A diretora de Desenvolvimento de Negócios (CBDO) na SOFTSWISS analisa o primeiro ano de regulamentação do igaming no Brasil e as expectativas do mercado de jogos para a Copa de 2026.
Entrevista exclusiva.- 2026 será um ano importante para a indústria de igaming. Além de marcar o primeiro ano da regulamentação das casas de apostas de quota fixa no Brasil, o ano deve marcar um crescimento considerável com a realização da Copa do Mundo de futebol.
Olga Resiga, diretora de Desenvolvimento de Negócios (Chief Business Development Officer – CBDO) na SOFTSWISS, concedeu uma entrevista exclusiva ao Focus Gaming News e comentou sobre o cenário atual do mercado brasileiro de jogos e projetou o futuro da companhia.
A SOFTSWISS teve um ano forte no Brasil em 2025. Como a empresa tem auxiliado na evolução do mercado recém-regulamentado do país?
A SOFTSWISS desempenhou um papel fundamental na formação do mercado regulamentado do Brasil desde os estágios iniciais. A empresa foi uma das primeiras a receber certificação para seu Game Aggregator, estabelecendo uma referência inicial em termos de conformidade e confiabilidade. Em seu primeiro ano, a SOFTSWISS garantiu mais de 30 acordos, cobrindo uma parcela significativa do cenário de operadoras recentemente regulamentadas do Brasil. Além da tecnologia, o foco também tem sido ajudar os parceiros a se adaptarem à regulamentação e promover o jogo responsável como parte essencial dos negócios.
Veja também: SOFTSWISS conquista dois prêmios no GamingTECH CEE Awards 2026
Qual a sua opinião sobre o primeiro ano de apostas online regulamentadas no país?
O que mais chama a atenção é o quão dinâmico o mercado tem sido. Está evoluindo rapidamente e não permite que ninguém fique muito confortável – as regras, expectativas e comportamento dos jogadores estão mudando em tempo real.
Ao mesmo tempo, o crescimento tem sido bastante estruturado, o que é um sinal positivo. Mas para manter esse dinamismo, é crucial que a indústria, os operadores e os reguladores permaneçam em constante diálogo. Esta colaboração é o que ajudará o mercado a desenvolver-se de forma sustentável – em vez de se tornar excessivamente regulamentado ao ponto de os apostadores serem empurrados para opções não licenciadas.
Estamos nos aproximando de uma grande temporada de verão com a Copa do Mundo da FIFA sediada na América do Norte. O que a competição significa para os requisitos técnicos das operadoras?
A Copa do Mundo é um momento decisivo para todo o setor. Vai muito além dos picos de tráfego – as operadoras precisam de infraestrutura que possa sustentar cargas contínuas e de alta intensidade, garantir tempos de resposta rápidos e manter os sistemas de pagamentos e de risco funcionando perfeitamente sob pressão. É aqui que a arquitetura escalável e as soluções comprovadas se tornam críticas, especialmente ao lidar com picos de simultaneidade em vários mercados.
É também um evento global para o qual as empresas preparam as suas estratégias de marketing com bastante antecedência. Para os operadores de apostas, isto significa alinhar a tecnologia com campanhas em grande escala e esforços de aquisição de utilizadores. Em última análise, o sucesso se resume à preparação: testes rigorosos, jornadas de usuário otimizadas e garantia de que cada sistema funcione perfeitamente quando a demanda atingir picos.
Como as operadoras podem transformar o pico da atividade de apostas em retenção de longo prazo?
O verdadeiro desafio começa após o apito final. Um grande torneio traz uma onda de novos usuários, mas o objetivo é construir relacionamentos duradouros com eles. Isso requer uma abordagem cuidadosa à comunicação, personalização e experiência do produto além do evento em si.
Para a indústria, é crucial não perder o ímpeto quando o torneio terminar. As operadoras que continuam envolvendo os jogadores – através de ofertas personalizadas, experiências entre produtos e interação consistente – são aquelas que convertem com sucesso a atividade de curto prazo em fidelidade de longo prazo.
Qual o papel do Diretor de IA na construção do desenvolvimento orientado por IA da SOFTSWISS no futuro?
A IA já está profundamente incorporada nos produtos e operações da SOFTSWISS há algum tempo – desde a gestão de riscos e detecção de fraudes até a análise do comportamento dos jogadores e eficiência operacional.
A nomeação de um Chief AI Officer marca o próximo passo nesta evolução, trazendo maior estrutura, alinhamento e foco estratégico a estes esforços. Em vez de introduzir a IA como um novo direcionamento, trata-se de dimensionar as capacidades existentes e garantir que proporcionem um impacto consistente e mensurável em toda a empresa.
Ao mesmo tempo, há uma forte ênfase na governança, transparência e responsabilização – garantindo que os sistemas de IA não sejam apenas eficazes, mas também controlados e alinhados com os objetivos da empresa.
Em última análise, a IA não é um complemento, mas uma camada fundamental de como a SOFTSWISS opera, constrói produtos e continua a crescer.
