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Brasil cria laboratório virtual para combater apostas ilegais na internet

brasil cria laboratório virtual para combater apostas ilegais na internet

brasil cria laboratório virtual para combater apostas ilegais na internet

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Ferramenta da Secretaria de Prêmios e Apostas, em parceria com a ANJL e a Anatel, vai automatizar a identificação e o bloqueio de sites clandestinos a partir de 2026.

A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF) e a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) anunciaram a criação de um laboratório virtual voltado ao combate às apostas ilegais no Brasil. A ferramenta deve entrar em operação ainda em janeiro de 2026 e terá como foco a identificação e o bloqueio automatizado de sites clandestinos.

Conforme matéria do portal BNLData, o anúncio foi feito na segunda-feira (19) durante um painel realizado na Casa Brasil, no evento ICE Barcelona. A iniciativa conta com a participação de diferentes órgãos, incluindo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Durante a apresentação, o subsecretário de Monitoramento e Fiscalização do Ministério da Fazenda, Fábio Macorin, e o presidente da ANJL, Plínio Lemos, afirmaram que o enfrentamento ao mercado ilegal exige integração entre monitoramento, fiscalização e cooperação institucional.

Segundo a SPA-MF, desde outubro de 2024 já foram identificados mais de 25 mil domínios suspeitos de operar apostas sem autorização no país. Na primeira fase das ações contra o mercado ilegal, cerca de 2 mil sites foram efetivamente bloqueados.

Veja também: SPA prorroga acordo com Conselho Digital do Brasil para combater apostas ilegais

De acordo com Macorin, o processo atual envolve etapas manuais, como coleta de provas, registros de transações via Pix e abertura de processos administrativos. Com o laboratório virtual, todo esse fluxo passará a ser automatizado.

A plataforma está sendo desenvolvida pela empresa Intercity e utilizará um sistema de monitoramento contínuo para rastrear novos domínios, registrar evidências digitais e identificar meios de pagamento utilizados por sites ilegais. O sistema também emitirá ordens eletrônicas de bloqueio de DNS aos provedores vinculados à Anatel e fará a verificação do cumprimento dessas determinações.

O laboratório contará ainda com integração interinstitucional. O sistema deverá receber informações do Conar e do Conselho Digital sobre publicidade irregular em redes sociais. Também haverá comunicação com bancos e instituições de pagamento, a partir de dados de perfis de fraude mapeados pela Febraban. Banco Central e Polícia Federal participarão da iniciativa, recebendo alertas sobre movimentações suspeitas e apoiando investigações criminais.

Veja também:Brasil registra 153 mil pedidos de autoexclusão de apostas em 20 dias

As autoridades estabeleceram como meta reduzir em ao menos 50% o mercado de apostas offshore não autorizadas até 2030. O modelo se inspira em experiências adotadas em outros países da América do Sul, como o Peru.

Entre os aprimoramentos em estudo estão o bloqueio de comunicações enviadas aos usuários, como e-mails e SMS, após a derrubada de sites, além da adoção de bloqueios mais rigorosos em períodos de grande audiência, especialmente antes de jogos de futebol.

Segundo Macorin, o projeto poderá ser ampliado com a adesão de novas entidades públicas e privadas. O evento Casa Brasil na ICE Barcelona segue com debates sobre regulação, tributação e tecnologia aplicada ao setor de jogos e loterias.

Veja também:

Veja também: CGS Events anuncia quatro conferências sobre igaming no Brasil em 2026; veja datas

Ferramenta da Secretaria de Prêmios e Apostas, em parceria com a ANJL e a Anatel, vai automatizar a identificação e o bloqueio de sites clandestinos a partir de 2026.

A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF) e a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) anunciaram a criação de um laboratório virtual voltado ao combate às apostas ilegais no Brasil. A ferramenta deve entrar em operação ainda em janeiro de 2026 e terá como foco a identificação e o bloqueio automatizado de sites clandestinos.

Conforme matéria do portal BNLData, o anúncio foi feito na segunda-feira (19) durante um painel realizado na Casa Brasil, no evento ICE Barcelona. A iniciativa conta com a participação de diferentes órgãos, incluindo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Durante a apresentação, o subsecretário de Monitoramento e Fiscalização do Ministério da Fazenda, Fábio Macorin, e o presidente da ANJL, Plínio Lemos, afirmaram que o enfrentamento ao mercado ilegal exige integração entre monitoramento, fiscalização e cooperação institucional.

Segundo a SPA-MF, desde outubro de 2024 já foram identificados mais de 25 mil domínios suspeitos de operar apostas sem autorização no país. Na primeira fase das ações contra o mercado ilegal, cerca de 2 mil sites foram efetivamente bloqueados.

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De acordo com Macorin, o processo atual envolve etapas manuais, como coleta de provas, registros de transações via Pix e abertura de processos administrativos. Com o laboratório virtual, todo esse fluxo passará a ser automatizado.

A plataforma está sendo desenvolvida pela empresa Intercity e utilizará um sistema de monitoramento contínuo para rastrear novos domínios, registrar evidências digitais e identificar meios de pagamento utilizados por sites ilegais. O sistema também emitirá ordens eletrônicas de bloqueio de DNS aos provedores vinculados à Anatel e fará a verificação do cumprimento dessas determinações.

O laboratório contará ainda com integração interinstitucional. O sistema deverá receber informações do Conar e do Conselho Digital sobre publicidade irregular em redes sociais. Também haverá comunicação com bancos e instituições de pagamento, a partir de dados de perfis de fraude mapeados pela Febraban. Banco Central e Polícia Federal participarão da iniciativa, recebendo alertas sobre movimentações suspeitas e apoiando investigações criminais.

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As autoridades estabeleceram como meta reduzir em ao menos 50% o mercado de apostas offshore não autorizadas até 2030. O modelo se inspira em experiências adotadas em outros países da América do Sul, como o Peru.

Entre os aprimoramentos em estudo estão o bloqueio de comunicações enviadas aos usuários, como e-mails e SMS, após a derrubada de sites, além da adoção de bloqueios mais rigorosos em períodos de grande audiência, especialmente antes de jogos de futebol.

Segundo Macorin, o projeto poderá ser ampliado com a adesão de novas entidades públicas e privadas. O evento Casa Brasil na ICE Barcelona segue com debates sobre regulação, tributação e tecnologia aplicada ao setor de jogos e loterias.

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