Raposa e Galo não saíram do 0 a 0 no Gigante da Pampulha
Cruzeiro e Galo ficam no empate
Em partida realizada no Estádio do Mineirão, Cruzeiro e Atlético-MG mediram forças pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em campo, o jogo foi quente, mas o placar terminou da mesma forma que começou: 0 a 0.
Com o resultado, o Cabuloso perdeu a chance de dormir no G-4, enquanto o Galo se manteve distante do São Paulo, primeiro time dentro do G-6, posição que garante vaga na primeira fase da Libertadores.
Apesar do empate e do mando de campo ter sido da Raposa, o Galo teve boas chances e, de acordo com o técnico Gabriel Milito, conseguiu ter mais controle do jogo do que em outros duelos:
“Coletivamente, fizemos uma partida muito boa. Tivemos personalidade para ficar com a bola, e eles tiveram dificuldade de nos neutralizar. Em relação ao outro jogo, fomos melhor. Contra o Criciúma, tivemos muito controle. Contra o Corinthians, Vasco… Mas um sempre que mais, e eu quero mais. Não se pode conformar nunca”, declarou na coletiva.
Milito sente a pressão da torcida
Olhando para as estatísticas da partida, o Atlético realmente foi mais certeiro nas chances e construiu mais. Ao todo, foram 12 finalizações alvinegras contra apenas seis da Raposa.
Mesmo assim, os comandados de Fernando Seabra conseguiram segurar o empate dentro do Gigante da Pampulha. O ambiente do jogo, aliás, também foi tema da coletiva de Gabriel Milito:
“Estávamos na casa do nosso maior rival. Tínhamos, mais que nunca, sermos nós. Eles sabem fazer, mas precisavam mostrar em um clássico, ainda mais de visitante, com todo o público deles. O público empurra, mas no campo jogam 11 contra 11. Isso é a personalidade de ser mais forte”, finalizou.
Com o empate, o Cabuloso chegou aos 36 pontos e pode ser ultrapassado pelo São Paulo neste domingo (11). Durante a semana, o adversário será o Boca Juniors (ARG), pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana.
Cruzeirenses falam do duelo
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Cruzeiro e Galo ficam no empate
Em partida realizada no Estádio do Mineirão, Cruzeiro e Atlético-MG mediram forças pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em campo, o jogo foi quente, mas o placar terminou da mesma forma que começou: 0 a 0.
Com o resultado, o Cabuloso perdeu a chance de dormir no G-4, enquanto o Galo se manteve distante do São Paulo, primeiro time dentro do G-6, posição que garante vaga na primeira fase da Libertadores.
Apesar do empate e do mando de campo ter sido da Raposa, o Galo teve boas chances e, de acordo com o técnico Gabriel Milito, conseguiu ter mais controle do jogo do que em outros duelos:
“Coletivamente, fizemos uma partida muito boa. Tivemos personalidade para ficar com a bola, e eles tiveram dificuldade de nos neutralizar. Em relação ao outro jogo, fomos melhor. Contra o Criciúma, tivemos muito controle. Contra o Corinthians, Vasco… Mas um sempre que mais, e eu quero mais. Não se pode conformar nunca”, declarou na coletiva.
Milito sente a pressão da torcida
Olhando para as estatísticas da partida, o Atlético realmente foi mais certeiro nas chances e construiu mais. Ao todo, foram 12 finalizações alvinegras contra apenas seis da Raposa.
Mesmo assim, os comandados de Fernando Seabra conseguiram segurar o empate dentro do Gigante da Pampulha. O ambiente do jogo, aliás, também foi tema da coletiva de Gabriel Milito:
“Estávamos na casa do nosso maior rival. Tínhamos, mais que nunca, sermos nós. Eles sabem fazer, mas precisavam mostrar em um clássico, ainda mais de visitante, com todo o público deles. O público empurra, mas no campo jogam 11 contra 11. Isso é a personalidade de ser mais forte”, finalizou.
Com o empate, o Cabuloso chegou aos 36 pontos e pode ser ultrapassado pelo São Paulo neste domingo (11). Durante a semana, o adversário será o Boca Juniors (ARG), pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana.
Cruzeirenses falam do duelo”}]]
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