0 0 lang="pt-BR"> Empresas de apostas solicitam à SPA a redução no número de marcas licenciadas - Games Latam Magazine
Games Latam Magazine

Empresas de apostas solicitam à SPA a redução no número de marcas licenciadas

new south wales hospitality and racing 2026 roadshow to launch in moree

new south wales hospitality and racing 2026 roadshow to launch in moree

Read Time:3 Minute, 20 Second

A BIG Brazil e a Lindau Gaming vão descontinuar uma plataforma de apostas cada.

Brasília.- Duas companhias de apostas de quota fixa solicitaram a redução de marcas que administram por licença. As empresas enviaram solicitações à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, que publicou o deferimento dos pedidos no Diário Oficial da União (DOU) da quarta-feira (18).

Os requerimentos foram feitas pela BIG Brazil Tecnologia e Loteria S.A. e pela Lindau Gaming Brasil S.A, que diminuíram de três para duas marcas administradas por cada uma. As portarias que autorizaram as mudanças foram assinadas pela Secretária de Prêmios e Apostas Daniele Correa Cardoso.

Veja também: Legalização das bets: Fazenda avalia 25 pedidos de licenças para atuar no Brasil

Com a publicação da Portaria SPA/MF nº 410, a BIG Brazil Tecnologia descontinuará a marca Caesars.bet.br e vai manter as plataformas BIG.bet.br e a Apostar.bet.br. Já a Lindau, através da Portaria SPA/MF nº 418, deixará de operar a marca Betpark.bet.br e vai manter as plataformas Spin.bet.br e Oleybet.bet.br.

Com essas alterações, atualmente, 85 empresas possuem licenças operacionais no Brasil, sendo que essas companhias administram 191 plataformas de igaming, segundo o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) do Ministério da Fazenda.

2026 marca o início do segundo ano do mercado regulado de apostas esportivas e jogos online no Brasil. Em 2025, essa indústria movimentou R$ 37 bilhões (US$ 7,01 bilhões) em receita bruta, segundo dados da SPA. Desse total, 12% devem ser destinados a finalidades previstas em lei.

O governo federal arrecadou cerca de R$ 2,5 bilhões (US$ 473 milhões) com outorgas de autorização pagas pelas empresas habilitadas, além de R$ 95,5 milhões (US$ 18,1 milhões) em taxas de fiscalização. Até dezembro, 79 empresas estavam autorizadas a operar no país, com 25,2 milhões de brasileiros realizando apostas durante o ano passado. O volume total de prêmios pagos aos apostadores não foi divulgado.

A BIG Brazil e a Lindau Gaming vão descontinuar uma plataforma de apostas cada.

Brasília.- Duas companhias de apostas de quota fixa solicitaram a redução de marcas que administram por licença. As empresas enviaram solicitações à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, que publicou o deferimento dos pedidos no Diário Oficial da União (DOU) da quarta-feira (18).

Os requerimentos foram feitas pela BIG Brazil Tecnologia e Loteria S.A. e pela Lindau Gaming Brasil S.A, que diminuíram de três para duas marcas administradas por cada uma. As portarias que autorizaram as mudanças foram assinadas pela Secretária de Prêmios e Apostas Daniele Correa Cardoso.

Veja também: Legalização das bets: Fazenda avalia 25 pedidos de licenças para atuar no Brasil

Com a publicação da Portaria SPA/MF nº 410, a BIG Brazil Tecnologia descontinuará a marca Caesars.bet.br e vai manter as plataformas BIG.bet.br e a Apostar.bet.br. Já a Lindau, através da Portaria SPA/MF nº 418, deixará de operar a marca Betpark.bet.br e vai manter as plataformas Spin.bet.br e Oleybet.bet.br.

Com essas alterações, atualmente, 85 empresas possuem licenças operacionais no Brasil, sendo que essas companhias administram 191 plataformas de igaming, segundo o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) do Ministério da Fazenda.

2026 marca o início do segundo ano do mercado regulado de apostas esportivas e jogos online no Brasil. Em 2025, essa indústria movimentou R$ 37 bilhões (US$ 7,01 bilhões) em receita bruta, segundo dados da SPA. Desse total, 12% devem ser destinados a finalidades previstas em lei.

O governo federal arrecadou cerca de R$ 2,5 bilhões (US$ 473 milhões) com outorgas de autorização pagas pelas empresas habilitadas, além de R$ 95,5 milhões (US$ 18,1 milhões) em taxas de fiscalização. Até dezembro, 79 empresas estavam autorizadas a operar no país, com 25,2 milhões de brasileiros realizando apostas durante o ano passado. O volume total de prêmios pagos aos apostadores não foi divulgado.

  

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
Sair da versão mobile