Como o uso de VPNs desafia regras e alerta fiscalizações das apostas online no Brasil

Apostadores brasileiros têm usado o recurso para acessar sites estrangeiros.


As casas de apostas têm identificado um crescimento no uso de VPNs por apostadores brasileiros para burlar a regra de um CPF por cadastro e acessar sites estrangeiros, muitas vezes com ofertas de retorno financeiro mais atraentes.

Conforme publicação da coluna PlatôBR, embora pareça um truque inofensivo, a prática representa um problema milionário: ao mascarar a localização, o apostador dificulta o rastreamento de ganhos e perdas, colocando a operação fora do radar fiscal.

Veja também: 15 mil sites bloqueados: Anatel divulga dados sobre sites ilegais tirados do ar no primeiro semestre


iGaming & Gaming International Expo - IGI

A regulação do Ministério da Fazenda determina que fraudes geográficas devem ser coibidas pelas próprias plataformas. A instrução normativa exige que cada aposta seja validada por geolocalização, com bloqueio automático e registro de tentativas suspeitas.

Na prática, no entanto, as VPNs têm desafiado os sistemas de detecção. Grandes casas de apostas têm recorrido à inteligência artificial e a inspeções detalhadas para diferenciar conexões legítimas de camufladas.

Ainda de acordo com a coluna, enquanto isso, nas redes sociais, proliferam vídeos e tutoriais ensinando “como apostar de fora do país” ou indicando “a melhor VPN para enganar as apostas”.

Apostadores brasileiros têm usado o recurso para acessar sites estrangeiros.

As casas de apostas têm identificado um crescimento no uso de VPNs por apostadores brasileiros para burlar a regra de um CPF por cadastro e acessar sites estrangeiros, muitas vezes com ofertas de retorno financeiro mais atraentes.

Conforme publicação da coluna PlatôBR, embora pareça um truque inofensivo, a prática representa um problema milionário: ao mascarar a localização, o apostador dificulta o rastreamento de ganhos e perdas, colocando a operação fora do radar fiscal.

Veja também: 15 mil sites bloqueados: Anatel divulga dados sobre sites ilegais tirados do ar no primeiro semestre

A regulação do Ministério da Fazenda determina que fraudes geográficas devem ser coibidas pelas próprias plataformas. A instrução normativa exige que cada aposta seja validada por geolocalização, com bloqueio automático e registro de tentativas suspeitas.

Na prática, no entanto, as VPNs têm desafiado os sistemas de detecção. Grandes casas de apostas têm recorrido à inteligência artificial e a inspeções detalhadas para diferenciar conexões legítimas de camufladas.

Ainda de acordo com a coluna, enquanto isso, nas redes sociais, proliferam vídeos e tutoriais ensinando “como apostar de fora do país” ou indicando “a melhor VPN para enganar as apostas”.

  


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