Lewis Hamilton faz fortes relatos sobre depressão e bullying

O piloto trocará a Mercedes pela Ferrari, na temporada 2025

Tem lenha pra queimar

Com impressionantes sete títulos mundiais, o britânico Lewis Hamilton, de 39 anos, não está mais no auge da sua carreira, mas ainda continua sendo um grande piloto. Lewis, relatou que ainda tem muito a oferecer ao esporte, e vai trocar sua equipe Mercedes pela Ferrari, iniciando uma nova era na F1.

Fez fortes relatos


Em entrevista ao The Times, o veterano fez fortes relatos sobre sua luta com saúde mental, depressão e bullying.

“Depressão. Desde muito jovem, por volta dos 13 anos. Acredito que foi devido à pressão das competições e aos desafios na escola. O bullying. Eu não tinha ninguém com quem pudesse conversar.”, desabafou Lewis.

Além disso, chegou a sofrer racismo, pois era um dos poucos negros no esporte, e também na escola em que estudava, demonstrava dificuldade, pois era tímido e tinha dislexia não diagnosticada. O piloto destacou que tem conseguido controlar suas emoções, onde está aprendendo a lidar sozinho com essas questões.


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“No começo, eu não sabia lidar com isso. Eram dias realmente difíceis, em que você só queria se esconder“, admitiu. No entanto, com o passar do tempo, ele aprendeu a importância de cuidar de sua saúde mental, algo que se tornou uma prioridade em sua vida.

“Você começa a aprender sobre as coisas que herdou dos seus pais, percebendo esses padrões, como reage às situações, e como pode mudá-las. Então, algo que poderia me aborrecer no passado já não me afeta hoje. Estou muito mais equilibrado.”, explicou ele.

Teve que lidar com a tragédia

Fã de Ayrton Senna desde a infância, Hamilton lembra com tristeza do dia em que seu ídolo faleceu, em 1994.

“Eu estava com meu pai, trabalhando no kart. Lembro de ir para um lugar afastado e chorar, gritando bastante. Eu tinha apenas nove anos e não podia chorar na frente do meu pai, ele não era esse tipo de pessoa.”, compartilhou o britânico.

Em 2017, o destino trouxe uma homenagem especial a Hamilton. Ao igualar o número de pole positions de Senna durante o GP do Canadá, ele foi presenteado pela família de Ayrton com um capacete original do ícone brasileiro, um dos momentos mais emocionantes de sua carreira.

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Tem lenha pra queimar

Com impressionantes sete títulos mundiais, o britânico Lewis Hamilton, de 39 anos, não está mais no auge da sua carreira, mas ainda continua sendo um grande piloto. Lewis, relatou que ainda tem muito a oferecer ao esporte, e vai trocar sua equipe Mercedes pela Ferrari, iniciando uma nova era na F1.

Fez fortes relatos

Em entrevista ao The Times, o veterano fez fortes relatos sobre sua luta com saúde mental, depressão e bullying.

“Depressão. Desde muito jovem, por volta dos 13 anos. Acredito que foi devido à pressão das competições e aos desafios na escola. O bullying. Eu não tinha ninguém com quem pudesse conversar.”, desabafou Lewis.

Além disso, chegou a sofrer racismo, pois era um dos poucos negros no esporte, e também na escola em que estudava, demonstrava dificuldade, pois era tímido e tinha dislexia não diagnosticada. O piloto destacou que tem conseguido controlar suas emoções, onde está aprendendo a lidar sozinho com essas questões.

“No começo, eu não sabia lidar com isso. Eram dias realmente difíceis, em que você só queria se esconder“, admitiu. No entanto, com o passar do tempo, ele aprendeu a importância de cuidar de sua saúde mental, algo que se tornou uma prioridade em sua vida.

“Você começa a aprender sobre as coisas que herdou dos seus pais, percebendo esses padrões, como reage às situações, e como pode mudá-las. Então, algo que poderia me aborrecer no passado já não me afeta hoje. Estou muito mais equilibrado.”, explicou ele.

Teve que lidar com a tragédia

Fã de Ayrton Senna desde a infância, Hamilton lembra com tristeza do dia em que seu ídolo faleceu, em 1994.

“Eu estava com meu pai, trabalhando no kart. Lembro de ir para um lugar afastado e chorar, gritando bastante. Eu tinha apenas nove anos e não podia chorar na frente do meu pai, ele não era esse tipo de pessoa.”, compartilhou o britânico.

Em 2017, o destino trouxe uma homenagem especial a Hamilton. Ao igualar o número de pole positions de Senna durante o GP do Canadá, ele foi presenteado pela família de Ayrton com um capacete original do ícone brasileiro, um dos momentos mais emocionantes de sua carreira.”}]] 


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