Mais de 300 mil brasileiros pedem autoexclusão de sites de apostas online

Esse número corresponde a quem já tinha cadastro em sites de apostas e aqueles que nem chegaram a criar perfis nas plataformas.


Brasília.- 326 mil pessoas já solicitação a exclusão de plataformas de apostas esportivas, de acordo com o que divulgou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República na sexta-feira (27). Os pedidos foram feitos através da Plataforma Centralizada de Autoexclusão.

A ferramenta permite que qualquer cidadão bloqueie voluntariamente o próprio acesso a sites de apostas e deixe de receber publicidade do setor por um período determinado ou indeterminado. A funcionalidade é válida também para quem não fez nenhum cadastro em plataformas de igaming.

Veja também: Federação Paulista de Futebol determina que árbitros se cadastrem em plataforma de autoexclusão


iGaming & Gaming International Expo - IGI

Lançada em dezembro, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão permite ao cidadão bloquear, de uma só vez, o acesso a todos os sites de apostas autorizados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF). O serviço pode ser acessado em gov.br/autoexclusaoapostas.

A autoexclusão individual em cada empresa continua disponível. A nova plataforma também oferece informações sobre pontos do Sistema Único de Saúde (SUS) onde o cidadão pode buscar apoio em saúde mental.

O acesso à plataforma exige conta Gov.br de nível prata ou ouro. O usuário deve selecionar o período de autoexclusão, que pode variar de 1 a 12 meses. Após a escolha, não é possível reverter a decisão até o fim do prazo. Também existe a opção de autoexclusão por tempo indeterminado; nesse caso, o pedido pode ser cancelado em até 30 dias.

O sistema pergunta ao usuário o motivo da autoexclusão, como decisão voluntária, dificuldades financeiras, recomendação de profissional de saúde, perda de controle ou prevenção ao uso indevido de dados, embora a resposta seja opcional.

Depois da confirmação dos termos de uso e dos dados pessoais, o cidadão recebe um documento com o registro da autoexclusão.

Segundo a SPA, os operadores recebem automaticamente o aviso e têm até 72 horas para bloquear o acesso dos usuários. A plataforma de autoexclusão reúne diversas funcionalidades relacionadas ao tema e inclui testes de saúde mental e links informativos do Ministério da Saúde.

Esse número corresponde a quem já tinha cadastro em sites de apostas e aqueles que nem chegaram a criar perfis nas plataformas.

Brasília.- 326 mil pessoas já solicitação a exclusão de plataformas de apostas esportivas, de acordo com o que divulgou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República na sexta-feira (27). Os pedidos foram feitos através da Plataforma Centralizada de Autoexclusão.

A ferramenta permite que qualquer cidadão bloqueie voluntariamente o próprio acesso a sites de apostas e deixe de receber publicidade do setor por um período determinado ou indeterminado. A funcionalidade é válida também para quem não fez nenhum cadastro em plataformas de igaming.

Veja também: Federação Paulista de Futebol determina que árbitros se cadastrem em plataforma de autoexclusão

Lançada em dezembro, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão permite ao cidadão bloquear, de uma só vez, o acesso a todos os sites de apostas autorizados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF). O serviço pode ser acessado em gov.br/autoexclusaoapostas.

A autoexclusão individual em cada empresa continua disponível. A nova plataforma também oferece informações sobre pontos do Sistema Único de Saúde (SUS) onde o cidadão pode buscar apoio em saúde mental.

O acesso à plataforma exige conta Gov.br de nível prata ou ouro. O usuário deve selecionar o período de autoexclusão, que pode variar de 1 a 12 meses. Após a escolha, não é possível reverter a decisão até o fim do prazo. Também existe a opção de autoexclusão por tempo indeterminado; nesse caso, o pedido pode ser cancelado em até 30 dias.

O sistema pergunta ao usuário o motivo da autoexclusão, como decisão voluntária, dificuldades financeiras, recomendação de profissional de saúde, perda de controle ou prevenção ao uso indevido de dados, embora a resposta seja opcional.

Depois da confirmação dos termos de uso e dos dados pessoais, o cidadão recebe um documento com o registro da autoexclusão.

Segundo a SPA, os operadores recebem automaticamente o aviso e têm até 72 horas para bloquear o acesso dos usuários. A plataforma de autoexclusão reúne diversas funcionalidades relacionadas ao tema e inclui testes de saúde mental e links informativos do Ministério da Saúde.

  


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