A iniciativa é uma parceria entre Ministério da Saúde, Ministério da Fazenda e o Hospital Sírio-Libanês.
Brasília.- Em dezembro, os Ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram um conjunto de medidas para prevenir o vício em jogos e apostas eletrônicas. A iniciativa, que é uma parceria com o Hospital Sírio-Libanês, foi oficializada na terça-feira (10). O governo federal publicou no Diário Oficial da União que serão repassados cerca de R$ 2,6 milhões (US$ 499.500).
Segundo o Ministério da Saúde, o foco seria a prevenção de danos físicos, mentais e financeiros associados ao comportamento compulsivo. A iniciativa é ligada ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).
Veja também: Governo lança plataforma para conter impactos das apostas online na saúde dos brasileiros
Segundo projeções governamentais, serão 450 atendimentos por mês que incluem diferentes abordagens, incluindo teleatendimentos. A previsão é que os acolhimentos sejam realizados até 31 de dezembro de 2026.
As pessoas que receberão os tratamentos são as consideradas em risco ou que já são diagnosticadas com Transtorno do Jogo. Esses pacientes serão integradas à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS.
Essas iniciativas integram o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado pelos ministros Alexandre Padilha e Fernando Haddad no final do ano passado. Outro ponto do acordo foi a criação de uma plataforma nacional de autoexclusão. Desde o lançamento da ferramenta, mais de 200 mil pessoas solicitaram ser retiradas de plataformas de apostas.
Além da autoexclusão, o governo disponibilizará orientações sobre onde buscar ajuda na rede pública, com informações no aplicativo Meu SUS Digital e na Ouvidoria do SUS. A Saúde também lançou a Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que reúne diretrizes clínicas e prevê atendimentos presenciais e online.
Os profissionais dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e outros hospitais vão receber treinamentos para atender pessoas com sinais de jogo compulsivo.
A iniciativa é uma parceria entre Ministério da Saúde, Ministério da Fazenda e o Hospital Sírio-Libanês.
Brasília.- Em dezembro, os Ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram um conjunto de medidas para prevenir o vício em jogos e apostas eletrônicas. A iniciativa, que é uma parceria com o Hospital Sírio-Libanês, foi oficializada na terça-feira (10). O governo federal publicou no Diário Oficial da União que serão repassados cerca de R$ 2,6 milhões (US$ 499.500).
Segundo o Ministério da Saúde, o foco seria a prevenção de danos físicos, mentais e financeiros associados ao comportamento compulsivo. A iniciativa é ligada ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).
Veja também: Governo lança plataforma para conter impactos das apostas online na saúde dos brasileiros
Segundo projeções governamentais, serão 450 atendimentos por mês que incluem diferentes abordagens, incluindo teleatendimentos. A previsão é que os acolhimentos sejam realizados até 31 de dezembro de 2026.
As pessoas que receberão os tratamentos são as consideradas em risco ou que já são diagnosticadas com Transtorno do Jogo. Esses pacientes serão integradas à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS.
Essas iniciativas integram o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado pelos ministros Alexandre Padilha e Fernando Haddad no final do ano passado. Outro ponto do acordo foi a criação de uma plataforma nacional de autoexclusão. Desde o lançamento da ferramenta, mais de 200 mil pessoas solicitaram ser retiradas de plataformas de apostas.
Além da autoexclusão, o governo disponibilizará orientações sobre onde buscar ajuda na rede pública, com informações no aplicativo Meu SUS Digital e na Ouvidoria do SUS. A Saúde também lançou a Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que reúne diretrizes clínicas e prevê atendimentos presenciais e online.
Os profissionais dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e outros hospitais vão receber treinamentos para atender pessoas com sinais de jogo compulsivo.
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