Os influenciadores são suspeitos de ganhar comissão por perdas financeiras dos seguidores.
São Paulo.- A Polícia Civil (PC) em Piracicaba (SP) deflagrou uma operação contra plataformas clandestinas de cassino online. A PC investiga influenciadores digitais suspeitos de promover sites de jogos de azar sem licença do Ministério da Fazenda. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em seis municípios do interior de São Paulo.
De acordo com o Setor de Combate à Corrupção, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro (SECCOLD) da PC, as ações da “Operação Tiger III” aconteceram em 20 endereços nas cidades de Piracicaba, Capivari, São Pedro, Americana, Limeira e Cordeirópolis.
Veja também: Coaf registra 27,6 mil operações suspeitas em plataformas de apostas online em 2025
Os policiais identificaram uma suposta rede de influenciadores que divulgavam os cassinos ilegais para milhares de seguidores. A PC afirmou que o grupo era estruturado, com divisão de tarefas e padronização nos conteúdos publicados. Para induzir o público a usar as plataformas, os influencers exibiam ganhos falsos e ostentavam itens de luxo.
Os investigadores afirmam que os divulgadores ganhavam de comissão uma porcentagem das perdas dos seguidores. Nas diligências, foram apreendidos sete carros, duas motocicletas, dispositivos eletrônicos, joias e dinheiro em espécie.
Os influenciadores são suspeitos de ganhar comissão por perdas financeiras dos seguidores.
São Paulo.- A Polícia Civil (PC) em Piracicaba (SP) deflagrou uma operação contra plataformas clandestinas de cassino online. A PC investiga influenciadores digitais suspeitos de promover sites de jogos de azar sem licença do Ministério da Fazenda. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em seis municípios do interior de São Paulo.
De acordo com o Setor de Combate à Corrupção, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro (SECCOLD) da PC, as ações da “Operação Tiger III” aconteceram em 20 endereços nas cidades de Piracicaba, Capivari, São Pedro, Americana, Limeira e Cordeirópolis.
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Os policiais identificaram uma suposta rede de influenciadores que divulgavam os cassinos ilegais para milhares de seguidores. A PC afirmou que o grupo era estruturado, com divisão de tarefas e padronização nos conteúdos publicados. Para induzir o público a usar as plataformas, os influencers exibiam ganhos falsos e ostentavam itens de luxo.
Os investigadores afirmam que os divulgadores ganhavam de comissão uma porcentagem das perdas dos seguidores. Nas diligências, foram apreendidos sete carros, duas motocicletas, dispositivos eletrônicos, joias e dinheiro em espécie.
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