Cacau Protásio revela que ainda sofre preconceito nos bastidores de programas de TV, inclusive de amigos: “Às vezes é nítido”

Cacau Protásio falou sobre o preconceito que sofre nos bastidores e afirma que essas atitudes vem, inclusive, de pessoas com quem tem amizade

Cacau Protásio fez revelações importantes em entrevista ao Splash, do UOL, nesta quinta-feira (11). A humorista revelou que, até hoje, sofre racismo no trabalho, principalmente nos bastidores da televisão. Sem dar detalhes de casos específicos, a atriz comentou que já chegou a sofrer racismo até mesmo de pessoas que considera como amigas.




A famosa artista, que ficou bastante conhecida por sua personagem Terezinha em Vai que Cola, explicou que algumas situações são tão escancaradas que toda a equipe com quem ela trabalhava percebeu o que estava acontecendo. “Sofro até hoje, até de pessoas de quem não esperava, que se dizem minhas amigas. Às vezes é nítido, a ponto de a equipe inteira notar”, começou.

Cacau Protasio – Foto: Instagram @cacauprotasioficial

“É triste de ver. Sempre digo: ‘O preconceito não é meu, é do outro’. Graças a Deus, passei [por isso], segui e cheguei aonde cheguei. Ainda sofro muito, mas estou indo em frente”, prosseguiu Cacau, que disse ter força para lidar com as situações do tipo.

Anna Cláudia Protásio Monteiro, mais conhecida como Cacau Protásio (Grajaú, 3 de junho de 1975),https://t.co/ON2qMAg0r4 pic.twitter.com/yA1wRj5LV8

— Patrick f jarwoski (@FJarwoski)
May 10, 2023



Sobre isso, Cacau explicou: “Tem pessoas que trabalham à minha volta e falam assim: ‘Cacau, por que fulano está fazendo isso com você?’. Eu respondo: ‘Amor, o problema é dele! Eu vou continuar fazendo [meu trabalho]'”.

Cacau Protásio falou sobre o preconceito que sofre nos bastidores e afirma que essas atitudes vem, inclusive, de pessoas com quem tem amizade Cacau Protásio fez revelações importantes em entrevista ao Splash, do UOL, nesta quinta-feira (11). A humorista revelou que, até hoje, sofre racismo no trabalho, principalmente nos bastidores da televisão. Sem dar detalhes de casos específicos, a atriz comentou que já chegou a sofrer racismo até mesmo de pessoas que considera como amigas.

 

A famosa artista, que ficou bastante conhecida por sua personagem Terezinha em Vai que Cola, explicou que algumas situações são tão escancaradas que toda a equipe com quem ela trabalhava percebeu o que estava acontecendo. “Sofro até hoje, até de pessoas de quem não esperava, que se dizem minhas amigas. Às vezes é nítido, a ponto de a equipe inteira notar”, começou.

Cacau Protasio – Foto: Instagram @cacauprotasioficial

“É triste de ver. Sempre digo: ‘O preconceito não é meu, é do outro’. Graças a Deus, passei [por isso], segui e cheguei aonde cheguei. Ainda sofro muito, mas estou indo em frente”, prosseguiu Cacau, que disse ter força para lidar com as situações do tipo.

Anna Cláudia Protásio Monteiro, mais conhecida como Cacau Protásio (Grajaú, 3 de junho de 1975),https://t.co/ON2qMAg0r4 pic.twitter.com/yA1wRj5LV8 — Patrick f jarwoski (@FJarwoski)
May 10, 2023

Sobre isso, Cacau explicou: “Tem pessoas que trabalham à minha volta e falam assim: ‘Cacau, por que fulano está fazendo isso com você?’. Eu respondo: ‘Amor, o problema é dele! Eu vou continuar fazendo [meu trabalho]'”.  


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