Operação contra jogos clandestinos prende 61 pessoas em cinco estados

A Polícia Civil do Paraná estima que o grupo movimentou R$ 2 bilhões com jogos ilegais.


Paraná.- Uma megaoperação liderada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) e o Ministério Público do Paraná (MPPR) prendeu 61 pessoas suspeitas de envolvimento com jogos de azar clandestinos. No total, foram cumpridos 85 mandados de prisão preventiva e 102 mandados de busca e apreensão em cinco estados brasileiros entre a terça-feira (7) e a quarta-feira (8).

De acordo com a PCPR, o grupo que foi desarticulado vinha sendo investigado pelas autoridades paranaenses há mais de três anos. Nesse período, os policiais analisaram mais de 2,6 terabytes de dados e 520 mil operações financeiras que foram autorizadas pela Justiça.

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As ações foram realizadas em 27 cidades do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Pará e Goiás. Os municípios paranaenses onde os mandados foram cumpridos são Campo Mourão, Sarandi, Maringá, Cianorte, Londrina, Terra Boa, Curitiba, Goioerê, Cascavel, Cidade Gaúcha, Engenheiro Beltrão, Sabáudia, Marechal Cândido Rondon, Paraíso do Norte, Loanda, Medianeira, Faxinal, Apucarana e Alvorada do Sul.

A operação foi promovida também em Praia Grande (SP), São Paulo (SP), Anápolis (GO), Valparaíso de Goiás (GO), Goiânia (GO), Caçador (SC) e Castanhal (PA).

Mais de 330 policiais civis e três aeronaves participaram da iniciativa. Entre os presos estão dois vereadores e outros membros do grupo, incluindo líderes e responsáveis pelos núcleos financeiro e operacional.

A operação teve como consequência a retirada do ar de 21 sites de apostas ilegais.

Além dos mandados, a operação contou com 184 ordens judiciais de bloqueio de contas bancárias que resultaram na apreensão de R$ 1,5 bilhão (US$ 296,2 milhões). Também foram apreendidos 132 veículos, que foram avaliados em mais de R$ 11 milhões (US$ 2,2 milhões), 111 imóveis, avaliados em mais de R$ 32,9 milhões (US$ 6,5 milhões), e mais de cem cabeças de gado.

De acordo com o delegado Marcus Felipe da Rocha Rodrigues, o grupo investigado atuava há mais de dez anos e é o resultado da fusão de um grupo paranaense e um goiano, que juntos controlavam 15 mil pontos do jogo do bicho e outros milhares de estabelecimentos de jogos clandestinos. Os suspeitos serão julgados pelos os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais.

“Estes são os dois maiores grupos em atuação no Brasil, que se associaram em uma engrenagem criminosa voltada para a prática de diversos tipos penais. Eles formaram um verdadeiro império financeiro, com alto poder aquisitivo”, declarou o delegado. Os investigadores estimam que a associação criminosa tenha movimentado mais de R$ 2 bilhões (US$ 395,4 milhões).

“Também evidenciou-se a criação de empresas de fachada e fictícias voltadas para ocultar os rendimentos ilegais e assim dar uma aparência de licitude aos valores obtidos de forma criminosa, integrando na economia formal valores obtidos”, afirma Rodrigues.

O representante da PCPR explicou ainda que o grupo possuía uma equipe de tecnologia da informação para manter no ar plataformas ilegais de apostas online.

“Foram desenvolvidas plataformas de exploração de jogos ilegais denominadas, por meio das quais ocorria a transmissão dos jogos ilícitos e se fazia o controle financeiro da exploração do jogo do bicho e outras modalidades de jogos. Esse sistema era utilizado em pelo menos 14 estados da federação, por dezenas de ‘bancas’ de jogo do bicho”, conclui o delegado.

A Polícia Civil do Paraná estima que o grupo movimentou R$ 2 bilhões com jogos ilegais.

Paraná.- Uma megaoperação liderada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) e o Ministério Público do Paraná (MPPR) prendeu 61 pessoas suspeitas de envolvimento com jogos de azar clandestinos. No total, foram cumpridos 85 mandados de prisão preventiva e 102 mandados de busca e apreensão em cinco estados brasileiros entre a terça-feira (7) e a quarta-feira (8).

De acordo com a PCPR, o grupo que foi desarticulado vinha sendo investigado pelas autoridades paranaenses há mais de três anos. Nesse período, os policiais analisaram mais de 2,6 terabytes de dados e 520 mil operações financeiras que foram autorizadas pela Justiça.

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As ações foram realizadas em 27 cidades do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Pará e Goiás. Os municípios paranaenses onde os mandados foram cumpridos são Campo Mourão, Sarandi, Maringá, Cianorte, Londrina, Terra Boa, Curitiba, Goioerê, Cascavel, Cidade Gaúcha, Engenheiro Beltrão, Sabáudia, Marechal Cândido Rondon, Paraíso do Norte, Loanda, Medianeira, Faxinal, Apucarana e Alvorada do Sul.

A operação foi promovida também em Praia Grande (SP), São Paulo (SP), Anápolis (GO), Valparaíso de Goiás (GO), Goiânia (GO), Caçador (SC) e Castanhal (PA).

Mais de 330 policiais civis e três aeronaves participaram da iniciativa. Entre os presos estão dois vereadores e outros membros do grupo, incluindo líderes e responsáveis pelos núcleos financeiro e operacional.

A operação teve como consequência a retirada do ar de 21 sites de apostas ilegais.

Além dos mandados, a operação contou com 184 ordens judiciais de bloqueio de contas bancárias que resultaram na apreensão de R$ 1,5 bilhão (US$ 296,2 milhões). Também foram apreendidos 132 veículos, que foram avaliados em mais de R$ 11 milhões (US$ 2,2 milhões), 111 imóveis, avaliados em mais de R$ 32,9 milhões (US$ 6,5 milhões), e mais de cem cabeças de gado.

De acordo com o delegado Marcus Felipe da Rocha Rodrigues, o grupo investigado atuava há mais de dez anos e é o resultado da fusão de um grupo paranaense e um goiano, que juntos controlavam 15 mil pontos do jogo do bicho e outros milhares de estabelecimentos de jogos clandestinos. Os suspeitos serão julgados pelos os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais.

“Estes são os dois maiores grupos em atuação no Brasil, que se associaram em uma engrenagem criminosa voltada para a prática de diversos tipos penais. Eles formaram um verdadeiro império financeiro, com alto poder aquisitivo”, declarou o delegado. Os investigadores estimam que a associação criminosa tenha movimentado mais de R$ 2 bilhões (US$ 395,4 milhões).

“Também evidenciou-se a criação de empresas de fachada e fictícias voltadas para ocultar os rendimentos ilegais e assim dar uma aparência de licitude aos valores obtidos de forma criminosa, integrando na economia formal valores obtidos”, afirma Rodrigues.

O representante da PCPR explicou ainda que o grupo possuía uma equipe de tecnologia da informação para manter no ar plataformas ilegais de apostas online.

“Foram desenvolvidas plataformas de exploração de jogos ilegais denominadas, por meio das quais ocorria a transmissão dos jogos ilícitos e se fazia o controle financeiro da exploração do jogo do bicho e outras modalidades de jogos. Esse sistema era utilizado em pelo menos 14 estados da federação, por dezenas de ‘bancas’ de jogo do bicho”, conclui o delegado.

  


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