Dívidas estratosféricas: Clubes brasileiros acumulam mais de R$ 11 Bilhões e Atlético-MG lidera a lista, e Corinthians está quase na casa do bilhão

Em números absolutos, a maior dívida do futebol brasileiro pertence ao Atlético-MG, com R$ 1,57 bilhão em 2022

As dívidas dos principais clubes do futebol brasileiro têm aumentado significativamente, chegando a ultrapassar a marca de R$ 11 bilhões pela segunda vez na história. Segundo um levantamento da Ernst & Young (EY), com base nos demonstrativos financeiros das equipes referentes à última temporada, o endividamento dos clubes cresceu R$ 900 milhões de 2021 para 2022.


Atlético-MG, Cruzeiro e Botafogo são os três clubes do país que já viram suas dívidas ultrapassarem o patamar bilionário, enquanto o Corinthians está muito próximo disso. Em números absolutos, a maior dívida do futebol brasileiro pertence ao Atlético-MG, com R$ 1,57 bilhão em 2022. O Cruzeiro vem logo em seguida, com R$ 1,18 bilhão, e o Botafogo completa o “trio do bilhão”, com R$ 1,04 bilhão. As melhores cotações estão na Betnacional. Profetize e tenha os resultados mais emocionantes!

O Corinthians está próximo desse patamar, com um endividamento líquido de R$ 927 milhões, sendo que a maior parte dessa dívida é tributária, totalizando R$ 539 milhões. Nenhum outro clube deve mais em impostos do que os paulistas, embora Botafogo e Fluminense se aproximem, com dívidas de R$ 335 milhões e R$ 334 milhões, respectivamente, nesse segmento.

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— Atlético (@Atletico) August 1, 2023

Pedro Daniel, diretor executivo de esporte e entretenimento da EY Brasil, ressalta que as cifras impressionantes não devem ser analisadas isoladamente. A EY utiliza um indicador que relaciona a dívida às receitas geradas na temporada para colocar o endividamento de cada clube em perspectiva. Clubes de Série B tendem a estar mais alavancados, pois têm receitas menores, tornando suas dívidas mais onerosas.

Apesar da dívida de quase R$ 1 bilhão, o Corinthians foi a terceira equipe que mais arrecadou no último ano, com um faturamento de R$ 777 milhões, ficando atrás apenas de Flamengo (R$ 1,17 bilhão) e Palmeiras (R$ 867 milhões). O índice alvinegro de endividamento em relação à receita foi próximo a 1: 1,19.

No entanto, a situação de Botafogo e Cruzeiro é mais preocupante quando consideramos essa ótica. A equipe carioca arrecadou apenas R$ 163 milhões em 2022, a 16ª maior arrecadação do Brasil, enquanto os mineiros faturaram R$ 189 milhões, a 13ª maior. Em contraste com suas dívidas, os indicadores desses clubes são de 6,38 e 6,25, respectivamente.

Em outras palavras, mesmo que pudessem destinar todo o valor arrecadado em uma temporada para o pagamento de dívidas, considerando o ano de 2022 como base, Botafogo e Cruzeiro levariam mais de seis anos para zerarem seus débitos, em um cenário imaginário.

Entre os times da Série B, o Guarani apresentou o pior indicador, com uma relação dívida x receita de 8,49, sendo o único acima de Botafogo e Cruzeiro nesse aspecto.

Além do alto endividamento, Botafogo e Cruzeiro têm em comum o fato de terem adotado o modelo de Sociedade Anônima de Futebol (SAF) para tentar solucionar seus problemas financeiros, seguindo também o caminho do Vasco, que possui a quinta maior dívida do Brasil, com um índice na relação com as receitas de 5,11, mais alto do que Corinthians (1,19) ou Atlético-MG (3,83), por exemplo.

Os pioneiros das SAFs adotaram esse modelo devido à necessidade de enfrentar suas crises financeiras, e não é coincidência que estejam no topo dos rankings de endividamento. O processo de construção de um modelo de recuperação é mais lento do que o de degradação financeira. A curva de recuperação é acentuada, especialmente para os clubes com alto risco, diferente do modelo associativo.

Tanto Cruzeiro quanto Botafogo optaram por estratégias distintas para reduzir o endividamento. O Cruzeiro adotou o modelo de recuperação judicial, apresentando à Justiça uma lista com todas as suas dívidas e um plano para quitá-las de forma parcelada em um prazo específico. Enquanto isso, o Botafogo optou pelo RCE (Regime Centralizado de Execuções), no qual as cobranças são centralizadas, evitando penhoras individuais, e parte da arrecadação (20%) é repassada diretamente para o pagamento dos credores.

Assim, o desafio financeiro dos principais clubes do futebol brasileiro continua a exigir estratégias sólidas para lidar com suas dívidas crescentes, buscando um equilíbrio entre receitas e endividamento para assegurar uma situação financeira sustentável no longo prazo. Na Betnacional, até com um resultado inesperado você ganha. Profetize na casa de apostas com o saque mais rápido e a maior cotação do Brasil!