A diretora de Desenvolvimento de Negócios (CBDO) na SOFTSWISS analisa o primeiro ano de regulamentação do igaming no Brasil e as expectativas do mercado de jogos para a Copa de 2026.
Entrevista exclusiva.- 2026 será um ano importante para a indústria de igaming. Além de marcar o primeiro ano da regulamentação das casas de apostas de quota fixa no Brasil, o ano deve marcar um crescimento considerável com a realização da Copa do Mundo de futebol.
Olga Resiga, diretora de Desenvolvimento de Negócios (Chief Business Development Officer – CBDO) na SOFTSWISS, concedeu uma entrevista exclusiva ao Focus Gaming News e comentou sobre o cenário atual do mercado brasileiro de jogos e projetou o futuro da companhia.
A SOFTSWISS teve um ano forte no Brasil em 2025. Como a empresa tem auxiliado na evolução do mercado recém-regulamentado do país?
A SOFTSWISS desempenhou um papel fundamental na formação do mercado regulamentado do Brasil desde os estágios iniciais. A empresa foi uma das primeiras a receber certificação para seu Game Aggregator, estabelecendo uma referência inicial em termos de conformidade e confiabilidade. Em seu primeiro ano, a SOFTSWISS garantiu mais de 30 acordos, cobrindo uma parcela significativa do cenário de operadoras recentemente regulamentadas do Brasil. Além da tecnologia, o foco também tem sido ajudar os parceiros a se adaptarem à regulamentação e promover o jogo responsável como parte essencial dos negócios.
Veja também: SOFTSWISS conquista dois prêmios no GamingTECH CEE Awards 2026
Qual a sua opinião sobre o primeiro ano de apostas online regulamentadas no país?
O que mais chama a atenção é o quão dinâmico o mercado tem sido. Está evoluindo rapidamente e não permite que ninguém fique muito confortável – as regras, expectativas e comportamento dos jogadores estão mudando em tempo real.
Ao mesmo tempo, o crescimento tem sido bastante estruturado, o que é um sinal positivo. Mas para manter esse dinamismo, é crucial que a indústria, os operadores e os reguladores permaneçam em constante diálogo. Esta colaboração é o que ajudará o mercado a desenvolver-se de forma sustentável – em vez de se tornar excessivamente regulamentado ao ponto de os apostadores serem empurrados para opções não licenciadas.
Estamos nos aproximando de uma grande temporada de verão com a Copa do Mundo da FIFA sediada na América do Norte. O que a competição significa para os requisitos técnicos das operadoras?
A Copa do Mundo é um momento decisivo para todo o setor. Vai muito além dos picos de tráfego – as operadoras precisam de infraestrutura que possa sustentar cargas contínuas e de alta intensidade, garantir tempos de resposta rápidos e manter os sistemas de pagamentos e de risco funcionando perfeitamente sob pressão. É aqui que a arquitetura escalável e as soluções comprovadas se tornam críticas, especialmente ao lidar com picos de simultaneidade em vários mercados.
É também um evento global para o qual as empresas preparam as suas estratégias de marketing com bastante antecedência. Para os operadores de apostas, isto significa alinhar a tecnologia com campanhas em grande escala e esforços de aquisição de utilizadores. Em última análise, o sucesso se resume à preparação: testes rigorosos, jornadas de usuário otimizadas e garantia de que cada sistema funcione perfeitamente quando a demanda atingir picos.
Como as operadoras podem transformar o pico da atividade de apostas em retenção de longo prazo?
O verdadeiro desafio começa após o apito final. Um grande torneio traz uma onda de novos usuários, mas o objetivo é construir relacionamentos duradouros com eles. Isso requer uma abordagem cuidadosa à comunicação, personalização e experiência do produto além do evento em si.
Para a indústria, é crucial não perder o ímpeto quando o torneio terminar. As operadoras que continuam envolvendo os jogadores – através de ofertas personalizadas, experiências entre produtos e interação consistente – são aquelas que convertem com sucesso a atividade de curto prazo em fidelidade de longo prazo.
Qual o papel do Diretor de IA na construção do desenvolvimento orientado por IA da SOFTSWISS no futuro?
A IA já está profundamente incorporada nos produtos e operações da SOFTSWISS há algum tempo – desde a gestão de riscos e detecção de fraudes até a análise do comportamento dos jogadores e eficiência operacional.
A nomeação de um Chief AI Officer marca o próximo passo nesta evolução, trazendo maior estrutura, alinhamento e foco estratégico a estes esforços. Em vez de introduzir a IA como um novo direcionamento, trata-se de dimensionar as capacidades existentes e garantir que proporcionem um impacto consistente e mensurável em toda a empresa.
Ao mesmo tempo, há uma forte ênfase na governança, transparência e responsabilização – garantindo que os sistemas de IA não sejam apenas eficazes, mas também controlados e alinhados com os objetivos da empresa.
Em última análise, a IA não é um complemento, mas uma camada fundamental de como a SOFTSWISS opera, constrói produtos e continua a crescer.
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