Em vídeo publicado em seu canal oficial, a entidade explicou em detalhes os motivos que deixam claro um erro a favor do Imortal.
O Grêmio entrou em campo pelo Campeonato Brasileiro no último final de semana e saiu vitorioso, fazendo 2 a 1 e somando mais 3 pontos. A questão é que um lance em específico gerou polêmica, tanto que a CBF, em seu canal oficial no Youtube, “apontou” um erro da arbitragem ao não marcar uma penalidade a favor do Fluminense:
“Quem assume a frente da jogada? O jogador do Fluminense toma a frente do jogador, dentro de uma disputa leal, consegue ganhar a dianteira. A partir disso o cuidado passa a ter que ser do defensor. É hora do defensor diminuir a carga, senão ele vai assumir riscos de ser imprudente. Essa perna que o árbitro de vídeo analisa como natural, acidente, mas ele assume o risco porque perdeu a disputa com o corpo“, disse Seneme, que fez uma explicação:
“É mais ou menos, fazendo uma referência, um carro que está na frente e eu dirigindo começo a andar com meu carro atrás colado no da frente, isso é imprudência. Se ele frear forte ali, eu não tenho espaço. Por isso, na nossa visão, era sim situação de infração. Por mais que esse toque não tem intenção, isso é importante. Intenção ele não tem mesmo, ninguém está falando em intenção, mas tem imprudência”, salientou, sendo complementado por Péricles Bassols, que salientou ter ocorrido um equívoco do VAR ao não chamar o árbitro de campo para ver o pisão:
Árbitro de vídeo também errou em lance a favor do Grêmio:
“Para esse lance a gente espera que o trabalho de cabine seja baseado no que o árbitro viu e narrou. O árbitro está focado nessa primeira disputa, inclusive os dois corpos tampam a possibilidade dele de ver isso. O VAR entra numa análise apenas disso, sem perguntar ao árbitro de campo se ele viu esse contato. Porque na ação de trás, apesar de poder haver uma interpretação de que jogou a bola e foi tocado depois, que é o que o árbitro de vídeo acaba narrando. Diante da informação do campo, depois de perguntar, o campo diz: “Estou falando referente à disputa da frente”. Opa! Então você tem que vir aqui ver porque atrás eu tenho um contato com grande potencial de ser faltoso“, finalizou.
Em vídeo publicado em seu canal oficial, a entidade explicou em detalhes os motivos que deixam claro um erro a favor do Imortal.
O Grêmio entrou em campo pelo Campeonato Brasileiro no último final de semana e saiu vitorioso, fazendo 2 a 1 e somando mais 3 pontos. A questão é que um lance em específico gerou polêmica, tanto que a CBF, em seu canal oficial no Youtube, “apontou” um erro da arbitragem ao não marcar uma penalidade a favor do Fluminense:
“Quem assume a frente da jogada? O jogador do Fluminense toma a frente do jogador, dentro de uma disputa leal, consegue ganhar a dianteira. A partir disso o cuidado passa a ter que ser do defensor. É hora do defensor diminuir a carga, senão ele vai assumir riscos de ser imprudente. Essa perna que o árbitro de vídeo analisa como natural, acidente, mas ele assume o risco porque perdeu a disputa com o corpo“, disse Seneme, que fez uma explicação:
“É mais ou menos, fazendo uma referência, um carro que está na frente e eu dirigindo começo a andar com meu carro atrás colado no da frente, isso é imprudência. Se ele frear forte ali, eu não tenho espaço. Por isso, na nossa visão, era sim situação de infração. Por mais que esse toque não tem intenção, isso é importante. Intenção ele não tem mesmo, ninguém está falando em intenção, mas tem imprudência”, salientou, sendo complementado por Péricles Bassols, que salientou ter ocorrido um equívoco do VAR ao não chamar o árbitro de campo para ver o pisão:
A CBF divulgou o áudio do VAR com a análise do pênalti não marcado em Nino no último minuto de Grêmio 2 x 1 Fluminense. O chefe da comissão de arbitragem da entidade, Wilson Seneme, admitiu que a penalidade deveria ter sido marcada.🎥 CBF #ET #Fluminense pic.twitter.com/7Y2a6AWh1s— Explosão Tricolor (@ExploTricolor) August 15, 2023
Árbitro de vídeo também errou em lance a favor do Grêmio:
“Para esse lance a gente espera que o trabalho de cabine seja baseado no que o árbitro viu e narrou. O árbitro está focado nessa primeira disputa, inclusive os dois corpos tampam a possibilidade dele de ver isso. O VAR entra numa análise apenas disso, sem perguntar ao árbitro de campo se ele viu esse contato. Porque na ação de trás, apesar de poder haver uma interpretação de que jogou a bola e foi tocado depois, que é o que o árbitro de vídeo acaba narrando. Diante da informação do campo, depois de perguntar, o campo diz: “Estou falando referente à disputa da frente”. Opa! Então você tem que vir aqui ver porque atrás eu tenho um contato com grande potencial de ser faltoso“, finalizou.
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