Sistema do Ministério da Fazenda bloqueia acesso a 182 casas autorizadas e aponta saúde mental como principal motivo das solicitações.
O Ministério da Fazenda registrou 153 mil pedidos de autoexclusão de plataformas de apostas esportivas no Brasil nos primeiros 20 dias de funcionamento do sistema, implantado no fim de 2025. No período, a média foi de cinco solicitações por minuto, segundo dados oficiais.
O mecanismo impede o acesso dos usuários às 182 marcas de apostas autorizadas a operar no país. A ferramenta integra o conjunto de medidas regulatórias para o setor e permite que o próprio jogador solicite o bloqueio ao identificar comportamentos problemáticos relacionados às apostas. De acordo com a Coluna do Estadão, a autoexclusão centralizada é reconhecida por estudos científicos como uma estratégia eficaz para reduzir danos à saúde mental associados ao jogo.
Entre os motivos apresentados, questões de saúde mental lideram os pedidos. Segundo o Ministério, 34% dos solicitantes apontaram “perda de controle sobre o jogo – saúde mental” como principal razão. Em seguida, 28% indicaram o objetivo de “prevenir que meus dados sejam utilizados por plataformas de apostas”.
Veja também: Plataforma Centralizada de Autoexclusão entra no ar e já permite o bloqueio de sites de apostas
A maioria optou por bloqueios de longo prazo. Os dados mostram que 76% escolheram a modalidade por prazo indeterminado, enquanto 17% selecionaram o bloqueio por um ano. O sistema também oferece opções de três, seis e nove meses.
A plataforma é válida em todo o território nacional e se aplica a todas as empresas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF). O serviço é voltado a pessoas que avaliam que as apostas passaram a impactar negativamente suas vidas.
A Plataforma Centralizada de Autoexclusão entrou em operação em 10 de dezembro de 2025 e pode ser acessada pelo endereço gov.br/autoexclusaoapostas, mediante cadastro no Gov.br com conta nível prata ou ouro.
Veja também:INSS e SUS registram aumento de atendimentos por ludopatia; veja números
Estudos citados pelo Estadão estimam que o custo social dos problemas relacionados ao jogo chegue a R$ 38,8 bilhões (US$ 7,8 bilhões) por ano no Brasil, sendo R$ 30,6 bilhões (US$ 6,1 bilhões) associados diretamente a impactos na saúde. O Ministério da Fazenda não divulgou o perfil demográfico dos solicitantes nem dados sobre a efetividade da medida no longo prazo.
Além do bloqueio de acesso às contas em sites de apostas, a plataforma também impede o uso do CPF para novos cadastros e para o recebimento de publicidade direcionada. Segundo o secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena, os operadores autorizados recebem automaticamente a notificação de autoexclusão e têm até 72 horas para bloquear o acesso do usuário em seus sites e aplicativos.
Sistema do Ministério da Fazenda bloqueia acesso a 182 casas autorizadas e aponta saúde mental como principal motivo das solicitações.
O Ministério da Fazenda registrou 153 mil pedidos de autoexclusão de plataformas de apostas esportivas no Brasil nos primeiros 20 dias de funcionamento do sistema, implantado no fim de 2025. No período, a média foi de cinco solicitações por minuto, segundo dados oficiais.
O mecanismo impede o acesso dos usuários às 182 marcas de apostas autorizadas a operar no país. A ferramenta integra o conjunto de medidas regulatórias para o setor e permite que o próprio jogador solicite o bloqueio ao identificar comportamentos problemáticos relacionados às apostas. De acordo com a Coluna do Estadão, a autoexclusão centralizada é reconhecida por estudos científicos como uma estratégia eficaz para reduzir danos à saúde mental associados ao jogo.
Entre os motivos apresentados, questões de saúde mental lideram os pedidos. Segundo o Ministério, 34% dos solicitantes apontaram “perda de controle sobre o jogo – saúde mental” como principal razão. Em seguida, 28% indicaram o objetivo de “prevenir que meus dados sejam utilizados por plataformas de apostas”.
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A maioria optou por bloqueios de longo prazo. Os dados mostram que 76% escolheram a modalidade por prazo indeterminado, enquanto 17% selecionaram o bloqueio por um ano. O sistema também oferece opções de três, seis e nove meses.
A plataforma é válida em todo o território nacional e se aplica a todas as empresas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF). O serviço é voltado a pessoas que avaliam que as apostas passaram a impactar negativamente suas vidas.
A Plataforma Centralizada de Autoexclusão entrou em operação em 10 de dezembro de 2025 e pode ser acessada pelo endereço gov.br/autoexclusaoapostas, mediante cadastro no Gov.br com conta nível prata ou ouro.
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Estudos citados pelo Estadão estimam que o custo social dos problemas relacionados ao jogo chegue a R$ 38,8 bilhões (US$ 7,8 bilhões) por ano no Brasil, sendo R$ 30,6 bilhões (US$ 6,1 bilhões) associados diretamente a impactos na saúde. O Ministério da Fazenda não divulgou o perfil demográfico dos solicitantes nem dados sobre a efetividade da medida no longo prazo.
Além do bloqueio de acesso às contas em sites de apostas, a plataforma também impede o uso do CPF para novos cadastros e para o recebimento de publicidade direcionada. Segundo o secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena, os operadores autorizados recebem automaticamente a notificação de autoexclusão e têm até 72 horas para bloquear o acesso do usuário em seus sites e aplicativos.
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