O projeto social Arte Miúda recebe parte da arrecadação da Raspadinha e do Trem das 11.
Minas Gerais.- Há mais de 40 anos, o projeto social Arte Miúda, que proporciona formação musical a crianças e adolescentes, é uma das iniciativas que é apoiada pela Loteria do Estado de Minas Gerais (LEMG). Recentemente, a ação social tem recebido recursos provenientes dos jogos lotéricos Raspadinha e Trem das 11, ambos operados pelo Consórcio Mineira da Sorte Loteria (CMSL).
O Arte Miúda foi criado na década de 1980 pela educadora Soraya Ferreira na cidade de Diamantina (MG). Ao longo dos anos, a iniciativa expandiu para o município de Jenipapo de Minas e depois para o exterior, na província da Zambézia, em Moçambique.
Veja também: Loteria mineira: CMSL promove ação em comemoração ao Carnaval em Belo Horizonte
Atualmente, o sede do projeto é um imóvel concedido pela Loteria Mineira. No local, são oferecidas aulas de musicalização para bebês, Teoria Musical, flauta doce, flauta transversal, violino, violoncelo, contrabaixo e violão. No total, são mais de 200 alunos beneficiados gratuitamente.
“O Arte Miúda nasceu como uma pequena Escola de Artes Integradas que reunia música, artes plásticas, artes cênicas e balé para crianças pequenas. Naquela época, cada aluno trazia uma flauta doce e uma almofada que, somadas ao piano que levei da minha casa, deram início à escola. Nosso objetivo continua o mesmo: contribuir para a formação de seres humanos mais sensíveis e realizados”, comentou Soraya Ferreira.
Anabela Cristina Lisboa, ex-aluna do projeto e professora de flauta doce, falou sobre a importância do iniciativa para a sua trajetória acadêmica. “Já diziam os bons: ‘A arte existe porque a vida não basta’. Compartilho desse sentimento há quatro anos como professora do Arte Miúda. Essa mesma força que me move a cantar, também me impulsionou a buscar uma segunda formação. Pude celebrar com meus alunos mais um Natal encantado e, junto dele, a conclusão da minha graduação em Pedagogia”, disse.
O projeto social Arte Miúda recebe parte da arrecadação da Raspadinha e do Trem das 11.
Minas Gerais.- Há mais de 40 anos, o projeto social Arte Miúda, que proporciona formação musical a crianças e adolescentes, é uma das iniciativas que é apoiada pela Loteria do Estado de Minas Gerais (LEMG). Recentemente, a ação social tem recebido recursos provenientes dos jogos lotéricos Raspadinha e Trem das 11, ambos operados pelo Consórcio Mineira da Sorte Loteria (CMSL).
O Arte Miúda foi criado na década de 1980 pela educadora Soraya Ferreira na cidade de Diamantina (MG). Ao longo dos anos, a iniciativa expandiu para o município de Jenipapo de Minas e depois para o exterior, na província da Zambézia, em Moçambique.
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Atualmente, o sede do projeto é um imóvel concedido pela Loteria Mineira. No local, são oferecidas aulas de musicalização para bebês, Teoria Musical, flauta doce, flauta transversal, violino, violoncelo, contrabaixo e violão. No total, são mais de 200 alunos beneficiados gratuitamente.
“O Arte Miúda nasceu como uma pequena Escola de Artes Integradas que reunia música, artes plásticas, artes cênicas e balé para crianças pequenas. Naquela época, cada aluno trazia uma flauta doce e uma almofada que, somadas ao piano que levei da minha casa, deram início à escola. Nosso objetivo continua o mesmo: contribuir para a formação de seres humanos mais sensíveis e realizados”, comentou Soraya Ferreira.
Anabela Cristina Lisboa, ex-aluna do projeto e professora de flauta doce, falou sobre a importância do iniciativa para a sua trajetória acadêmica. “Já diziam os bons: ‘A arte existe porque a vida não basta’. Compartilho desse sentimento há quatro anos como professora do Arte Miúda. Essa mesma força que me move a cantar, também me impulsionou a buscar uma segunda formação. Pude celebrar com meus alunos mais um Natal encantado e, junto dele, a conclusão da minha graduação em Pedagogia”, disse.
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