As autoridades concluíram que o grupo atuou diretamente com jogadores para influenciar o resultado de partidas do Campeonato Brasiliense de Futebol.
Distrito Federal.- A Justiça do Distrito Federal condenou quatro réus por manipulação de resultados de partidas do Campeonato Brasiliense de Futebol. Os quatro envolvidos foram denunciados em novembro de 2024 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da unidade federativa (MPDF).
O MPDF denunciou, como parte da Operação Fim de Jogo, um grupo que supostamente atuava de forma estruturada para convencer atletas a combinar ações que mudariam aspectos de partidas de futebol para beneficiar apostadores.
Veja também: Governo Federal cria política nacional para combater fraudes e manipulação no esporte
Segundo o Ministério Público, o Gaeco identificou “padrões anômalos de apostas, comunicações financeiras suspeitas e análises detalhadas dos lances das partidas, que evidenciaram condutas esportivas consideradas fraudulentas”.
Na sentença, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) considerou o empresário de atletas William Pereira Rogatto como líder do esquema. Rogatto depôs na CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas em outubro de 2024.
Na oportunidade, o empresário confessou ter participado de um esquema de manipulação de jogos na competição do Distrito Federal e que teria contribuído para o rebaixamento de 42 equipes do futebol brasileiro. Rogatto recebeu a pena de 13 anos e seis meses de reclusão, a ser cumprida em regime fechado, além de multa.
Também foi condenado Amauri Pereira dos Santos, considerado “braço direito” de Rogatto no esquema. Santos recebeu pena de 11 anos e dez meses de reclusão em regime fechado e multa. Os jogadores de futebol Alexandre Batista Damasceno e Nathan Henrique Gama da Silva receberam penas fixadas em sete anos de reclusão cada um, além de multa.
Os quatro condenados, segundo o TJDFT, atuavam pelo clube Sociedade Esportiva Santa Maria quando realizaram o esquema. O grupo teria divisão de tarefas e o envolvimento do departamento de futebol do time. Segundo os magistrados, a organização criminosa se aproveitou da fragilidade financeira do clube para oferecer dinheiro em troca das fraudes.
As autoridades concluíram que o grupo atuou diretamente com jogadores para influenciar o resultado de partidas do Campeonato Brasiliense de Futebol.
Distrito Federal.- A Justiça do Distrito Federal condenou quatro réus por manipulação de resultados de partidas do Campeonato Brasiliense de Futebol. Os quatro envolvidos foram denunciados em novembro de 2024 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da unidade federativa (MPDF).
O MPDF denunciou, como parte da Operação Fim de Jogo, um grupo que supostamente atuava de forma estruturada para convencer atletas a combinar ações que mudariam aspectos de partidas de futebol para beneficiar apostadores.
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Segundo o Ministério Público, o Gaeco identificou “padrões anômalos de apostas, comunicações financeiras suspeitas e análises detalhadas dos lances das partidas, que evidenciaram condutas esportivas consideradas fraudulentas”.
Na sentença, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) considerou o empresário de atletas William Pereira Rogatto como líder do esquema. Rogatto depôs na CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas em outubro de 2024.
Na oportunidade, o empresário confessou ter participado de um esquema de manipulação de jogos na competição do Distrito Federal e que teria contribuído para o rebaixamento de 42 equipes do futebol brasileiro. Rogatto recebeu a pena de 13 anos e seis meses de reclusão, a ser cumprida em regime fechado, além de multa.
Também foi condenado Amauri Pereira dos Santos, considerado “braço direito” de Rogatto no esquema. Santos recebeu pena de 11 anos e dez meses de reclusão em regime fechado e multa. Os jogadores de futebol Alexandre Batista Damasceno e Nathan Henrique Gama da Silva receberam penas fixadas em sete anos de reclusão cada um, além de multa.
Os quatro condenados, segundo o TJDFT, atuavam pelo clube Sociedade Esportiva Santa Maria quando realizaram o esquema. O grupo teria divisão de tarefas e o envolvimento do departamento de futebol do time. Segundo os magistrados, a organização criminosa se aproveitou da fragilidade financeira do clube para oferecer dinheiro em troca das fraudes.
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