Igor Freitas e dois sócios foram acusados de associação criminosa e corrupção desportiva.
A defesa do empresário Igor Freitas, filho do ex-boxeador Acelino Freitas, o Popó, publicou uma nota contestando a acusação de que Freitas estaria envolvido em uma tentativa de aliciamento de jogadores para a manipulação de resultados em partidas das três principais divisões do Campeonato Brasileiro.
Igor e outros dois sócios, Rodrigo Rossi e Raphael Ribeiro, foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) por associação criminosa e corrupção desportiva. O advogado de Freitas publicou uma nota oficial em que a defesa declara que o MP agiu com precipitação e que não existem fatos que justifiquem a ação.
Veja também: MP-PR acusa filho de Popó e outros dois por esquema de manipulação no futebol brasileiro
“A defesa rechaça de forma veemente as acusações apresentadas, por entendê-las levianas e desprovidas de lastro fático e probatório consistente. Ressalta-se que as alegações constantes na denúncia serão oportunamente esclarecidas no curso regular do processo, momento em que se demonstrará a inocência do investigado”, afirma a nota.
Os advogados de Igor afirmaram que será provada a inocência do empresário e que ele se coloca à inteira disposição da Justiça para prestar quaisquer esclarecimentos.
Relembre o caso detalhes da acusação contra Igor Freitas
A denúncia do Ministério Público foi realizada após os três empresários terem sido alvos da Operação Derby, deflagrada em setembro de 2025, que apurou o oferecimento de dinheiro para que jogadores de futebol recebessem cartões de propósito.
De acordo com o MP, o caso que desencadeou a investigação teria sido uma suposta oferta de R$ 15 mil (US$ 2.850) a pelo menos três atletas do Londrina para que fossem punidos com cartão amarelo em uma partida da Série C do Brasileirão de 2025. Posteriormente, foram encontrados indícios de tentativas de aliciamento de jogadores das Séries A e B.
Segundo a denúncia, Igor Freitas fazia o primeiro contato com os jogadores por meio do Instagram e do WhatsApp, apresentando-se como filho de Popó e como “empresário e representante com acesso direto às maiores empresas do mercado nacional”. Após a abordagem inicial, ele encaminhava os contatos dos atletas a Rodrigo Rossi, que dava sequência às conversas.
Em mensagens analisadas pelo MP-PR, Freitas referia-se a Rossi como alguém que atuava “com mais de 25 casas de apostas legalizadas no Brasil”.
Durante as investigações, o MP-PR identificou divergências financeiras entre os envolvidos. Segundo o órgão, há “considerável probabilidade” de que os valores mencionados nas conversas tenham origem em atividades ilícitas relacionadas à manipulação de resultados e apostas esportivas.
Os crimes pelos quais Igor Freitas, Rodrigo Rossi e Raphael Ribeiro estão sendo acusados podem render, caso comprovados, penas que podem variar de dois a seis anos de reclusão, além de multa.
O MP-PR também solicitou à Justiça o pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 150 mil (US$ 28.520), como forma de reparação pelos prejuízos à integridade e à credibilidade das competições esportivas.
Igor Freitas e dois sócios foram acusados de associação criminosa e corrupção desportiva.
A defesa do empresário Igor Freitas, filho do ex-boxeador Acelino Freitas, o Popó, publicou uma nota contestando a acusação de que Freitas estaria envolvido em uma tentativa de aliciamento de jogadores para a manipulação de resultados em partidas das três principais divisões do Campeonato Brasileiro.
Igor e outros dois sócios, Rodrigo Rossi e Raphael Ribeiro, foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) por associação criminosa e corrupção desportiva. O advogado de Freitas publicou uma nota oficial em que a defesa declara que o MP agiu com precipitação e que não existem fatos que justifiquem a ação.
Veja também: MP-PR acusa filho de Popó e outros dois por esquema de manipulação no futebol brasileiro
“A defesa rechaça de forma veemente as acusações apresentadas, por entendê-las levianas e desprovidas de lastro fático e probatório consistente. Ressalta-se que as alegações constantes na denúncia serão oportunamente esclarecidas no curso regular do processo, momento em que se demonstrará a inocência do investigado”, afirma a nota.
Os advogados de Igor afirmaram que será provada a inocência do empresário e que ele se coloca à inteira disposição da Justiça para prestar quaisquer esclarecimentos.
Relembre o caso detalhes da acusação contra Igor Freitas
A denúncia do Ministério Público foi realizada após os três empresários terem sido alvos da Operação Derby, deflagrada em setembro de 2025, que apurou o oferecimento de dinheiro para que jogadores de futebol recebessem cartões de propósito.
De acordo com o MP, o caso que desencadeou a investigação teria sido uma suposta oferta de R$ 15 mil (US$ 2.850) a pelo menos três atletas do Londrina para que fossem punidos com cartão amarelo em uma partida da Série C do Brasileirão de 2025. Posteriormente, foram encontrados indícios de tentativas de aliciamento de jogadores das Séries A e B.
Segundo a denúncia, Igor Freitas fazia o primeiro contato com os jogadores por meio do Instagram e do WhatsApp, apresentando-se como filho de Popó e como “empresário e representante com acesso direto às maiores empresas do mercado nacional”. Após a abordagem inicial, ele encaminhava os contatos dos atletas a Rodrigo Rossi, que dava sequência às conversas.
Em mensagens analisadas pelo MP-PR, Freitas referia-se a Rossi como alguém que atuava “com mais de 25 casas de apostas legalizadas no Brasil”.
Durante as investigações, o MP-PR identificou divergências financeiras entre os envolvidos. Segundo o órgão, há “considerável probabilidade” de que os valores mencionados nas conversas tenham origem em atividades ilícitas relacionadas à manipulação de resultados e apostas esportivas.
Os crimes pelos quais Igor Freitas, Rodrigo Rossi e Raphael Ribeiro estão sendo acusados podem render, caso comprovados, penas que podem variar de dois a seis anos de reclusão, além de multa.
O MP-PR também solicitou à Justiça o pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 150 mil (US$ 28.520), como forma de reparação pelos prejuízos à integridade e à credibilidade das competições esportivas.
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