Opinião: Renda contra a Portuguesa amplia motivos para Marcelo Teixeira querer Santos fora da Vila

Peixe vive dilema de atuar as partidas decisivas em sua casa, que comporta um público pequeno

Santos quer voltar à decisão

A campanha do Santos até aqui no Paulistão é bastante positiva. Após três anos seguidos sem sequer se classificar à fase final, o Peixão avançou com a segunda melhor campanha, atrás apenas do Palmeiras.


Nas quartas de final, o adversário da vez foi a Portuguesa, pior campanha entre os oito classificados. Mesmo assim, segurou o 0 a 0 na Vila Belmiro e a definição foi para os pênaltis. Nas cobranças, o Alvinegro Praiano venceu e se garantiu na semifinal.

Mando de campo passa a ser uma questão

É válido destacar que a diretoria e os jogadores optaram por atuar na Vila, casa santista repleta de tradição. Todavia, mesmo diante de sua fortaleza, o time quase sucumbiu e foi eliminado. De quebra, ainda teve uma renda baixa.

Como o regulamento da FPF prevê a divisão da renda nas duas primeiras fases de mata-mata, o Peixão de Marcelo Teixeira arrecadou cerca de R$363.012,79 com a bilheteria, 50% do valor líquido. O SPFC, por exemplo, superou os R$ 4 milhões frente ao Novorizontino.


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O público total da partida contra a Lusa foi de 13.882 torcedores, e a renda bruta foi de R$ 1.009.095,00. Deste montante, R$726.025,58 acabaram ficando como renda líquida, dividida igualmente entre as equipes.

Importância de mandar a semi fora da Vila

Desse modo, por mais que o Estádio Urbano Caldeira seja a verdadeira casa do Santos, a diretoria quer mandar o duelo da semifinal fora de lá. Isso porque, como está fora da Copa do Brasil e só terá a Série B pela frente, a renda do duelo pode ser uma receita importante.

Até por isso, a diretoria do Peixe já procurou a FPF para explicitar o desejo de atuar na capital paulista, mais especificamente na Neo Química Arena. A definição dos mandos deve sair nos próximos dias, mas o Santos precisa mandar o jogo em uma casa maior que a Vila.

Torcida do Santos fala da Vila

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Santos quer voltar à decisão

A campanha do Santos até aqui no Paulistão é bastante positiva. Após três anos seguidos sem sequer se classificar à fase final, o Peixão avançou com a segunda melhor campanha, atrás apenas do Palmeiras.

Nas quartas de final, o adversário da vez foi a Portuguesa, pior campanha entre os oito classificados. Mesmo assim, segurou o 0 a 0 na Vila Belmiro e a definição foi para os pênaltis. Nas cobranças, o Alvinegro Praiano venceu e se garantiu na semifinal.

Mando de campo passa a ser uma questão

É válido destacar que a diretoria e os jogadores optaram por atuar na Vila, casa santista repleta de tradição. Todavia, mesmo diante de sua fortaleza, o time quase sucumbiu e foi eliminado. De quebra, ainda teve uma renda baixa.

Como o regulamento da FPF prevê a divisão da renda nas duas primeiras fases de mata-mata, o Peixão de Marcelo Teixeira arrecadou cerca de R$363.012,79 com a bilheteria, 50% do valor líquido. O SPFC, por exemplo, superou os R$ 4 milhões frente ao Novorizontino.

O público total da partida contra a Lusa foi de 13.882 torcedores, e a renda bruta foi de R$ 1.009.095,00. Deste montante, R$726.025,58 acabaram ficando como renda líquida, dividida igualmente entre as equipes.

Importância de mandar a semi fora da Vila

Desse modo, por mais que o Estádio Urbano Caldeira seja a verdadeira casa do Santos, a diretoria quer mandar o duelo da semifinal fora de lá. Isso porque, como está fora da Copa do Brasil e só terá a Série B pela frente, a renda do duelo pode ser uma receita importante.

Até por isso, a diretoria do Peixe já procurou a FPF para explicitar o desejo de atuar na capital paulista, mais especificamente na Neo Química Arena. A definição dos mandos deve sair nos próximos dias, mas o Santos precisa mandar o jogo em uma casa maior que a Vila.

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