Dirigente do Água Santa ‘quentinha’ dos bastidores da receita do sucesso do clube para chegar à final do Paulista 

Deixando os grandes times para trás, o Água Santa enfrentará o Palmeiras na grande decisão do Paulistão 

 


Na final do Paulistão, o Água Santa deixou os grandes times de São Paulo no chinelo. A equipe do interior irá enfrentar o Palmeiras na grande decisão, em entrevista ao UOL  Esporte, o executivo de futebol Júlio Rondinelli revelou o planejamento do clube para alcançar esse feito. No domingo (2), os times se enfrentaram na Arena Barueri na primeira partida da decisão.

O executivo começou falando sobre montagem de elenco e a escolha do treinador: “O critério para a escolha do Carpini foi a experiência e resultados em equipes do nosso tamanho, como no Guarani, Internacional de Limeira e Santo André. Eu trabalhei no Santo André sei como é. É do nosso tamanho, tem recursos limitados e tem que ter capacidade para ser criativo e montar um bom elenco. Trouxemos o Carpini com muita convicção. Ainda em 2022, para o Paulista, nós montamos uma equipe muito enxuta. A folha de pagamento era R$ 75 mil. Usamos a Copa Paulista para fazer uma base de jogadores, para que em 2023 nosso orçamento fosse melhor aproveitado e equilibrado”, disse. 

 


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Ele deu continuidade falando sobre o mercado e como elenco monitorado : “Na época, oito atletas retornaram de empréstimo e fomos ao mercado para contratar 11 jogadores. Estes 11, todos com muito critério. Estavam em atividade, alguns já haviam trabalhado com o Carpini e entenderam que o projeto seria vitorioso. Então eles conhecendo o treinador, sabendo da estrutura, nos conhecendo, sabendo da pontualidade e honestidade aos compromissos assumidos, acreditaram na ideia”. 

Foto: Diogo Reis/AGIF

 

 

Para finalizar Júlio também falou sobre monitoramento de jogadores e estratégia conjunta: “Eu penso que quando se traça e tem orçamento e monitoramento permanente do Campeonato Brasileiro da série A, B, C, não tem o que dar errado. A gente, durante o ano, vai monitorando e entrando em contato com os representantes, clubes e atletas. Estabelecemos prioridades, ofertamos e somos rápidos. É surpreendente chegar na final? É. O que fizemos a mais? Trabalhamos muito. A verdade prevalece nos vestiários, discursos e trocas de informação. Somos objetivos e práticos.  Ao mesmo tempo mostrando que o Água Santa é uma plataforma segura. Um clube pequeno, mas muito profissional e que os atletas pudessem aproveitar desse momento para se lançarem ao mercado, buscarem melhores contratos, por exemplo”.

Deixando os grandes times para trás, o Água Santa enfrentará o Palmeiras na grande decisão do Paulistão   
Na final do Paulistão, o Água Santa deixou os grandes times de São Paulo no chinelo. A equipe do interior irá enfrentar o Palmeiras na grande decisão, em entrevista ao UOL  Esporte, o executivo de futebol Júlio Rondinelli revelou o planejamento do clube para alcançar esse feito. No domingo (2), os times se enfrentaram na Arena Barueri na primeira partida da decisão.
O executivo começou falando sobre montagem de elenco e a escolha do treinador: “O critério para a escolha do Carpini foi a experiência e resultados em equipes do nosso tamanho, como no Guarani, Internacional de Limeira e Santo André. Eu trabalhei no Santo André sei como é. É do nosso tamanho, tem recursos limitados e tem que ter capacidade para ser criativo e montar um bom elenco. Trouxemos o Carpini com muita convicção. Ainda em 2022, para o Paulista, nós montamos uma equipe muito enxuta. A folha de pagamento era R$ 75 mil. Usamos a Copa Paulista para fazer uma base de jogadores, para que em 2023 nosso orçamento fosse melhor aproveitado e equilibrado”, disse. 
 

 

Ele deu continuidade falando sobre o mercado e como elenco monitorado : “Na época, oito atletas retornaram de empréstimo e fomos ao mercado para contratar 11 jogadores. Estes 11, todos com muito critério. Estavam em atividade, alguns já haviam trabalhado com o Carpini e entenderam que o projeto seria vitorioso. Então eles conhecendo o treinador, sabendo da estrutura, nos conhecendo, sabendo da pontualidade e honestidade aos compromissos assumidos, acreditaram na ideia”. 

Foto: Diogo Reis/AGIF

 
 

Para finalizar Júlio também falou sobre monitoramento de jogadores e estratégia conjunta: “Eu penso que quando se traça e tem orçamento e monitoramento permanente do Campeonato Brasileiro da série A, B, C, não tem o que dar errado. A gente, durante o ano, vai monitorando e entrando em contato com os representantes, clubes e atletas. Estabelecemos prioridades, ofertamos e somos rápidos. É surpreendente chegar na final? É. O que fizemos a mais? Trabalhamos muito. A verdade prevalece nos vestiários, discursos e trocas de informação. Somos objetivos e práticos.  Ao mesmo tempo mostrando que o Água Santa é uma plataforma segura. Um clube pequeno, mas muito profissional e que os atletas pudessem aproveitar desse momento para se lançarem ao mercado, buscarem melhores contratos, por exemplo”.  


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