Pesquisadores da Universidade de Chicago criarem relógio que funciona à base de seres unicelulares
Os relógios inteligentes estão em alta e após o advento do gadget, é possível encontrar os objetos com os mais variados estilos preços e funções. Mas, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, superou-se e conseguiu criar um relógio inteligente movido a seres unicelulares ou acelulares, também conhecido como mofo limoso.
Para deixar tudo ainda mais estranho, o equipamento só funciona perfeitamente bem se os fungos estiverem saudáveis. Por isso, é importante cuidar dos organismos como se fosse um bicho de estimação que necessita de constantes cuidados. O item promete mudar o relacionamento entre máquina e tecnologia.
Quando o mofo atinge o tamanho ideal, ele completa um circuito elétrico (Pixabay/Reprodução)
“Ao usar o mofo para fazer o relógio funcionar, percebemos que o fato dele estar vivo afeta diretamente a relação do usuário com a tecnologia, transformando um serviço unidirecional usual em uma parceria mutuamente benéfica”, explica a estudante de engenharia Jasmine Lu, coautora do projeto.
“Esperamos que a pesquisa não apenas inspire novos dispositivos criativos que funcionam com o poder do bolor limoso, mas também provoque designers a criar tecnologias que inspirem apego e benefício mútuo, para fazer com que os dispositivos pareçam menos ferramentas descartáveis e mais parceiros de seus usuários”, encerra Jasmine Lu.
Pesquisadores da Universidade de Chicago criarem relógio que funciona à base de seres unicelulares Os relógios inteligentes estão em alta e após o advento do gadget, é possível encontrar os objetos com os mais variados estilos preços e funções. Mas, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, superou-se e conseguiu criar um relógio inteligente movido a seres unicelulares ou acelulares, também conhecido como mofo limoso.
Para deixar tudo ainda mais estranho, o equipamento só funciona perfeitamente bem se os fungos estiverem saudáveis. Por isso, é importante cuidar dos organismos como se fosse um bicho de estimação que necessita de constantes cuidados. O item promete mudar o relacionamento entre máquina e tecnologia.
Quando o mofo atinge o tamanho ideal, ele completa um circuito elétrico (Pixabay/Reprodução)
“Ao usar o mofo para fazer o relógio funcionar, percebemos que o fato dele estar vivo afeta diretamente a relação do usuário com a tecnologia, transformando um serviço unidirecional usual em uma parceria mutuamente benéfica”, explica a estudante de engenharia Jasmine Lu, coautora do projeto.
Nem fudeno https://t.co/Blp13Db836 — Alan (@itsmealancesar)
December 22, 2022
“Esperamos que a pesquisa não apenas inspire novos dispositivos criativos que funcionam com o poder do bolor limoso, mas também provoque designers a criar tecnologias que inspirem apego e benefício mútuo, para fazer com que os dispositivos pareçam menos ferramentas descartáveis e mais parceiros de seus usuários”, encerra Jasmine Lu.
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