Brasil adere à Convenção de Macolin com o objetivo de fortalecer a fiscalização de apostas.
Brasília.- Após sinalização positiva dos Ministérios do Esporte, da Fazenda e da Justiça e Segurança Pública, o governo brasileiro informou oficialmente à Convenção do Conselho da Europa sobre a Manipulação de Competições Esporte (Convenção de Macolin), o desejo de integrar a organização internacional.
“O compromisso do governo Lula é assegurar que os brasileiros se sintam protegidos e confiem no nosso sistema de fiscalização das apostas esportivas. Essa decisão demonstra que estamos atentos e cumprindo com as nossas responsabilidades. Não permitiremos que o ambiente das apostas virtuais seja tomado por operadores ilegais. Trabalhamos incansavelmente para combater a manipulação de resultados e garantir a integridade das disputas esportivas”, destacou o ministro do Esporte, André Fufuca.
Veja também: Convenção de Macolin: Lottopar se posiciona a favor da adesão do Brasil
A Convenção de Macolin permite que autoridades, organizações esportivas e operadores de apostas colaborem internacionalmente para prevenir, identificar e punir a manipulação de resultados esportivos.
O secretário nacional de apostas esportivas e desenvolvimento econômico do Esporte, Giovanni Rocco, comemorou a decisão. Ele considera a adesão à Convenção de Macolin essencial para proteger a integridade do esporte.
“Adesão do Brasil à convenção de Macolin é estratégica porque o crime de manipulação de resultados é um crime transnacional. Essa cooperação, a troca de dados de inteligência, principalmente com relação ao compartilhamento de informações é muito importante. Por isso, essa integração com a Europa vai nos permitir adotar medidas muito mais eficazes no combate ao crime de manipulação de resultados, que é complexo e transnacional”, afirmou Giovanni Rocco.
Veja também: STJD suspende Bruno Henrique por 12 jogos por fraude em apostas; entenda
A Convenção de Macolin, em vigor desde 1º de setembro de 2019, já foi ratificada por países como França, Grécia, Islândia, Itália, Lituânia, Noruega, Portugal, Suíça, Moldávia e Ucrânia, além de ter sido assinada por outros 32 Estados europeus, Austrália e Marrocos.
A convenção estabelece um marco legal para que autoridades, organizações esportivas e operadores de apostas cooperem internacionalmente na prevenção, detecção e punição da manipulação de competições esportivas.
Brasil adere à Convenção de Macolin com o objetivo de fortalecer a fiscalização de apostas.
Brasília.- Após sinalização positiva dos Ministérios do Esporte, da Fazenda e da Justiça e Segurança Pública, o governo brasileiro informou oficialmente à Convenção do Conselho da Europa sobre a Manipulação de Competições Esporte (Convenção de Macolin), o desejo de integrar a organização internacional.
“O compromisso do governo Lula é assegurar que os brasileiros se sintam protegidos e confiem no nosso sistema de fiscalização das apostas esportivas. Essa decisão demonstra que estamos atentos e cumprindo com as nossas responsabilidades. Não permitiremos que o ambiente das apostas virtuais seja tomado por operadores ilegais. Trabalhamos incansavelmente para combater a manipulação de resultados e garantir a integridade das disputas esportivas”, destacou o ministro do Esporte, André Fufuca.
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A Convenção de Macolin permite que autoridades, organizações esportivas e operadores de apostas colaborem internacionalmente para prevenir, identificar e punir a manipulação de resultados esportivos.
O secretário nacional de apostas esportivas e desenvolvimento econômico do Esporte, Giovanni Rocco, comemorou a decisão. Ele considera a adesão à Convenção de Macolin essencial para proteger a integridade do esporte.
“Adesão do Brasil à convenção de Macolin é estratégica porque o crime de manipulação de resultados é um crime transnacional. Essa cooperação, a troca de dados de inteligência, principalmente com relação ao compartilhamento de informações é muito importante. Por isso, essa integração com a Europa vai nos permitir adotar medidas muito mais eficazes no combate ao crime de manipulação de resultados, que é complexo e transnacional”, afirmou Giovanni Rocco.
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A Convenção de Macolin, em vigor desde 1º de setembro de 2019, já foi ratificada por países como França, Grécia, Islândia, Itália, Lituânia, Noruega, Portugal, Suíça, Moldávia e Ucrânia, além de ter sido assinada por outros 32 Estados europeus, Austrália e Marrocos.
A convenção estabelece um marco legal para que autoridades, organizações esportivas e operadores de apostas cooperem internacionalmente na prevenção, detecção e punição da manipulação de competições esportivas.
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