EXCLUSIVO! Rafael Fogaça e a criação do principal time de poker nos aplicativos do Brasil: “temos a intenção de chegar ao mais alto possível”

O “Bananas” Poker Team é um time de poker voltado para os aplicativos online e o craque Rafael Fogaça é um dos principais jogadores da equipe

A evolução brasileira no poker online já é algo consolidado. O esquadrão verde e amarelo protagoniza decisões nas mais diferentes plataformas, fato que o craque Rafael Moraes já colocou em pauta no Bolavip Brasil. Em 2020, um grupo de amigos criou o “Bananas” Poker Team, uma equipe voltada para os aplicativos online e que vem somando vários resultados positivos, com destaque para o jogador Rafael Fogaça, um dos “head-coachs” do grupo.


Aos 30 anos, ele possui um currículo invejável, com 3 mesas finais de “Main Event” do CPH, o campeonato paulista de poker, além de outros importantes prêmios conquistados no BSOP, como o 4º lugar no Start-Up Mystery KO da etapa de São Paulo, em março deste ano, onde conquistou somando os bounties R$ 42.586. O perfil dele no “The Hendon Mob” aponta mais de US$ 20.000 em recompensas no circuito presencial, mas é mesmo nos aplicativos online que esse torcedor apaixonado pelo Santos costuma forrar.

“O ‘Bananas’ é focado 100% no poker online, nos aplicativos, somos o principal time de aplicativos do Brasil, focado na ‘Suprema’ e no ‘PPPoker’”, disse Fogaça em entrevista exclusiva ao Bolavip Brasil, citando os aplicativos que fazem sucesso entre os jogadores brasileiros. No entanto, como muitos outros jogadores, o começo dele neste esporte da mente foi através do jogo presencial.

Fogaça revelou que conheceu o baralho em 2014. Naquela época, costumava jogar um torneio “freeroll” todos os sábados no “Millions”, um antigo clube localizado na Zona Norte de São Paulo. O tempo era dividido entre a pós-graduação na área de Neurociências e o trabalho em uma clínica médica, onde era o responsável pela parte financeira. Cinco anos depois, decidiu sair do emprego e passou a se dedicar um pouco mais ao poker.

“Eu ainda morava com a minha mãe, e surgiu a necessidade de trabalhar para ajudar em casa. Então, fui jogando esporadicamente, enquanto não trabalhava em algo fixo, o que trouxe também uma pressão muito grande, por falta de dinheiro, por não apresentar resultados imediatos, era bastante cobrado pela família”, disse o jogador que logo obteve a primeira mesa final no CPH e acabou alavancando a carreira e recebendo um apoio especial.

“Levei minha mãe para assistir e mesmo sem ela entender nada, acabou se apaixonando pelo poker. Não pelo jogo, mas pela atmosfera, pelos amigos torcendo de forma tão apaixonada, e me ver fazendo algo que eu amava de verdade. A partir de então, eu me tornava profissional”, disse Rafael Fogaça que pouco depois precisou migrar para o jogo online por conta da pandemia de covid19 e neste momento veio o “Bananas” Poker Team.

Uma “banana” para o jogo presencial

Fogaça contou que o “Bananas” foi criado através de amigos que frequentavam o antigo clube “Hijack”, localizado na Av. Bandeirantes em São Paulo. Vinicius Verzoni e Vinicius Tano, decidiram investir em alguns jogadores e ele logo entrou neste processo. Pouco depois, foi a vez de Abílio Moço encarar a sociedade. A equipe está abrindo no próximo dia 3 de julho a 3ª seletiva para novos atletas e procura talentos neste jogo.

Foto: Luis Bertazini/BSOP

“Estamos focados em pegar jogadores iniciantes, com vontade de virar profissional, vontade de conhecer o jogo e que seja apaixonado por poker. Se inscrevam, vocês não vão se arrepender”, disse Fogaça que encorajou jogadores acostumados com as disputas presenciais a fazerem parte da equipe. Ele disse que muitos dos atuais representantes da equipe começaram neste segmento e que estão acostumados a conduzir essa transição.

“Junto com a Amanda Kizelevicius, Matheus Mayer, Matheus Tognetti e o Idalino Ribeiro, somos a ‘Elite’, os ‘head-coachs’ do time, e fazemos um trabalho em grupos, já que temos mais de 30 jogadores. Somos responsáveis por gerenciar a carreira deles e ajudar no processo de tornar profissional”, contou Fogaça complementando que o trabalho inclui lidar com “downswings”, selecionar torneios, rever mãos e situações de jogo.

“Somos um time profissional, que surgiu de um grupo de amigos, então a gente acolhe todos que entram no time, como se fossem da nossa própria família e temos a intenção de chegar ao mais alto possível”, finalizou o jogador que mesmo tendo como principal objetivo os torneios online dos aplicativos está se dedicando no momento nas disputas de mais uma etapa do CPH, o campeonato paulista de poker realizado no “H2Club”, em São Paulo.

