A Groove confirmou presença no SiGMA Africa Summit, que acontecerá na próxima semana na Cidade do Cabo. O movimento reforça a estratégia da empresa de ampliar sua atuação no mercado africano de iGaming. Além disso, a companhia demonstra interesse em construir presença sustentável na região que mais cresce no setor global.
O mercado africano avança em ritmo acelerado, portanto, a Groove chegará ao evento não como observadora, mas como participante ativa. A empresa levará sua abordagem chamada “Unseen Architecture”, focada em escalabilidade, conformidade regulatória e adaptação local.
África apresenta crescimento acelerado e ambiente mobile-first
Yahale Meltzer, fundador e CEO da Groove, liderará a delegação no evento. Segundo ele, a África representa um cenário único.
“A África não é um mercado emergente. É um universo emergente. Por exemplo, a população jovem, o alto engajamento mobile e o avanço das fintechs”. Além disso, ele ressaltou que o continente exige escuta ativa e adaptação constante.
O ambiente africano opera majoritariamente via dispositivos móveis. Atualmente, mais de 90% das interações de iGaming acontecem pelo celular. Dessa forma, o desktop praticamente não participa da jornada do usuário.
Ao mesmo tempo, sistemas de pagamento mobile ampliam o acesso. Plataformas como M-Pesa permitem que milhões de usuários antes desbancarizados ingressem no ecossistema digital. Consequentemente, o mercado ganha escala com rapidez.
Em paralelo, mercados como Nigéria, Quênia e África do Sul avançam em estrutura regulatória. Assim, operadores licenciados encontram maior previsibilidade jurídica.
Estratégia da Groove foca em parcerias e presença de longo prazo
Diante desse cenário, a Groove definiu quatro objetivos principais para o evento. Primeiro, buscar parcerias relevantes com operadores locais e internacionais. O encontro reúne empresas africanas ambiciosas e grupos globais interessados na região.
Além disso, a empresa pretende aprofundar sua inteligência regional. Meltzer foi direto sobre esse ponto. “O cenário regulatório na África não é homogêneo. O que funciona em Lagos exige adaptação em Nairobi e algo diferente em Johannesburg.”
Conforme ele, relatórios ajudam, porém o contato direto gera compreensão real das nuances locais. Portanto, a presença física no evento torna-se estratégica.
A empresa também quer oferecer caminhos de crescimento personalizados para operadores africanos. Por fim, a Groove reforça sua visão de longo prazo no continente.
“Não estamos indo para distribuir folhetos e voltar para casa”, afirma Meltzer. “Estamos indo para ouvir, aprender e encontrar parceiros.”
Ele concluiu com uma metáfora alinhada à identidade da marca: “O ritmo da África está crescendo. Estamos aqui para acompanhar esse Groove.”
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