A BIG Brazil e a Lindau Gaming vão descontinuar uma plataforma de apostas cada.
Brasília.- Duas companhias de apostas de quota fixa solicitaram a redução de marcas que administram por licença. As empresas enviaram solicitações à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, que publicou o deferimento dos pedidos no Diário Oficial da União (DOU) da quarta-feira (18).
Os requerimentos foram feitas pela BIG Brazil Tecnologia e Loteria S.A. e pela Lindau Gaming Brasil S.A, que diminuíram de três para duas marcas administradas por cada uma. As portarias que autorizaram as mudanças foram assinadas pela Secretária de Prêmios e Apostas Daniele Correa Cardoso.
Veja também: Legalização das bets: Fazenda avalia 25 pedidos de licenças para atuar no Brasil
Com a publicação da Portaria SPA/MF nº 410, a BIG Brazil Tecnologia descontinuará a marca Caesars.bet.br e vai manter as plataformas BIG.bet.br e a Apostar.bet.br. Já a Lindau, através da Portaria SPA/MF nº 418, deixará de operar a marca Betpark.bet.br e vai manter as plataformas Spin.bet.br e Oleybet.bet.br.
Com essas alterações, atualmente, 85 empresas possuem licenças operacionais no Brasil, sendo que essas companhias administram 191 plataformas de igaming, segundo o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) do Ministério da Fazenda.
2026 marca o início do segundo ano do mercado regulado de apostas esportivas e jogos online no Brasil. Em 2025, essa indústria movimentou R$ 37 bilhões (US$ 7,01 bilhões) em receita bruta, segundo dados da SPA. Desse total, 12% devem ser destinados a finalidades previstas em lei.
O governo federal arrecadou cerca de R$ 2,5 bilhões (US$ 473 milhões) com outorgas de autorização pagas pelas empresas habilitadas, além de R$ 95,5 milhões (US$ 18,1 milhões) em taxas de fiscalização. Até dezembro, 79 empresas estavam autorizadas a operar no país, com 25,2 milhões de brasileiros realizando apostas durante o ano passado. O volume total de prêmios pagos aos apostadores não foi divulgado.
A BIG Brazil e a Lindau Gaming vão descontinuar uma plataforma de apostas cada.
Brasília.- Duas companhias de apostas de quota fixa solicitaram a redução de marcas que administram por licença. As empresas enviaram solicitações à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, que publicou o deferimento dos pedidos no Diário Oficial da União (DOU) da quarta-feira (18).
Os requerimentos foram feitas pela BIG Brazil Tecnologia e Loteria S.A. e pela Lindau Gaming Brasil S.A, que diminuíram de três para duas marcas administradas por cada uma. As portarias que autorizaram as mudanças foram assinadas pela Secretária de Prêmios e Apostas Daniele Correa Cardoso.
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Com a publicação da Portaria SPA/MF nº 410, a BIG Brazil Tecnologia descontinuará a marca Caesars.bet.br e vai manter as plataformas BIG.bet.br e a Apostar.bet.br. Já a Lindau, através da Portaria SPA/MF nº 418, deixará de operar a marca Betpark.bet.br e vai manter as plataformas Spin.bet.br e Oleybet.bet.br.
Com essas alterações, atualmente, 85 empresas possuem licenças operacionais no Brasil, sendo que essas companhias administram 191 plataformas de igaming, segundo o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) do Ministério da Fazenda.
2026 marca o início do segundo ano do mercado regulado de apostas esportivas e jogos online no Brasil. Em 2025, essa indústria movimentou R$ 37 bilhões (US$ 7,01 bilhões) em receita bruta, segundo dados da SPA. Desse total, 12% devem ser destinados a finalidades previstas em lei.
O governo federal arrecadou cerca de R$ 2,5 bilhões (US$ 473 milhões) com outorgas de autorização pagas pelas empresas habilitadas, além de R$ 95,5 milhões (US$ 18,1 milhões) em taxas de fiscalização. Até dezembro, 79 empresas estavam autorizadas a operar no país, com 25,2 milhões de brasileiros realizando apostas durante o ano passado. O volume total de prêmios pagos aos apostadores não foi divulgado.
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