O “Bananas” Poker Team é um time de poker voltado para os aplicativos online e o craque Rafael Fogaça é um dos principais jogadores da equipe

A evolução brasileira no poker online já é algo consolidado. O esquadrão verde e amarelo protagoniza decisões nas mais diferentes plataformas, fato que o craque Rafael Moraes já colocou em pauta no Bolavip Brasil. Em 2020, um grupo de amigos criou o “Bananas” Poker Team, uma equipe voltada para os aplicativos online e que vem somando vários resultados positivos, com destaque para o jogador Rafael Fogaça, um dos “head-coachs” do grupo.

Aos 30 anos, ele possui um currículo invejável, com 3 mesas finais de “Main Event” do CPH, o campeonato paulista de poker, além de outros importantes prêmios conquistados no BSOP, como o 4º lugar no Start-Up Mystery KO da etapa de São Paulo, em março deste ano, onde conquistou somando os bounties R$ 42.586. O perfil dele no “The Hendon Mob” aponta mais de US$ 20.000 em recompensas no circuito presencial, mas é mesmo nos aplicativos online que esse torcedor apaixonado pelo Santos costuma forrar.

“O ‘Bananas’ é focado 100% no poker online, nos aplicativos, somos o principal time de aplicativos do Brasil, focado na ‘Suprema’ e no ‘PPPoker’”, disse Fogaça em entrevista exclusiva ao Bolavip Brasil, citando os aplicativos que fazem sucesso entre os jogadores brasileiros. No entanto, como muitos outros jogadores, o começo dele neste esporte da mente foi através do jogo presencial.

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Fogaça revelou que conheceu o baralho em 2014. Naquela época, costumava jogar um torneio “freeroll” todos os sábados no “Millions”, um antigo clube localizado na Zona Norte de São Paulo. O tempo era dividido entre a pós-graduação na área de Neurociências e o trabalho em uma clínica médica, onde era o responsável pela parte financeira. Cinco anos depois, decidiu sair do emprego e passou a se dedicar um pouco mais ao poker.

“Eu ainda morava com a minha mãe, e surgiu a necessidade de trabalhar para ajudar em casa. Então, fui jogando esporadicamente, enquanto não trabalhava em algo fixo, o que trouxe também uma pressão muito grande, por falta de dinheiro, por não apresentar resultados imediatos, era bastante cobrado pela família”, disse o jogador que logo obteve a primeira mesa final no CPH e acabou alavancando a carreira e recebendo um apoio especial.

“Levei minha mãe para assistir e mesmo sem ela entender nada, acabou se apaixonando pelo poker. Não pelo jogo, mas pela atmosfera, pelos amigos torcendo de forma tão apaixonada, e me ver fazendo algo que eu amava de verdade. A partir de então, eu me tornava profissional”, disse Rafael Fogaça que pouco depois precisou migrar para o jogo online por conta da pandemia de covid19 e neste momento veio o “Bananas” Poker Team.

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Uma “banana” para o jogo presencial

Fogaça contou que o “Bananas” foi criado através de amigos que frequentavam o antigo clube “Hijack”, localizado na Av. Bandeirantes em São Paulo. Vinicius Verzoni e Vinicius Tano, decidiram investir em alguns jogadores e ele logo entrou neste processo. Pouco depois, foi a vez de Abílio Moço encarar a sociedade. A equipe está abrindo no próximo dia 3 de julho a 3ª seletiva para novos atletas e procura talentos neste jogo.

Foto: Luis Bertazini/BSOP

“Estamos focados em pegar jogadores iniciantes, com vontade de virar profissional, vontade de conhecer o jogo e que seja apaixonado por poker. Se inscrevam, vocês não vão se arrepender”, disse Fogaça que encorajou jogadores acostumados com as disputas presenciais a fazerem parte da equipe. Ele disse que muitos dos atuais representantes da equipe começaram neste segmento e que estão acostumados a conduzir essa transição.

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“Junto com a Amanda Kizelevicius, Matheus Mayer, Matheus Tognetti e o Idalino Ribeiro, somos a ‘Elite’, os ‘head-coachs’ do time, e fazemos um trabalho em grupos, já que temos mais de 30 jogadores. Somos responsáveis por gerenciar a carreira deles e ajudar no processo de tornar profissional”, contou Fogaça complementando que o trabalho inclui lidar com “downswings”, selecionar torneios, rever mãos e situações de jogo.

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“Somos um time profissional, que surgiu de um grupo de amigos, então a gente acolhe todos que entram no time, como se fossem da nossa própria família e temos a intenção de chegar ao mais alto possível”, finalizou o jogador que mesmo tendo como principal objetivo os torneios online dos aplicativos está se dedicando no momento nas disputas de mais uma etapa do CPH, o campeonato paulista de poker realizado no “H2Club”, em São Paulo.  


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