A empresa concessionária da Loteria de São Paulo poderá explorar todos os jogos lotéricos permitidos pela legislação federal.
São Paulo.- O Consórcio SP Loterias assinou, na sexta-feira (2), o contrato para assumir o serviço público lotérico do estado de São Paulo. O grupo foi o segundo colocado no certame realizado em 2024, mas que acabou ficando com a posição porque a empresa escolhida inicialmente não pagou ao governo paulista a outorga que havia se comprometido.
O documento foi oficializado após o Consórcio SP Loterias, formado pelas empresas Brightstar Lottery e Scientific Games, pagar a outorga no valor de R$ 526,5 milhões (US$ 98 mi), correspondente ao segundo maior lance na licitação. A Brightstar, ex-IGT Global Services, já administra os serviços lotéricos do estado de Minas Gerais.
Veja também: Governo de São Paulo prevê arrecadação de R$ 3,4 bilhões com loteria estadual
A companhia administradora da Loteria de São Paulo poderá explorar todos os jogos lotéricos permitidos pela legislação federal, a exemplo de modalidades como loteria de prognóstico, esportiva, passiva e instantânea.
A empresa concessionária poderá explorar os jogos de maneira física ou virtual. O projeto prevê a implantação 31 pontos de vendas exclusivos e mais de 11 mil pontos não exclusivos em todo o território de São Paulo. Essas unidades de comercialização deverão ficar a pelo menos 300 metros de distância de creches ou unidades de ensino básico e fundamental.
O tempo de contrato é de 15 anos. A estimativa do governo paulista é arrecadar R$ 3,4 bilhões (US$ 632,5 mi) com outorgas variáveis e impostos nesse período.
A empresa concessionária da Loteria de São Paulo poderá explorar todos os jogos lotéricos permitidos pela legislação federal.
São Paulo.- O Consórcio SP Loterias assinou, na sexta-feira (2), o contrato para assumir o serviço público lotérico do estado de São Paulo. O grupo foi o segundo colocado no certame realizado em 2024, mas que acabou ficando com a posição porque a empresa escolhida inicialmente não pagou ao governo paulista a outorga que havia se comprometido.
O documento foi oficializado após o Consórcio SP Loterias, formado pelas empresas Brightstar Lottery e Scientific Games, pagar a outorga no valor de R$ 526,5 milhões (US$ 98 mi), correspondente ao segundo maior lance na licitação. A Brightstar, ex-IGT Global Services, já administra os serviços lotéricos do estado de Minas Gerais.
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A companhia administradora da Loteria de São Paulo poderá explorar todos os jogos lotéricos permitidos pela legislação federal, a exemplo de modalidades como loteria de prognóstico, esportiva, passiva e instantânea.
A empresa concessionária poderá explorar os jogos de maneira física ou virtual. O projeto prevê a implantação 31 pontos de vendas exclusivos e mais de 11 mil pontos não exclusivos em todo o território de São Paulo. Essas unidades de comercialização deverão ficar a pelo menos 300 metros de distância de creches ou unidades de ensino básico e fundamental.
O tempo de contrato é de 15 anos. A estimativa do governo paulista é arrecadar R$ 3,4 bilhões (US$ 632,5 mi) com outorgas variáveis e impostos nesse período.
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