025 elevará a tributação do setor a partir de novembro, caso seja aprovada no Senado. A MP aumentaria a alíquota sobre a receita líquida (GGR) das empresas de apostas online de 12% para 18%.
Segundo a legislação atual, a distribuição dos valores recolhidos do setor serão distribuídos da seguinte forma:
- 36% para o Ministério do Esporte e os comitês esportivos
- 28% para o Ministério do Turismo
- 13,6% para a Segurança Pública
- 10% para o Ministério da Educação
- 10% para Seguridade Social
- 1% para o Ministério da Saúde
- 0,5% para o Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (Funapol)
- 0,5% para entidades da sociedade civil
- 0,4% para a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)
No total, foram arrecadados R$ 5,62 bilhões nos primeiros oito meses de 2025.
Brasília.- O Brasil arrecadou cerca de R$ 890 milhões (US$ 167 mi) com os impostos da indústria de apostas de quota fixa no mês de agosto, de acordo com dados divulgados pela Receita Federal, na terça-feira (23). Somando-se os oito primeiros meses do ano, o país recolheu ao total R$ 5,62 bilhões (US$ 1 bi).
“Esse valor é a arrecadação total do segmento, não é a arrecadação das apostas de cota fixa. Porque essas empresas são empresas normais e elas também arrecadam Imposto de Renda e Contribuição Social. Então, aqui está a arrecadação total, e não simplesmente a arrecadação decorrente dos jogos”, explicou, durante a apresentação do balanço atualizado, Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal.
Segundo o representante da Receita, os valores divulgados representam as taxas sobre o GGR das empresa do setor de apostas somadas a outros tributos, como Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), PIS/Cofins e outras contribuições.
Veja também: Plataformas de apostas online faturaram R$ 17,4 bilhões no primeiro semestre, afirma SPA
O recolhimento no mês de julho deste ano foi de R$ 928 milhões (US$ 171 mi). A Receita estima que até o final do ano, a arrecadação total pode passar de R$ 10 bilhões (US$ 1.8 bi).
Há a possibilidade de o recolhimento ser ainda maior do o governo projeta, já que a Medida Provisória (MP) 1.303/2025 elevará a tributação do setor a partir de novembro, caso seja aprovada no Senado. A MP aumentaria a alíquota sobre a receita líquida (GGR) das empresas de apostas online de 12% para 18%.
Segundo a legislação atual, a distribuição dos valores recolhidos do setor serão distribuídos da seguinte forma:
- 36% para o Ministério do Esporte e os comitês esportivos
- 28% para o Ministério do Turismo
- 13,6% para a Segurança Pública
- 10% para o Ministério da Educação
- 10% para Seguridade Social
- 1% para o Ministério da Saúde
- 0,5% para o Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (Funapol)
- 0,5% para entidades da sociedade civil
- 0,4% para a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)
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