Isso já chegou até ao Santos: Bruno Arleu de Araújo não alivia e polêmica recebe ‘ponto final’ da CBF

Wilson Seneme, chefe de arbitragem da CBF, se posicionou sobre a situação do pênalti polêmico marcado favorável ao Alvinegro

Em relação ao Santos, o principal assunto sobre o Peixe diz respeito a um pênalti polêmico marcado no último jogo da equipe da Baixada Santista. O time venceu o Alvinegro Praiano por 4 a 3 Goiás, mas o último gol foi marcado em uma penalidade que deu o que falar no futebol brasileiro.


No programa Papo de Arbitragem, que repercute as decisões tomadas pelos juízes na rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, o chefe de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Wilson Seneme, falou sobre o lance. Em seu pronunciamento, ele deixou claro que houve um erro e que Bruno Arleu errou em dar o pênalti.

“Estamos mostrando o lance do final do jogo, extremamente difícil e equilibrado. Se nota que é uma bola que vai ser alçada na área e o árbitro já se posiciona de frente para a ação, como é feita a instrução. Ele deixa de olhar inclusive a trajetória dessa bola para ficar focado no bloco de jogadores e estar atento a disputa”, iniciou Seneme.

O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF Wilson Seneme, mostrou em detalhes o erro do árbitro Bruno Arleu, que culminou na derrota do Goiás para o Santos no último domingo.


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— Marcio Hawk_ (@MarcioHawk_) July 11, 2023

“O que a gente escuta é que desde o começo, a construção e a comunicação do árbitro são muito igual a construção do lance analisado entre Palmeiras e Flamengo. O árbitro interpreta a ação. Só que na nossa visão, nesse caso específico, é uma interpretação que não foi legal, bem uma boa interpretação que foi correta. Para nós essa situação ombro a ombro, apesar de não haver a presença ainda da bola, entendemos futebol, é uma bola viajada e o defensor está marcando o território. Quando ele joga o ombro, ele não jogou o braço ou empurrou. Na nossa visão, ombro a ombro no adversário com uma força proporcional. O árbitro de vídeo conseguiu identificar, mas o Bruno Arleu não”, continuou o chefe de arbitragem da CBF.

“Nós entendemos sim que é um erro, o pênalti não deveria ter sido marcado. É uma jogada que colocamos em um grupo de onze instrutores e foi unânime. Os onze instrutores entenderam como não pênalti. A gente tem a caracterização de um erro claro do árbitro e de uma interpretação errônea. Por isso, ele é chamado a revisão. Precisamos trabalhar e muito. Um jogo de alto nível e é um árbitro internacional, precisamos trabalhar ele. Ele vai estar passando pelo programa de desenvolvimento da arbitragem para que ele possa se recuperar disso”, finalizou.

Wilson Seneme, chefe de arbitragem da CBF, se posicionou sobre a situação do pênalti polêmico marcado favorável ao Alvinegro

Em relação ao Santos, o principal assunto sobre o Peixe diz respeito a um pênalti polêmico marcado no último jogo da equipe da Baixada Santista. O time venceu o Alvinegro Praiano por 4 a 3 Goiás, mas o último gol foi marcado em uma penalidade que deu o que falar no futebol brasileiro.

No programa Papo de Arbitragem, que repercute as decisões tomadas pelos juízes na rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, o chefe de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Wilson Seneme, falou sobre o lance. Em seu pronunciamento, ele deixou claro que houve um erro e que Bruno Arleu errou em dar o pênalti.

“Estamos mostrando o lance do final do jogo, extremamente difícil e equilibrado. Se nota que é uma bola que vai ser alçada na área e o árbitro já se posiciona de frente para a ação, como é feita a instrução. Ele deixa de olhar inclusive a trajetória dessa bola para ficar focado no bloco de jogadores e estar atento a disputa”, iniciou Seneme.

O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF Wilson Seneme, mostrou em detalhes o erro do árbitro Bruno Arleu, que culminou na derrota do Goiás para o Santos no último domingo. 🎥 CBF TV pic.twitter.com/fnraVmPEwW— Marcio Hawk_ (@MarcioHawk_) July 11, 2023

“O que a gente escuta é que desde o começo, a construção e a comunicação do árbitro são muito igual a construção do lance analisado entre Palmeiras e Flamengo. O árbitro interpreta a ação. Só que na nossa visão, nesse caso específico, é uma interpretação que não foi legal, bem uma boa interpretação que foi correta. Para nós essa situação ombro a ombro, apesar de não haver a presença ainda da bola, entendemos futebol, é uma bola viajada e o defensor está marcando o território. Quando ele joga o ombro, ele não jogou o braço ou empurrou. Na nossa visão, ombro a ombro no adversário com uma força proporcional. O árbitro de vídeo conseguiu identificar, mas o Bruno Arleu não”, continuou o chefe de arbitragem da CBF.

“Nós entendemos sim que é um erro, o pênalti não deveria ter sido marcado. É uma jogada que colocamos em um grupo de onze instrutores e foi unânime. Os onze instrutores entenderam como não pênalti. A gente tem a caracterização de um erro claro do árbitro e de uma interpretação errônea. Por isso, ele é chamado a revisão. Precisamos trabalhar e muito. Um jogo de alto nível e é um árbitro internacional, precisamos trabalhar ele. Ele vai estar passando pelo programa de desenvolvimento da arbitragem para que ele possa se recuperar disso”, finalizou.  


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