Natação: Guilherme Cachorrão, Mafê Costa e Gabi Roncatto confirmam vagas olímpicas na seletiva

No primeiro dia da seletiva olímpica nacional de natação, os três brasileiros garantiram os seus lugares nos Jogos de Paris nesta segunda (6)

Três passagens carimbadas à França

O primeiro dia da seletiva olímpica de natação confirmou três brasileiros nos Jogos de Paris, nesta segunda-feira (6). O evento acontece na sede da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), no Rio de Janeiro.


Maria Fernanda Costa, a Mafê, e Gabrielle Roncatto vão representar o país nos 400m livre feminino. Já Guilherme “Cachorrão” Costa garantiu o seu lugar nos 400m livre masculino.

Curiosamente, o trio já tinha alcançado o índice olímpico aos Jogos. Porém, como a seletiva define quais serão os nadadores brasileiros em Paris, os três garantiram os seus lugares na delegação.

Em outras duas provas, nenhum brasileiro alcançou o índice olímpico. No 100m peito masculino e no 100m borboleta feminino, o Brasil não contará com nadadores nas Olimpíadas deste ano.


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Primeiro dia da seletiva de natação

Na abertura da seletiva olímpica de natação, Mafê Costa (4:06.11) e Gabi Roncatto (4:09.00) confirmaram o favoritismo e sobraram na prova.

Mafê, inclusive, nadou pela quarta vez abaixo do índice olímpico. Esta será a sua primeira Olimpíada, enquanto Roncatto irá para o seu terceiro Jogos.

Já Cachorrão, um dos principais nomes do Brasil na modalidade, enfrentou uma dura concorrência nos 400m livre. Ele anotou 3:46.90, um pouco acima do índice de 3:46.78, tempo superado pelo brasileiro em outras oportunidades. Guilherme é semifinalista olímpico de Tóquio 2020 e bronze no Mundial de 2022.

Perto da vaga, Stephan Steverink marcou a sua melhor marca pessoal, mas acabou ficando no “quase” para ir aos Jogos com 3:47.48. Em 3º, Dudu Moraes liderou boa parte da prova, mas cansou no fim e fechou com 3:51.51.

No 100m peito, Caio Pumputis venceu com o tempo de 1:00:81, acima do índice olímpico de 59s49. Em 2º, o veterano João Gomes anotou 1:01:03, à frente de Raphael Rached.

Já no 100m borboleta, outra veterana se sobressaiu: Daynara de Paula, com 1:00:00, mais de 2s distante do índice, de 57s92. Celine Bispo (1:00.06) levou a prata, enquanto Beatriz Bezerra (1:00.14) saiu com o bronze.

Critérios da seletiva

Na seletiva de natação, estão em jogo a definição dos brasileiros que vão aos Jogos de Paris. Ao total, o Brasil tem 16 índices olímpicos garantidos. Destes, nove são oriundos de provas individuais, já os demais são de revezamentos.

A cada prova da seletiva, estão em disputa duas vagas em Paris aos dois primeiros colocados, desde que atinjam ou o país tenha atingido o índice olímpico anteriormente.

As outras provas individuais em que o Brasil conseguiu índice, são:

100m livre masculino – com Guilherme Caribé100m borboleta masculino – com Kayky Mota200m livre masculino – com Guilherme Costa800m livre masculino – com Guilherme Costa200m livre feminino – com Mafê Costa1500m livre feminino – com Beatriz Dizotti

A seletiva continua nesta terça (7) e se encerra apenas no sábado (11) no Rio de Janeiro.

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Três passagens carimbadas à França

O primeiro dia da seletiva olímpica de natação confirmou três brasileiros nos Jogos de Paris, nesta segunda-feira (6). O evento acontece na sede da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), no Rio de Janeiro.

Maria Fernanda Costa, a Mafê, e Gabrielle Roncatto vão representar o país nos 400m livre feminino. Já Guilherme “Cachorrão” Costa garantiu o seu lugar nos 400m livre masculino.

Curiosamente, o trio já tinha alcançado o índice olímpico aos Jogos. Porém, como a seletiva define quais serão os nadadores brasileiros em Paris, os três garantiram os seus lugares na delegação.

Em outras duas provas, nenhum brasileiro alcançou o índice olímpico. No 100m peito masculino e no 100m borboleta feminino, o Brasil não contará com nadadores nas Olimpíadas deste ano.

Primeiro dia da seletiva de natação

Na abertura da seletiva olímpica de natação, Mafê Costa (4:06.11) e Gabi Roncatto (4:09.00) confirmaram o favoritismo e sobraram na prova.

Mafê, inclusive, nadou pela quarta vez abaixo do índice olímpico. Esta será a sua primeira Olimpíada, enquanto Roncatto irá para o seu terceiro Jogos.

Já Cachorrão, um dos principais nomes do Brasil na modalidade, enfrentou uma dura concorrência nos 400m livre. Ele anotou 3:46.90, um pouco acima do índice de 3:46.78, tempo superado pelo brasileiro em outras oportunidades. Guilherme é semifinalista olímpico de Tóquio 2020 e bronze no Mundial de 2022.

Perto da vaga, Stephan Steverink marcou a sua melhor marca pessoal, mas acabou ficando no “quase” para ir aos Jogos com 3:47.48. Em 3º, Dudu Moraes liderou boa parte da prova, mas cansou no fim e fechou com 3:51.51.

No 100m peito, Caio Pumputis venceu com o tempo de 1:00:81, acima do índice olímpico de 59s49. Em 2º, o veterano João Gomes anotou 1:01:03, à frente de Raphael Rached.

Já no 100m borboleta, outra veterana se sobressaiu: Daynara de Paula, com 1:00:00, mais de 2s distante do índice, de 57s92. Celine Bispo (1:00.06) levou a prata, enquanto Beatriz Bezerra (1:00.14) saiu com o bronze.

Critérios da seletiva

Na seletiva de natação, estão em jogo a definição dos brasileiros que vão aos Jogos de Paris. Ao total, o Brasil tem 16 índices olímpicos garantidos. Destes, nove são oriundos de provas individuais, já os demais são de revezamentos.

A cada prova da seletiva, estão em disputa duas vagas em Paris aos dois primeiros colocados, desde que atinjam ou o país tenha atingido o índice olímpico anteriormente.

As outras provas individuais em que o Brasil conseguiu índice, são:

100m livre masculino – com Guilherme Caribé100m borboleta masculino – com Kayky Mota200m livre masculino – com Guilherme Costa800m livre masculino – com Guilherme Costa200m livre feminino – com Mafê Costa1500m livre feminino – com Beatriz Dizotti

A seletiva continua nesta terça (7) e se encerra apenas no sábado (11) no Rio de Janeiro.”}]] 


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