Na CPI da Apostas, ex-presidente da ANJL não responde perguntas sobre suposto pedido de propina

Wesley Cardia obteve um habeas que lhe garantiu o direito de permanecer em silêncio durante o depoimento


Brasília.- No depoimento à CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, realizado nesta terça-feira (6), o ex-presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), Wesley Cardia, optou por não responder a perguntas sobre um alegado pedido de propina para proteção na CPI das Apostas Esportivas de 2023.

“Vou permanecer em silêncio,” respondeu o depoente ao ser questionado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) sobre se o deputado Felipe Carreras (PSB-PE) realmente pediu uma propina de R$ 35 milhões para ajudar a ANJL na CPI da Câmara.

Conforme publicação da Agência Senado, o senador Eduardo Girão, autor do convite para Wesley Cardia depor, explicou que a revista Veja noticiou em setembro de 2023 um alerta do ex-assessor José Francisco Manssur ao ministro Fernando Haddad sobre um suposto pedido de propina. Em seu depoimento à CPI em 2 de julho, Manssur confirmou ter recebido Cardia e ouvido o relato sobre o pedido, mas não pôde confirmar a veracidade da informação.


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Cardia se recusou a responder se recebeu outros pedidos de propina ou se está sendo ameaçado ou pressionado por parlamentares. Ele respondeu a algumas perguntas do relator, senador Romário (PL-RJ), e depôs à CPI com base em um habeas corpus do ministro Flávio Dino, do STF, que lhe garantiu o direito ao silêncio.

“O senhor não confirma a matéria da revista Veja. Aliás, o senhor permanece em silêncio, não diz que confirma, nem que “desconfirma”. O senhor foi procurado pelo deputado Felipe Carreras, que lhe fez uma proposta de cobrança de propina no valor de R$ 35 milhões em troca de ajuda e proteção na CPI das Apostas da Câmara dos Deputados?”, insistiu Girão, segundo a Agência Senado.

“Lamento, senador, mas vou permanecer em silêncio”, repetiu Cardia.

Após as negativas, Girão apresentou requerimentos pedindo que Cardia passe a ser investigado pela CPI e que seus sigilos sejam quebrados. Os requerimentos ainda terão que ser votados pela comissão.

Veja também: Ex-presidente da ANJL consegue habeas corpus para ficar em silêncio durante depoimento à CPI das Apostas

Wesley Cardia obteve um habeas que lhe garantiu o direito de permanecer em silêncio durante o depoimento

Brasília.- No depoimento à CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, realizado nesta terça-feira (6), o ex-presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), Wesley Cardia, optou por não responder a perguntas sobre um alegado pedido de propina para proteção na CPI das Apostas Esportivas de 2023.

“Vou permanecer em silêncio,” respondeu o depoente ao ser questionado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) sobre se o deputado Felipe Carreras (PSB-PE) realmente pediu uma propina de R$ 35 milhões para ajudar a ANJL na CPI da Câmara.

Conforme publicação da Agência Senado, o senador Eduardo Girão, autor do convite para Wesley Cardia depor, explicou que a revista Veja noticiou em setembro de 2023 um alerta do ex-assessor José Francisco Manssur ao ministro Fernando Haddad sobre um suposto pedido de propina. Em seu depoimento à CPI em 2 de julho, Manssur confirmou ter recebido Cardia e ouvido o relato sobre o pedido, mas não pôde confirmar a veracidade da informação.

Cardia se recusou a responder se recebeu outros pedidos de propina ou se está sendo ameaçado ou pressionado por parlamentares. Ele respondeu a algumas perguntas do relator, senador Romário (PL-RJ), e depôs à CPI com base em um habeas corpus do ministro Flávio Dino, do STF, que lhe garantiu o direito ao silêncio.

“O senhor não confirma a matéria da revista Veja. Aliás, o senhor permanece em silêncio, não diz que confirma, nem que “desconfirma”. O senhor foi procurado pelo deputado Felipe Carreras, que lhe fez uma proposta de cobrança de propina no valor de R$ 35 milhões em troca de ajuda e proteção na CPI das Apostas da Câmara dos Deputados?”, insistiu Girão, segundo a Agência Senado.

“Lamento, senador, mas vou permanecer em silêncio”, repetiu Cardia.

Após as negativas, Girão apresentou requerimentos pedindo que Cardia passe a ser investigado pela CPI e que seus sigilos sejam quebrados. Os requerimentos ainda terão que ser votados pela comissão.

Veja também: Ex-presidente da ANJL consegue habeas corpus para ficar em silêncio durante depoimento à CPI das Apostas

  


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