Em números absolutos, a maior dívida do futebol brasileiro pertence ao Atlético-MG, com R$ 1,57 bilhão em 2022

As dívidas dos principais clubes do futebol brasileiro têm aumentado significativamente, chegando a ultrapassar a marca de R$ 11 bilhões pela segunda vez na história. Segundo um levantamento da Ernst & Young (EY), com base nos demonstrativos financeiros das equipes referentes à última temporada, o endividamento dos clubes cresceu R$ 900 milhões de 2021 para 2022.

Atlético-MG, Cruzeiro e Botafogo são os três clubes do país que já viram suas dívidas ultrapassarem o patamar bilionário, enquanto o Corinthians está muito próximo disso. Em números absolutos, a maior dívida do futebol brasileiro pertence ao Atlético-MG, com R$ 1,57 bilhão em 2022. O Cruzeiro vem logo em seguida, com R$ 1,18 bilhão, e o Botafogo completa o “trio do bilhão”, com R$ 1,04 bilhão. As melhores cotações estão na Betnacional. Profetize e tenha os resultados mais emocionantes!

O Corinthians está próximo desse patamar, com um endividamento líquido de R$ 927 milhões, sendo que a maior parte dessa dívida é tributária, totalizando R$ 539 milhões. Nenhum outro clube deve mais em impostos do que os paulistas, embora Botafogo e Fluminense se aproximem, com dívidas de R$ 335 milhões e R$ 334 milhões, respectivamente, nesse segmento.

💪🏽 O treino desta terça-feira foi o último antes do jogo de ida pelas oitavas da Libertadores. #VamoGalo!📸 Confira o álbum de fotos da atividade: https://t.co/MiNfo2nKDc#GaloPaixãoNacional #CAMxPAL 🏴🏳️ pic.twitter.com/4CWMuL1yl6— Atlético (@Atletico) August 1, 2023

Pedro Daniel, diretor executivo de esporte e entretenimento da EY Brasil, ressalta que as cifras impressionantes não devem ser analisadas isoladamente. A EY utiliza um indicador que relaciona a dívida às receitas geradas na temporada para colocar o endividamento de cada clube em perspectiva. Clubes de Série B tendem a estar mais alavancados, pois têm receitas menores, tornando suas dívidas mais onerosas.

Apesar da dívida de quase R$ 1 bilhão, o Corinthians foi a terceira equipe que mais arrecadou no último ano, com um faturamento de R$ 777 milhões, ficando atrás apenas de Flamengo (R$ 1,17 bilhão) e Palmeiras (R$ 867 milhões). O índice alvinegro de endividamento em relação à receita foi próximo a 1: 1,19.

No entanto, a situação de Botafogo e Cruzeiro é mais preocupante quando consideramos essa ótica. A equipe carioca arrecadou apenas R$ 163 milhões em 2022, a 16ª maior arrecadação do Brasil, enquanto os mineiros faturaram R$ 189 milhões, a 13ª maior. Em contraste com suas dívidas, os indicadores desses clubes são de 6,38 e 6,25, respectivamente.

Em outras palavras, mesmo que pudessem destinar todo o valor arrecadado em uma temporada para o pagamento de dívidas, considerando o ano de 2022 como base, Botafogo e Cruzeiro levariam mais de seis anos para zerarem seus débitos, em um cenário imaginário.

Entre os times da Série B, o Guarani apresentou o pior indicador, com uma relação dívida x receita de 8,49, sendo o único acima de Botafogo e Cruzeiro nesse aspecto.

Além do alto endividamento, Botafogo e Cruzeiro têm em comum o fato de terem adotado o modelo de Sociedade Anônima de Futebol (SAF) para tentar solucionar seus problemas financeiros, seguindo também o caminho do Vasco, que possui a quinta maior dívida do Brasil, com um índice na relação com as receitas de 5,11, mais alto do que Corinthians (1,19) ou Atlético-MG (3,83), por exemplo.

Os pioneiros das SAFs adotaram esse modelo devido à necessidade de enfrentar suas crises financeiras, e não é coincidência que estejam no topo dos rankings de endividamento. O processo de construção de um modelo de recuperação é mais lento do que o de degradação financeira. A curva de recuperação é acentuada, especialmente para os clubes com alto risco, diferente do modelo associativo.

Tanto Cruzeiro quanto Botafogo optaram por estratégias distintas para reduzir o endividamento. O Cruzeiro adotou o modelo de recuperação judicial, apresentando à Justiça uma lista com todas as suas dívidas e um plano para quitá-las de forma parcelada em um prazo específico. Enquanto isso, o Botafogo optou pelo RCE (Regime Centralizado de Execuções), no qual as cobranças são centralizadas, evitando penhoras individuais, e parte da arrecadação (20%) é repassada diretamente para o pagamento dos credores.

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