Governo derrubou 23 mil bets clandestinas, afirma SPA; entenda as medidas de combate a sites ilegais

A informação foi passada durante o 2º Fórum Consciência e Proteção dos Apostadores de Jogos On-line.


São Paulo.- O Ministério da Fazenda (MF), em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), derrubou cerca de 23 mil sites de igaming ilegais. A informação foi passada por Daniele Cardoso, secretária adjunta da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), durante o 2º Fórum Consciência e Proteção dos Apostadores de Jogos On-line, promovido pela plataforma de apostas Galerabet, em São Paulo (SP), na quinta-feira (30).

“Quando falamos dos [sites de apostas] ilegais é importante dizer que temos frentes nesse combate. Temos um acordo de cooperação técnica com a Anatel e quando identificamos um site ilegal, seja porque recebemos denúncias, seja porque existe uma área específica que faz esse monitoramento, seja porque temos um acordo de cooperação técnica com o Conar, que também nos reporta, fazemos a derrubada desses sites. E já estamos em quase 23 mil sites derrubados”, afirmou Cardoso.

Veja também: SPA, Anatel e ANJL assinam acordo de cooperação para combate ao mercado ilegal de apostas


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De acordo com a secretária adjunta, essa ação em parceria com a Anatel está sendo conduzida em paralelo a outras medidas como a regulamentação dos meios de pagamento. As restrições impostas para que as instituições financeiras (IFs) e de pagamentos (IPs) não operem com plataformas ilegais faz com que diminua a criação de novas bets irregulares.

“As IFs e IPs são obrigadas a monitorar, fiscalizar e, se perceberem algum movimento suspeito, precisam nos contar. Começamos a receber esses informes e a partir daí começamos a fazer uma análise. Já identificamos e começamos a reportar ao Bacen, à Polícia Federal e à Receita Federal. Paralelamente a isso, a gente caminha para a publicidade também”, disse Cardoso.

A representante da SPA relembrou outras medidas, como o estabelecimento do Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) de Saúde Mental e de Prevenção e Redução de Danos do Jogo Problemático. “Estamos próximos de sair com uma plataforma de autoexclusão centralizada. O cidadão, por meio disso, vai conseguir de uma única vez se excluir de todas as plataformas regulamentadas pela SPA”, declarou.

O CEO da Galerabet, Marcos Sabiá, comentou sobre a realização do fórum. “A Galerabet sempre se coloca numa posição de liderança e vanguarda, tratando de temas que vão além do mercado de jogos e impactam toda a sociedade. O combate aos efeitos nocivos do transtorno do jogo, o controle da publicidade e a promoção de uma indústria saudável são compromissos não apenas da empresa, mas de todo o setor regulamentado no Brasil”, afirmou.

“Queremos demonstrar que essa é uma indústria comprometida com o país, com valores éticos e com a construção de um caminho produtivo para a sociedade. Após décadas relegada à ilegalidade, essa atividade precisa desconstruir o estigma e reafirmar seu compromisso com a legalidade e o jogo responsável. Hoje, o setor gera bilhões em impostos e centenas de milhares de empregos, mostrando sua relevância econômica”, acrescentou Sabiá.

A informação foi passada durante o 2º Fórum Consciência e Proteção dos Apostadores de Jogos On-line.

São Paulo.- O Ministério da Fazenda (MF), em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), derrubou cerca de 23 mil sites de igaming ilegais. A informação foi passada por Daniele Cardoso, secretária adjunta da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), durante o 2º Fórum Consciência e Proteção dos Apostadores de Jogos On-line, promovido pela plataforma de apostas Galerabet, em São Paulo (SP), na quinta-feira (30).

“Quando falamos dos [sites de apostas] ilegais é importante dizer que temos frentes nesse combate. Temos um acordo de cooperação técnica com a Anatel e quando identificamos um site ilegal, seja porque recebemos denúncias, seja porque existe uma área específica que faz esse monitoramento, seja porque temos um acordo de cooperação técnica com o Conar, que também nos reporta, fazemos a derrubada desses sites. E já estamos em quase 23 mil sites derrubados”, afirmou Cardoso.

Veja também: SPA, Anatel e ANJL assinam acordo de cooperação para combate ao mercado ilegal de apostas

De acordo com a secretária adjunta, essa ação em parceria com a Anatel está sendo conduzida em paralelo a outras medidas como a regulamentação dos meios de pagamento. As restrições impostas para que as instituições financeiras (IFs) e de pagamentos (IPs) não operem com plataformas ilegais faz com que diminua a criação de novas bets irregulares.

“As IFs e IPs são obrigadas a monitorar, fiscalizar e, se perceberem algum movimento suspeito, precisam nos contar. Começamos a receber esses informes e a partir daí começamos a fazer uma análise. Já identificamos e começamos a reportar ao Bacen, à Polícia Federal e à Receita Federal. Paralelamente a isso, a gente caminha para a publicidade também”, disse Cardoso.

A representante da SPA relembrou outras medidas, como o estabelecimento do Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) de Saúde Mental e de Prevenção e Redução de Danos do Jogo Problemático. “Estamos próximos de sair com uma plataforma de autoexclusão centralizada. O cidadão, por meio disso, vai conseguir de uma única vez se excluir de todas as plataformas regulamentadas pela SPA”, declarou.

O CEO da Galerabet, Marcos Sabiá, comentou sobre a realização do fórum. “A Galerabet sempre se coloca numa posição de liderança e vanguarda, tratando de temas que vão além do mercado de jogos e impactam toda a sociedade. O combate aos efeitos nocivos do transtorno do jogo, o controle da publicidade e a promoção de uma indústria saudável são compromissos não apenas da empresa, mas de todo o setor regulamentado no Brasil”, afirmou.

“Queremos demonstrar que essa é uma indústria comprometida com o país, com valores éticos e com a construção de um caminho produtivo para a sociedade. Após décadas relegada à ilegalidade, essa atividade precisa desconstruir o estigma e reafirmar seu compromisso com a legalidade e o jogo responsável. Hoje, o setor gera bilhões em impostos e centenas de milhares de empregos, mostrando sua relevância econômica”, acrescentou Sabiá.

  


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