Juiz federal autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal da Pixbet e de instituições financeiras.
Paraíba.- A empresa de apostas esportivas Pixbet e cinco companhias de pagamento que atuam no setor de igaming estão sendo investigadas por suspeita de crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e operação irregular de instituição financeira. A Justiça Federal da Paraíba autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal dessas empresas e também de pessoas físicas ligadas ao caso.
De acordo com o que publicou o site Política da Paraíba, a decisão de quebra dos sigilos foi assinada pelo juiz federal Vinícius Costa Vidor. As empresas estariam envolvidas em um suposto esquema que teria movimentado bilhões de reais entre os anos de 2021 e 2025.
Veja também: Polícia Civil deflagra operação contra influenciadores que divulgam jogos ilegais
Segundo o processo judicial, as apurações das suspeitas começaram no ano de 2022 e foram conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público Federal da Paraíba (Gaeco/MPF-PB). O órgão teria identificado a existência de empresas em Campina Grande (PB) que operavam transferências bancárias com companhias com sede no exterior.
A suspeita é de que os jogadores brasileiros compravam créditos de apostas em dólares em transições que não geravam um registro oficial de câmbio. Para a Justiça, isso se enquadraria como evasão de divisas.
Entre os investigados no inquérito, estão os empresários Enzo Stephani Rodrigues Ribeiro, Ernildo Júnior de Farias Silva, Diomar Tadeu Dantas de Farias, Daniel Gomes da Silva e Sérgio Augusto da Motta, além de outros sócios.
As movimentações financeiras suspeitas teriam sido feitas entre as empresas: Pixbet Soluções Tecnológicas Ltda, Brasfichas Tecnologia e Agenciamento de Serviços Ltda, BrasGaming Consultoria e Serviços Ltda, Anspace Instituição de Pagamento Ltda (AnSpacePay), BPay Soluções de Pagamentos Ltda e Pixuol Serviços Tecnológicos e Cobrança Ltda.
O juiz determinou que os investigados enviem todas as informações bancárias, incluindo cartões, Pix e investimentos de pessoas físicas e jurídicas dos últimos cinco anos.
Juiz federal autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal da Pixbet e de instituições financeiras.
Paraíba.- A empresa de apostas esportivas Pixbet e cinco companhias de pagamento que atuam no setor de igaming estão sendo investigadas por suspeita de crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e operação irregular de instituição financeira. A Justiça Federal da Paraíba autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal dessas empresas e também de pessoas físicas ligadas ao caso.
De acordo com o que publicou o site Política da Paraíba, a decisão de quebra dos sigilos foi assinada pelo juiz federal Vinícius Costa Vidor. As empresas estariam envolvidas em um suposto esquema que teria movimentado bilhões de reais entre os anos de 2021 e 2025.
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Segundo o processo judicial, as apurações das suspeitas começaram no ano de 2022 e foram conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público Federal da Paraíba (Gaeco/MPF-PB). O órgão teria identificado a existência de empresas em Campina Grande (PB) que operavam transferências bancárias com companhias com sede no exterior.
A suspeita é de que os jogadores brasileiros compravam créditos de apostas em dólares em transições que não geravam um registro oficial de câmbio. Para a Justiça, isso se enquadraria como evasão de divisas.
Entre os investigados no inquérito, estão os empresários Enzo Stephani Rodrigues Ribeiro, Ernildo Júnior de Farias Silva, Diomar Tadeu Dantas de Farias, Daniel Gomes da Silva e Sérgio Augusto da Motta, além de outros sócios.
As movimentações financeiras suspeitas teriam sido feitas entre as empresas: Pixbet Soluções Tecnológicas Ltda, Brasfichas Tecnologia e Agenciamento de Serviços Ltda, BrasGaming Consultoria e Serviços Ltda, Anspace Instituição de Pagamento Ltda (AnSpacePay), BPay Soluções de Pagamentos Ltda e Pixuol Serviços Tecnológicos e Cobrança Ltda.
O juiz determinou que os investigados enviem todas as informações bancárias, incluindo cartões, Pix e investimentos de pessoas físicas e jurídicas dos últimos cinco anos.
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