Evento aconteceu na semana passada no Rio de Janeiro, reunindo empresas de apostas, meios de pagamento e outros setores.
Rio de Janeiro.- A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF) apresentou os desafios da criação do mercado regulado de apostas de quota fixa no Brasil durante o SBC Summit Rio. O evento, uma das principais feiras de negócios do setor, reuniu expositores de diversas áreas, incluindo empresas de apostas, meios de pagamento, soluções tecnológicas, processamento de apostas e jogos.
Durante o SBC Summit Rio, a principal mesa-redonda do evento abordou o tema “Regulamentação: por dentro da lei que transformou as apostas no Brasil”, reunindo a secretária adjunta da SPA, Carolina Yumi, a subsecretária de Autorização, Daniela Olímpio, e o senador Irajá Silvestre, relator do Projeto de Lei nº 2.234, que propõe a legalização de apostas físicas, como cassinos, jogo do bicho e bingos.
Veja também: O que a Secretaria de Prêmios e Apostas pensa sobre o registro de provedores no mercado de iGaming brasileiro
Carolina Yumi fez um balanço das ações do Ministério da Fazenda até o momento e anunciou o início da segunda fase da regulação, que inclui uma consulta pública sobre a nova Agenda Regulatória. Ela também ressaltou o compromisso da SPA com o Jogo Responsável e a proteção dos direitos dos apostadores.
Já Daniela Olímpio destacou a complexidade do processo de autorização, que envolveu a análise de 114 pedidos para garantir que as empresas aprovadas estivessem aptas a operar a partir de 1º de janeiro de 2025.
Sistema de Gestão de Apostas centraliza monitoramento do setor no Brasil
Em outra mesa-redonda do SBC Summit Rio, o subsecretário de Monitoramento e Fiscalização da SPA, Fabio Macorin, ressaltou a relevância do Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) para o controle do mercado regulado. Segundo ele, o Brasil está entre os poucos países do mundo a monitorar as apostas de forma centralizada.
Veja também: Ministério da Fazenda entrega licença definitiva a mais seis empresas de apostas
O Sigap não apenas fornece dados para a SPA, mas também para outras áreas do governo federal. A superintendente de Produtos e Serviços do Serpro, Eliana Kato, revelou que, no segundo mês de funcionamento, o sistema processou cerca de 500 milhões de informações diárias.
Macorin também enfatizou a parceria estratégica com o Serpro na criação do Sigap, um projeto encomendado pelo Ministério da Fazenda antes mesmo da estruturação da SPA.
Evento aconteceu na semana passada no Rio de Janeiro, reunindo empresas de apostas, meios de pagamento e outros setores.
Rio de Janeiro.- A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF) apresentou os desafios da criação do mercado regulado de apostas de quota fixa no Brasil durante o SBC Summit Rio. O evento, uma das principais feiras de negócios do setor, reuniu expositores de diversas áreas, incluindo empresas de apostas, meios de pagamento, soluções tecnológicas, processamento de apostas e jogos.
Durante o SBC Summit Rio, a principal mesa-redonda do evento abordou o tema “Regulamentação: por dentro da lei que transformou as apostas no Brasil”, reunindo a secretária adjunta da SPA, Carolina Yumi, a subsecretária de Autorização, Daniela Olímpio, e o senador Irajá Silvestre, relator do Projeto de Lei nº 2.234, que propõe a legalização de apostas físicas, como cassinos, jogo do bicho e bingos.
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Carolina Yumi fez um balanço das ações do Ministério da Fazenda até o momento e anunciou o início da segunda fase da regulação, que inclui uma consulta pública sobre a nova Agenda Regulatória. Ela também ressaltou o compromisso da SPA com o Jogo Responsável e a proteção dos direitos dos apostadores.
Já Daniela Olímpio destacou a complexidade do processo de autorização, que envolveu a análise de 114 pedidos para garantir que as empresas aprovadas estivessem aptas a operar a partir de 1º de janeiro de 2025.
Sistema de Gestão de Apostas centraliza monitoramento do setor no Brasil
Em outra mesa-redonda do SBC Summit Rio, o subsecretário de Monitoramento e Fiscalização da SPA, Fabio Macorin, ressaltou a relevância do Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) para o controle do mercado regulado. Segundo ele, o Brasil está entre os poucos países do mundo a monitorar as apostas de forma centralizada.
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O Sigap não apenas fornece dados para a SPA, mas também para outras áreas do governo federal. A superintendente de Produtos e Serviços do Serpro, Eliana Kato, revelou que, no segundo mês de funcionamento, o sistema processou cerca de 500 milhões de informações diárias.
Macorin também enfatizou a parceria estratégica com o Serpro na criação do Sigap, um projeto encomendado pelo Ministério da Fazenda antes mesmo da estruturação da SPA.
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