“Minha tia foi na polícia”; Endrick revela TRISTE episódio que aconteceu com ele na carreira

Atacante do Palmeiras e da Seleção Brasileira trouxe um relato muito importante

Endrick tem tudo para ser um dos melhores jogadores do mundo no futuro. Tem técnica, habilidade e faro de gol. Não é à toa que o Real Madrid foi buscar sua contratação no começo deste ano.


Endrick na Seleção Brasileira

Apesar de ainda ser bem jovem (17 anos), a personalidade do jogador impressiona. Não é fácil ser protagonista de um Clube do tamanho do Palmeiras e ele consegue de uma forma natural.

Antes mesmo de jogar no profissional, Endrick já passou por diversos momentos de dificuldade até se tornar um atleta do time de cima. Em entrevista ao Globo Esporte, o jovem contou uma história bem triste.


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Em uma partida ainda no juvenil, em Brasília, o atacante disse que sofreu racismo e sua tia chegou até a ir à Polícia, mas infelizmente o caso não deu em nada, segundo palavras do próprio craque.

Aspas fortes do Endrick

Racismo é uma coisa forte. É difícil para nós falarmos. É triste ver isso. Eu sofri, sim, quando tinha 9 anos em Brasília. Minha tia foi na Polícia, fez boletim (de ocorrência) e não deu em nada”, revelou.

Endrick jogador do Palmeiras lamenta derrota ao final da partida contra o Boca Juniors no estadio Arena Allianz Parque pelo campeonato Libertadores 2023. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Endrick continuou falando sobre o assunto: “Era 1 a 1, um jogo em Brasília, eu fiz o gol da virada e fui comemorar. Os pais dos garotos do outro time, acho que subiu raiva no coração deles, começaram a me chamar de macaco, fazer gestos obscenos. De pequeno, eu não sabia. Minha tia foi na polícia, fez o boletim de ocorrência, mas não deu em nada”, explicou.

“Quando fiquei sabendo, deixei nas mãos de Deus. As pessoas que fazem isso com Vini ou que fazem na Libertadores, que acontece bastante também, Deus vai pesar a mão, fazer o que for preciso para essas pessoas melhorarem ou vai acontecer algo pior quando Ele voltar”, completou.

Endrick, atacante do Palmeiras e da Seleção Brasileira, em entrevista ao GE:

“Racismo é uma coisa forte. É difícil para nós falarmos. É triste ver isso. Eu sofri, sim, quando tinha 9 anos em Brasília. Minha tia foi na Polícia, fez boletim (de ocorrência) e não deu em nada.

Era… pic.twitter.com/tU0DkfidAZ

— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) November 20, 2023

Atacante do Palmeiras e da Seleção Brasileira trouxe um relato muito importante

Endrick tem tudo para ser um dos melhores jogadores do mundo no futuro. Tem técnica, habilidade e faro de gol. Não é à toa que o Real Madrid foi buscar sua contratação no começo deste ano.

Endrick na Seleção Brasileira

Apesar de ainda ser bem jovem (17 anos), a personalidade do jogador impressiona. Não é fácil ser protagonista de um Clube do tamanho do Palmeiras e ele consegue de uma forma natural.

Antes mesmo de jogar no profissional, Endrick já passou por diversos momentos de dificuldade até se tornar um atleta do time de cima. Em entrevista ao Globo Esporte, o jovem contou uma história bem triste.

Em uma partida ainda no juvenil, em Brasília, o atacante disse que sofreu racismo e sua tia chegou até a ir à Polícia, mas infelizmente o caso não deu em nada, segundo palavras do próprio craque.

Aspas fortes do Endrick

“Racismo é uma coisa forte. É difícil para nós falarmos. É triste ver isso. Eu sofri, sim, quando tinha 9 anos em Brasília. Minha tia foi na Polícia, fez boletim (de ocorrência) e não deu em nada”, revelou.

Endrick jogador do Palmeiras lamenta derrota ao final da partida contra o Boca Juniors no estadio Arena Allianz Parque pelo campeonato Libertadores 2023. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Endrick continuou falando sobre o assunto: “Era 1 a 1, um jogo em Brasília, eu fiz o gol da virada e fui comemorar. Os pais dos garotos do outro time, acho que subiu raiva no coração deles, começaram a me chamar de macaco, fazer gestos obscenos. De pequeno, eu não sabia. Minha tia foi na polícia, fez o boletim de ocorrência, mas não deu em nada”, explicou.

“Quando fiquei sabendo, deixei nas mãos de Deus. As pessoas que fazem isso com Vini ou que fazem na Libertadores, que acontece bastante também, Deus vai pesar a mão, fazer o que for preciso para essas pessoas melhorarem ou vai acontecer algo pior quando Ele voltar”, completou.

Endrick, atacante do Palmeiras e da Seleção Brasileira, em entrevista ao GE:”Racismo é uma coisa forte. É difícil para nós falarmos. É triste ver isso. Eu sofri, sim, quando tinha 9 anos em Brasília. Minha tia foi na Polícia, fez boletim (de ocorrência) e não deu em nada.Era… pic.twitter.com/tU0DkfidAZ— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) November 20, 2023  


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