Os valores deveriam ser destinados para confederações esportivas.
A legislação brasileira determina que uma porcentagem dos impostos pagos por plataformas de apostas seja destinada para confederações esportivas do país. Entretanto, o Ministério da Fazenda ainda precisa publicar portarias para regulamentar a distribuição desses recursos. Por conta disso, centenas de milhões de reais estão parados.
De acordo com uma reportagem da Máquina do Esporte, entre R$ 250 milhões (US$ 46,3 mi) e R$ 280 milhões (US$ 52 mi) pagos por empresas de apostas em 2025 estão parados quando deveriam estar sendo usados para investimentos no esporte nacional.
Veja também: Destinação de recursos de loterias para Comitê Brasileiro de Clubes avança na Câmara
As verbas não possuem uma descrição exata de como poderiam ser usadas, logo as federações podem usar os valores sem prestar contas. Também não há especificações sobre quanto cada entidade poderia recolher.
As entidades que são beneficiadas com os impostos das bets são: Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos (CBCP), Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE) e Comitê Brasileiro do Esporte Master (CBEM).
O diretor de Operações do COB, Marcelo Vido, disse à Máquina do Esporte que a instituição recebeu no ano passado R$ 95,52 milhões (US$ 17,7 mi), mas deixou esse dinheiro parado.
“Em relação aos recursos provenientes das bets, o Comitê Olímpico Brasileiro aguarda a regulamentação do governo federal, que irá definir a natureza e a forma de utilização desses recursos”, disse o representante do COB.
“Enquanto isso, o COB mantém diálogo constante tanto com os demais comitês quanto com representantes do governo, buscando garantir que os valores sejam utilizados da forma mais eficiente possível para o desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro”, acrescentou Vido.
Da mesma forma, o Comitê Paralímpico Brasileiro também recebeu recursos na casa dos R$ 57 milhões (US$ 10,6 mi) e não moveu esse montante.
“O CPB tem adotado posição de cautela na aplicação desses recursos, considerando que 2025 foi o primeiro ano em que houve o repasse dessa verba e a necessidade de compreensão e amadurecimento da regulamentação desse novo mercado, em especial em relação à fiscalização das operações”, comentou Paulo Losinskas, diretor jurídico do CPB.
Os valores deveriam ser destinados para confederações esportivas.
A legislação brasileira determina que uma porcentagem dos impostos pagos por plataformas de apostas seja destinada para confederações esportivas do país. Entretanto, o Ministério da Fazenda ainda precisa publicar portarias para regulamentar a distribuição desses recursos. Por conta disso, centenas de milhões de reais estão parados.
De acordo com uma reportagem da Máquina do Esporte, entre R$ 250 milhões (US$ 46,3 mi) e R$ 280 milhões (US$ 52 mi) pagos por empresas de apostas em 2025 estão parados quando deveriam estar sendo usados para investimentos no esporte nacional.
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As verbas não possuem uma descrição exata de como poderiam ser usadas, logo as federações podem usar os valores sem prestar contas. Também não há especificações sobre quanto cada entidade poderia recolher.
As entidades que são beneficiadas com os impostos das bets são: Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos (CBCP), Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE) e Comitê Brasileiro do Esporte Master (CBEM).
O diretor de Operações do COB, Marcelo Vido, disse à Máquina do Esporte que a instituição recebeu no ano passado R$ 95,52 milhões (US$ 17,7 mi), mas deixou esse dinheiro parado.
“Em relação aos recursos provenientes das bets, o Comitê Olímpico Brasileiro aguarda a regulamentação do governo federal, que irá definir a natureza e a forma de utilização desses recursos”, disse o representante do COB.
“Enquanto isso, o COB mantém diálogo constante tanto com os demais comitês quanto com representantes do governo, buscando garantir que os valores sejam utilizados da forma mais eficiente possível para o desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro”, acrescentou Vido.
Da mesma forma, o Comitê Paralímpico Brasileiro também recebeu recursos na casa dos R$ 57 milhões (US$ 10,6 mi) e não moveu esse montante.
“O CPB tem adotado posição de cautela na aplicação desses recursos, considerando que 2025 foi o primeiro ano em que houve o repasse dessa verba e a necessidade de compreensão e amadurecimento da regulamentação desse novo mercado, em especial em relação à fiscalização das operações”, comentou Paulo Losinskas, diretor jurídico do CPB.
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