Bem-vindo à mais recente edição do nosso Focus Gaming News Weekend Conversation Corner, uma exploração concisa das principais manchetes da semana que têm chamado a atenção do mundo. Enquanto destilamos o furacão de eventos em um resumo claro e focado, abordaremos as histórias cruciais que moldaram a narrativa, influenciaram políticas e geraram discussões. Junte-se a nós enquanto filtramos o ruído e apresentamos uma visão geral resumida dos desenvolvimentos críticos da semana, mantendo você atualizado sobre o que realmente importa no mundo em constante evolução de hoje.
Fique informado, mantenha-se inspirado e continue jogando. Tenha um fim de semana maravilhoso pela frente!
Volume de transações financeiras do setor de apostas volta a crescer após queda de 76% no primeiro mês da regulamentação
O mercado de apostas online no Brasil passou por uma fase de adaptação à nova regulação, resultando em uma queda significativa nas transações financeiras. No entanto, a empresa Pay4Fun revelou que, após essa fase inicial, houve uma recuperação progressiva. Em março, a redução foi de 22% em relação ao ano anterior, e a partir de abril, as transações aumentaram em cerca de 1.973%. A empresa acredita que o volume de transferências continuará crescendo, estimando um aumento de 20% a 30% até o final do ano. Além disso, dados do Banco Central indicam que os sites de apostas online podem movimentar R$ 270 bilhões até o final de 2025, com grande parte desse valor vindo do lazer. A tendência é de crescimento nesse setor, com um aumento no número de usuários ativos e no volume de transações.
Entenda o projeto de lei que quer repassar recursos das bets para o Fundo Nacional do Esporte
O deputado federal Defensor Stélio Dener apresentou um projeto de lei que propõe destinar 1% da arrecadação dos jogos de azar online para o Fundo Nacional do Esporte (Fundesporte). Essa verba seria retirada do montante arrecadado pelas empresas de igaming, reduzindo a porcentagem destinada ao Ministério do Esporte de 22,1% para 21,1%. O Fundesporte financia a construção de ginásios, competições e formação de treinadores. O projeto ainda precisa ser aprovado pelas comissões do Esporte, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania, além de passar pelo Senado. Enquanto isso, uma audiência pública sobre a tributação das apostas esportivas foi cancelada, que teria a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Quatro audiências públicas estão agendadas para agosto para discutir o tema.
No caminho inverso do governo federal, capitais brasileiras reduzem impostos das bets
Várias cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Porto Alegre, Recife e Belo Horizonte, estão planejando incentivar empresas de apostas, enquanto o governo federal aumenta a tributação do setor. Belo Horizonte, por exemplo, propõe reduzir o ISSQN de 5% para 2% para atrair empresas de jogos. Outras cidades como Porto Alegre e Recife já adotaram essa alíquota menor. A disputa fiscal entre municípios e governo federal reflete a falta de regulamentação específica para o setor de apostas online. O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável expressou preocupação com o aumento da carga tributária. Além disso, o ministro da Fazenda participará de debates sobre a tributação das apostas esportivas e jogos online em uma comissão mista do Congresso Nacional. A medida provisória em questão aumenta a alíquota sobre o faturamento das casas de apostas de 12% para 18%.
Setor hoteleiro de luxo no Brasil destaca os benefícios que a regulamentação do jogo traria
O setor de turismo de alto nível discutiu as oportunidades proporcionadas pela aprovação do Projeto de Lei 2.234/22, que visa regulamentar jogos de azar no Brasil. Em uma reunião em São Paulo, executivos debateram a integração de cassinos e hotéis de luxo, estimando investimentos de até US$ 70 bilhões. Apesar do entusiasmo, a proposta enfrenta obstáculos políticos, sendo retirada da pauta do Senado. O projeto prevê autorização de cassinos por 30 anos, com alíquota de 17% sobre a receita líquida. Representantes do turismo defendem a regulamentação como estratégia para impulsionar o desenvolvimento econômico e posicionar o Brasil de forma competitiva internacionalmente.
Legalização de cassinos e bingos deve ser votada pelo Senado após recesso parlamentar
A legalização de cassinos, bingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalos no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei 2.234/2022, se aprovado, acabaria com a proibição dessas atividades em vigor desde 1946. Defensores argumentam que a legalização geraria bilhões em impostos e milhões de empregos. No entanto, há resistência de senadores conservadores, como Eduardo Girão. O relator do projeto, senador Irajá Silvestre, estima uma arrecadação de mais de R$ 33 bilhões com a legalização. O projeto também prevê regras para a instalação de cassinos, bingos, jogo do bicho, corridas de cavalos e caça-níqueis. A sociedade brasileira, segundo pesquisa, é favorável à legalização dos cassinos, indicando um possível avanço nesse setor.
