Luís Castro e Bruno Lage tem formas diferentes de trabalhar taticamente
Em 2023, o Botafogo teve três treinadores, começando o ano com Luís Castro, que deixou o clube e Cláudio Caçapa, que assumiu como interino até a chegada de Bruno Lage, o Glorioso sofreu algumas mudanças táticas, já que foram três treinadores diferentes, que pensam de formar diferentes em como deveriam arrumar o time taticamente.
Bruno Lage gosta do 4-4-2, formação que utilizou quando foi campeão com o Benfica na temporada 2018/19, mas consegue se adaptar ao seu elenco, como foi no Wolverhampton, quando optou por utilizar três zagueiros. Já Luís Castro gostava mais de alargar o campo e utilizava o 4-3-3 ou 4-1-4-1.
Rodrigo Coutinho analisou as formas que os treinadores trabalharam no Botafogo. “Não vejo mudança na plataforma. Vejo um 4-3-3, com a diferença de que usou algumas vezes um ponta que circula para o meio e abre espaço para o lateral ocupar o corredor externo do campo. Já foi o Gustavo Sauer e ontem foi o Tchê Tchê a fazer essa função. Acho mais importante entender as funções de cada jogador do que o esquema tático em si. Ele é só o ponto de partida da estratégia do time para atacar ou defender”, disse.
Henrique Fernando acredita que o sistema não sofreu alterações. “Não acho que ele tenha mudado o sistema. O que ele mudou, sim, pontualmente, foram as características de alguns jogadores em determinadas posições e alguns movimentos e comportamentos coletivos. A mudança mais notável de característica foi a utilização de Gustavo Sauer, um meio-campista, como um ponta pela direita em jogos específicos, em casa, em que ele entendia ser necessária mais construção em espaço curto contra adversários mais postados”, comentou.
Luís Castro e Bruno Lage tem formas diferentes de trabalhar taticamente
Em 2023, o Botafogo teve três treinadores, começando o ano com Luís Castro, que deixou o clube e Cláudio Caçapa, que assumiu como interino até a chegada de Bruno Lage, o Glorioso sofreu algumas mudanças táticas, já que foram três treinadores diferentes, que pensam de formar diferentes em como deveriam arrumar o time taticamente.
Bruno Lage gosta do 4-4-2, formação que utilizou quando foi campeão com o Benfica na temporada 2018/19, mas consegue se adaptar ao seu elenco, como foi no Wolverhampton, quando optou por utilizar três zagueiros. Já Luís Castro gostava mais de alargar o campo e utilizava o 4-3-3 ou 4-1-4-1.
Rodrigo Coutinho analisou as formas que os treinadores trabalharam no Botafogo. “Não vejo mudança na plataforma. Vejo um 4-3-3, com a diferença de que usou algumas vezes um ponta que circula para o meio e abre espaço para o lateral ocupar o corredor externo do campo. Já foi o Gustavo Sauer e ontem foi o Tchê Tchê a fazer essa função. Acho mais importante entender as funções de cada jogador do que o esquema tático em si. Ele é só o ponto de partida da estratégia do time para atacar ou defender”, disse.
O segundo atleta com mais jogos no Estádio Nilton Santos. Outra marca expressiva para Gatito Fernández com a #GloriosaCamisa do Fogão! 🧤😼 #BFR pic.twitter.com/V5AqQsJ0oH— Botafogo F.R. (@Botafogo) August 24, 2023
Henrique Fernando acredita que o sistema não sofreu alterações. “Não acho que ele tenha mudado o sistema. O que ele mudou, sim, pontualmente, foram as características de alguns jogadores em determinadas posições e alguns movimentos e comportamentos coletivos. A mudança mais notável de característica foi a utilização de Gustavo Sauer, um meio-campista, como um ponta pela direita em jogos específicos, em casa, em que ele entendia ser necessária mais construção em espaço curto contra adversários mais postados”, comentou.
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