Decisão sobre a transferência das lotéricas é adiada pelo Conselho da Caixa

Pressões de funcionários e sindicatos levaram à decisão do adiamento.


O Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal não chegou a um consenso sobre a transferência das operações das Lotéricas para uma subsidiária da empresa, devido à forte oposição dos funcionários, que temem a privatização completa da instituição.

Os trabalhadores argumentam que, embora a legislação exija a aprovação do Congresso Nacional para a venda de qualquer subsidiária da Caixa, é mais fácil aprovar a alienação de uma parte da empresa do que avançar para uma privatização integral. O histórico recente da instituição, incluindo a reversão dos planos de fechamento da Lotex durante a gestão de Rita Serrano após a troca de comando, evidencia essas preocupações.

Fabiana Uehara, representante dos funcionários da Caixa no Conselho de Administração, expressou preocupação com a situação e destacou a importância de adiar a pauta. Após uma hora de debate, os conselheiros concordaram com o adiamento e discutiram a possibilidade de responsabilização pessoal por eventuais prejuízos decorrentes da decisão.


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A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Central Única dos Trabalhadores (Contraf-CUT) enviaram uma carta ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, alertando sobre os riscos da iniciativa de transferir as operações das loterias da Caixa para uma subsidiária. Destacaram o papel crucial das loterias da Caixa na redução das desigualdades sociais e defenderam a revisão da criação da subsidiária, ressaltando o impacto positivo dos recursos gerados pelas loterias em programas sociais do governo.

A resistência dos funcionários e das entidades sindicais reflete a preocupação com a possível privatização gradual da Caixa, mantendo o debate sobre o futuro da instituição em alta. A influência de Arthur Lira, presidente da Câmara, é evidente não apenas na indicação de cargos-chave na Caixa, mas também em outros setores, como na recente substituição de um assessor especial do Ministério da Fazenda, em meio a pressões sobre a regulamentação das apostas esportivas eletrônicas.

Pressões de funcionários e sindicatos levaram à decisão do adiamento.

O Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal não chegou a um consenso sobre a transferência das operações das Lotéricas para uma subsidiária da empresa, devido à forte oposição dos funcionários, que temem a privatização completa da instituição.

Os trabalhadores argumentam que, embora a legislação exija a aprovação do Congresso Nacional para a venda de qualquer subsidiária da Caixa, é mais fácil aprovar a alienação de uma parte da empresa do que avançar para uma privatização integral. O histórico recente da instituição, incluindo a reversão dos planos de fechamento da Lotex durante a gestão de Rita Serrano após a troca de comando, evidencia essas preocupações.

Fabiana Uehara, representante dos funcionários da Caixa no Conselho de Administração, expressou preocupação com a situação e destacou a importância de adiar a pauta. Após uma hora de debate, os conselheiros concordaram com o adiamento e discutiram a possibilidade de responsabilização pessoal por eventuais prejuízos decorrentes da decisão.

A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Central Única dos Trabalhadores (Contraf-CUT) enviaram uma carta ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, alertando sobre os riscos da iniciativa de transferir as operações das loterias da Caixa para uma subsidiária. Destacaram o papel crucial das loterias da Caixa na redução das desigualdades sociais e defenderam a revisão da criação da subsidiária, ressaltando o impacto positivo dos recursos gerados pelas loterias em programas sociais do governo.

A resistência dos funcionários e das entidades sindicais reflete a preocupação com a possível privatização gradual da Caixa, mantendo o debate sobre o futuro da instituição em alta. A influência de Arthur Lira, presidente da Câmara, é evidente não apenas na indicação de cargos-chave na Caixa, mas também em outros setores, como na recente substituição de um assessor especial do Ministério da Fazenda, em meio a pressões sobre a regulamentação das apostas esportivas eletrônicas.

  


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