Ex-Grêmio, Bruno Uvini relata desespero com tragédia no RS: “Minha família ainda está lá”

Zagueiro de 32 anos deixou o Imortal no início do ano rumo ao Vitória, mas deixou sua família na capital POA

Enchente sem precedentes no RS

Já chega a 100 o número de mortos em consequência das enchentes no Rio Grande do Sul ao longo da última semana. No futebol, jogos do Grêmio e Internacional foram cancelados pela CBF e pela Conmebol até o fim do mês, afinal são vários os afetados pela tragédia no estado.


O técnico Renato Portaluppi, por exemplo, ficou ‘ilhado’ no hotel onde reside em Porto Alegre e precisou ser resgatado por voluntários e a Guarda Civil. O ídolo voltou para o Rio de Janeiro, onde vai continuar auxiliando na medida do possível sobre soluções do problema no RS.

Nesta quarta-feira (8), o zagueiro Bruno Uvini, que defendeu o Grêmio em 2023 e 2024, fez um desabafo sobre a atual situação do estado. Mesmo a quilômetros de distância – ele defende atualmente o Vitória -, o jogador de 32 anos se emocionou ao relembrar da família, que segue em Porto Alegre sem a possibilidade de viajar a Salvador por causa dos voos cancelados.

Como impacta ex-jogador do Grêmio

“Minha família ainda está lá, estou com dificuldade de trazê-los para cá. É uma tragédia”, lamentou Uvini, que defendeu a camisa do Grêmio em 36 jogos até o começo de 2024, quando se transferiu para o Rubro-Negro Baiano.


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“E a gente fica na esperança de tudo melhorar. Eu, particularmente, por amigos, mas pela família direta. Meus filhos e minha esposa estão lá, tentando vir para cá, mas o aeroporto fechou. O que eu posso dizer é que é um povo muito batalhador e, como todo brasileiro, vai dar a volta por cima”, completou Uvini.

Diante dessa situação, o atual zagueiro do Vitória acredita que a CBF deve tomar uma atitude diferente. Em vez de adiar somente os jogos dos clubes gaúchos, o Campeonato Brasileiro deveria ser interrompido em sua totalidade, já que afeta milhares de atletas e familiares dos jogadores do certame.

“Não vejo uma forma rápida desse pessoal se prontificar e jogar uma partida. Não acho que seria leal com eles, todo mundo continuando e eles não tendo onde treinar. Têm jogadores ajudando a salvar vidas, que é uma coisa muito extrema, e daí, do nada, eles já têm que voltar a jogar. Fica aqui minha opinião que deveria ser paralisado”, comentou Uvini.

Prejuízo até agora no RS

Além dos 100 óbitos, há ainda 372 feridos e 128 desaparecidos. Em todo RS, 1.456.820 pessoas foram afetadas em 417 municípios. Desse total, 163.720 estão desalojadas e 66.761 foram levadas a abrigos temporários.

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Enchente sem precedentes no RS

Já chega a 100 o número de mortos em consequência das enchentes no Rio Grande do Sul ao longo da última semana. No futebol, jogos do Grêmio e Internacional foram cancelados pela CBF e pela Conmebol até o fim do mês, afinal são vários os afetados pela tragédia no estado.

O técnico Renato Portaluppi, por exemplo, ficou ‘ilhado’ no hotel onde reside em Porto Alegre e precisou ser resgatado por voluntários e a Guarda Civil. O ídolo voltou para o Rio de Janeiro, onde vai continuar auxiliando na medida do possível sobre soluções do problema no RS.

Nesta quarta-feira (8), o zagueiro Bruno Uvini, que defendeu o Grêmio em 2023 e 2024, fez um desabafo sobre a atual situação do estado. Mesmo a quilômetros de distância – ele defende atualmente o Vitória -, o jogador de 32 anos se emocionou ao relembrar da família, que segue em Porto Alegre sem a possibilidade de viajar a Salvador por causa dos voos cancelados.

Como impacta ex-jogador do Grêmio

“Minha família ainda está lá, estou com dificuldade de trazê-los para cá. É uma tragédia”, lamentou Uvini, que defendeu a camisa do Grêmio em 36 jogos até o começo de 2024, quando se transferiu para o Rubro-Negro Baiano.

“E a gente fica na esperança de tudo melhorar. Eu, particularmente, por amigos, mas pela família direta. Meus filhos e minha esposa estão lá, tentando vir para cá, mas o aeroporto fechou. O que eu posso dizer é que é um povo muito batalhador e, como todo brasileiro, vai dar a volta por cima”, completou Uvini.

Diante dessa situação, o atual zagueiro do Vitória acredita que a CBF deve tomar uma atitude diferente. Em vez de adiar somente os jogos dos clubes gaúchos, o Campeonato Brasileiro deveria ser interrompido em sua totalidade, já que afeta milhares de atletas e familiares dos jogadores do certame.

“Não vejo uma forma rápida desse pessoal se prontificar e jogar uma partida. Não acho que seria leal com eles, todo mundo continuando e eles não tendo onde treinar. Têm jogadores ajudando a salvar vidas, que é uma coisa muito extrema, e daí, do nada, eles já têm que voltar a jogar. Fica aqui minha opinião que deveria ser paralisado”, comentou Uvini.

Prejuízo até agora no RS

Além dos 100 óbitos, há ainda 372 feridos e 128 desaparecidos. Em todo RS, 1.456.820 pessoas foram afetadas em 417 municípios. Desse total, 163.720 estão desalojadas e 66.761 foram levadas a abrigos temporários.”}]] 


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