Julgamento de Bruno Henrique no STJD por fraude em apostas será nesta quinta-feira (4); atacante pode ser suspenso por dois anos

A procuradoria pretende usar confissão de apostador como prova contra o atacante.


O jogador de futebol Bruno Henrique será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira (4). O atacante é suspeito de ter recebido um cartão amarelo de propósito para beneficiar um esquema de fraude em apostas esportivas.

Segundo o STJD, o atleta feriu dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Bruno é acusado de ir contra o Artigo 243, que trata sobre prejudicar a própria equipe esportiva, e também o Artigo 243-A, que aborda a manipulação do resultado de uma partida.

Caso seja considerado culpado, o atacante do Flamengo pode ser suspenso por até dois anos, além de precisar pagar multa de até R$ 200 mil (US$ 36.570). O processo envolve ainda outras quatro pessoas, entre elas Wander Nunes Pinto Júnior, irmão de Bruno Henrique. Os outros três envolvidos são amigos de Wander: Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Andryl Sales Nascimento dos Reis e Douglas Ribeiro Pina Barcelos.


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Veja também: STJD denuncia Bruno Henrique por manipulação de apostas; entenda as possíveis consequências

Segundo o que publicou o ge, Wander, Claudinei, Andryl e Douglas são jogadores amadores de futebol e, por isso, também estão sujeitos ao julgamento do STJD.

A Procuradoria do STJD pretende utilizar um depoimento prestado por Douglas Barcelos como prova contra o Bruno. O material se trata de um vídeo em que Barcelos confirma ao Ministério Público que sabia que o jogador do Flamengo tomaria o cartão amarelo.

Ainda de acordo com ge, Barcelos teria dado o depoimento em um acordo de não persecução penal na justiça comum. Douglas concordou em fazer a confissão, pagar uma multa de R$ 2,3 mil (US$ 420) e realizar 360 horas de serviço comunitário para não ser processado pelo crime de estelionato.

Bruno Henrique e Wander também serão julgados na justiça comum. Eles foram tornados réus por fraude em apostas esportivas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O lance que deu origem à investigação foi em uma partida contra o Santos pelo Campeonato Brasileiro Série A de 2023.

A procuradoria pretende usar confissão de apostador como prova contra o atacante.

O jogador de futebol Bruno Henrique será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira (4). O atacante é suspeito de ter recebido um cartão amarelo de propósito para beneficiar um esquema de fraude em apostas esportivas.

Segundo o STJD, o atleta feriu dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Bruno é acusado de ir contra o Artigo 243, que trata sobre prejudicar a própria equipe esportiva, e também o Artigo 243-A, que aborda a manipulação do resultado de uma partida.

Caso seja considerado culpado, o atacante do Flamengo pode ser suspenso por até dois anos, além de precisar pagar multa de até R$ 200 mil (US$ 36.570). O processo envolve ainda outras quatro pessoas, entre elas Wander Nunes Pinto Júnior, irmão de Bruno Henrique. Os outros três envolvidos são amigos de Wander: Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Andryl Sales Nascimento dos Reis e Douglas Ribeiro Pina Barcelos.

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Segundo o que publicou o ge, Wander, Claudinei, Andryl e Douglas são jogadores amadores de futebol e, por isso, também estão sujeitos ao julgamento do STJD.

A Procuradoria do STJD pretende utilizar um depoimento prestado por Douglas Barcelos como prova contra o Bruno. O material se trata de um vídeo em que Barcelos confirma ao Ministério Público que sabia que o jogador do Flamengo tomaria o cartão amarelo.

Ainda de acordo com ge, Barcelos teria dado o depoimento em um acordo de não persecução penal na justiça comum. Douglas concordou em fazer a confissão, pagar uma multa de R$ 2,3 mil (US$ 420) e realizar 360 horas de serviço comunitário para não ser processado pelo crime de estelionato.

Bruno Henrique e Wander também serão julgados na justiça comum. Eles foram tornados réus por fraude em apostas esportivas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O lance que deu origem à investigação foi em uma partida contra o Santos pelo Campeonato Brasileiro Série A de 2023.

  


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