Bem-vindo à mais recente edição do nosso Focus Gaming News Weekend Conversation Corner, uma exploração concisa das principais manchetes da semana que têm chamado a atenção do mundo. Enquanto destilamos o furacão de eventos em um resumo claro e focado, abordaremos as histórias cruciais que moldaram a narrativa, influenciaram políticas e geraram discussões. Junte-se a nós enquanto filtramos o ruído e apresentamos uma visão geral resumida dos desenvolvimentos críticos da semana, mantendo você atualizado sobre o que realmente importa no mundo em constante evolução de hoje.
Fique informado, mantenha-se inspirado e continue jogando. Tenha um fim de semana maravilhoso pela frente!
Volume de transações financeiras do setor de apostas volta a crescer após queda de 76% no primeiro mês da regulamentação
O mercado de apostas online no Brasil passou por uma fase de adaptação à nova regulação, resultando em uma queda significativa nas transações financeiras. No entanto, a empresa Pay4Fun revelou que, após essa fase inicial, houve uma recuperação progressiva. Em março, a redução foi de 22% em relação ao ano anterior, e a partir de abril, as transações aumentaram em cerca de 1.973%. A empresa acredita que o volume de transferências continuará crescendo, estimando um aumento de 20% a 30% até o final do ano. Além disso, dados do Banco Central indicam que os sites de apostas online podem movimentar R$ 270 bilhões até o final de 2025, com grande parte desse valor vindo do lazer. A tendência é de crescimento nesse setor, com um aumento no número de usuários ativos e no volume de transações.
Entenda o projeto de lei que quer repassar recursos das bets para o Fundo Nacional do Esporte
O deputado federal Defensor Stélio Dener apresentou um projeto de lei que propõe destinar 1% da arrecadação dos jogos de azar online para o Fundo Nacional do Esporte (Fundesporte). Essa verba seria retirada do montante arrecadado pelas empresas de igaming, reduzindo a porcentagem destinada ao Ministério do Esporte de 22,1% para 21,1%. O Fundesporte financia a construção de ginásios, competições e formação de treinadores. O projeto ainda precisa ser aprovado pelas comissões do Esporte, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania, além de passar pelo Senado. Enquanto isso, uma audiência pública sobre a tributação das apostas esportivas foi cancelada, que teria a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Quatro audiências públicas estão agendadas para agosto para discutir o tema.
No caminho inverso do governo federal, capitais brasileiras reduzem impostos das bets
Várias cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Porto Alegre, Recife e Belo Horizonte, estão planejando incentivar empresas de apostas, enquanto o governo federal aumenta a tributação do setor. Belo Horizonte, por exemplo, propõe reduzir o ISSQN de 5% para 2% para atrair empresas de jogos. Outras cidades como Porto Alegre e Recife já adotaram essa alíquota menor. A disputa fiscal entre municípios e governo federal reflete a falta de regulamentação específica para o setor de apostas online. O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável expressou preocupação com o aumento da carga tributária. Além disso, o ministro da Fazenda participará de debates sobre a tributação das apostas esportivas e jogos online em uma comissão mista do Congresso Nacional. A medida provisória em questão aumenta a alíquota sobre o faturamento das casas de apostas de 12% para 18%.
Setor hoteleiro de luxo no Brasil destaca os benefícios que a regulamentação do jogo traria
O setor de turismo de alto nível discutiu as oportunidades proporcionadas pela aprovação do Projeto de Lei 2.234/22, que visa regulamentar jogos de azar no Brasil. Em uma reunião em São Paulo, executivos debateram a integração de cassinos e hotéis de luxo, estimando investimentos de até US$ 70 bilhões. Apesar do entusiasmo, a proposta enfrenta obstáculos políticos, sendo retirada da pauta do Senado. O projeto prevê autorização de cassinos por 30 anos, com alíquota de 17% sobre a receita líquida. Representantes do turismo defendem a regulamentação como estratégia para impulsionar o desenvolvimento econômico e posicionar o Brasil de forma competitiva internacionalmente.
Legalização de cassinos e bingos deve ser votada pelo Senado após recesso parlamentar
A legalização de cassinos, bingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalos no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei 2.234/2022, se aprovado, acabaria com a proibição dessas atividades em vigor desde 1946. Defensores argumentam que a legalização geraria bilhões em impostos e milhões de empregos. No entanto, há resistência de senadores conservadores, como Eduardo Girão. O relator do projeto, senador Irajá Silvestre, estima uma arrecadação de mais de R$ 33 bilhões com a legalização. O projeto também prevê regras para a instalação de cassinos, bingos, jogo do bicho, corridas de cavalos e caça-níqueis. A sociedade brasileira, segundo pesquisa, é favorável à legalização dos cassinos, indicando um possível avanço nesse setor.
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