O Palmeiras Pay superou a marca de 1 milhão de contas abertas no marco de três anos de operação do banco digital do clube, criado em parceria com a Pefisa (fintech das Pernambucanas) e a Elo. O número foi apresentado durante evento para convidados realizado no Allianz Parque, em São Paulo.
“Temos correntistas em todo o Brasil, porque o Palmeiras é gigante. Estamos em todos os cantos do país. Isso comprova essa parceria de tanto sucesso”, destacou Leila Pereira, presidente do Palmeiras, durante a solenidade.
“Não tenho dúvida de que o motivo principal dessa parceria é a aproximação do torcedor com o nosso clube. Mas também é geração de receitas. Sem dinheiro a gente não faz absolutamente nada no futebol”, acrescentou a dirigente.
A marca de 1 milhão de correntistas, aliás, já foi ultrapassada alguns dias antes do evento oficial.
“Esse número não para. Hoje nós estamos com 1.018.382 contas”, contabilizou Everaldo Coelho, vice-presidente de marketing e comunicação do Palmeiras.
Cartões
Durante o evento, foram anunciadas novas funcionalidades e produtos para 2026, incluindo cashback de 10% na compra de ingressos para os jogos do Palmeiras. Também foi anunciado o lançamento de dois novos cartões: Palestra Italia e Speciale.
O cartão Palestra Italia terá edição limitada de 3.000 unidades, inspirado nas origens italianas do clube e na camisa oficial desta temporada.
Já o cartão Speciale, previsto para o primeiro trimestre, oferecerá benefícios como isenção de anuidade mediante gasto mínimo, pontos por dólar gasto ou cashback, além de vantagens em viagens e experiências em jogos do time.
“Para nós é um motivo de orgulho porque é um grande case de sucesso. Conseguimos alcançar um número que nenhum clube, que tentou fazer uma conta digital própria, conseguiu chegar nem próximo. Mas a cada período trazemos inovações”, afirmou Coelho, à Máquina do Esporte.
Serviços
Além dos cartões, o banco digital lançou produtos de investimento como CDBs temáticos e ampliou sua atuação com soluções para pessoa jurídica, incluindo gateway de pagamentos e maquininha própria.
Em 2025, foi criada a Corretora de Seguros Palmeiras Pay, com opções de cobertura em diferentes segmentos.
Entre os serviços disponíveis estão pagamentos de boletos, Pix, transferências gratuitas, cartão de crédito virtual e saques em caixas eletrônicos. A conta também possibilita antecipação do saque-aniversário do FGTS nas lojas Pernambucanas.
“São produtos que vão aparecendo como mostramos, a corretora [de seguros], Odonto [plano odontológico], produtos e serviços para que o palmeirense possa usufruir em qualquer momento da vida dele”, diz o vice-presidente de marketing.
O Palmeiras Pay está presente em 90% das cidades brasileiras e oferece integração com o Avanti, o que tornou o programa de sócio-torcedor do clube o maior do país.
Banco digital
Outros times já lançaram seus bancos digitais. Foi o caso de Atlético-MG, Corinthians e Vasco (com o BMG); Athletico, Cruzeiro e Fortaleza (com o Digi+); São Paulo (com o Logbank) e Flamengo (com BRB).
Com exceção dos Flamengo, as demais iniciativas não vingaram e foram encerradas. As razões para isso foram o baixo engajamento da torcida, a pouca diferenciação desses produtos em relação a serviços similares do mercado e a dependência da continuidade da parceria para manter o projeto de pé.
Para Coelho, a manutenção de um banco digital vinculado ao Palmeiras gera desafios constantes ao clube e seus parceiros no empreendimento.
“É simples, mas é complexo”, brinca o executivo.
“Você tem que ouvir o torcedor. Muitas vezes, as pessoas fazem o produto, embalam e acham que o torcedor quer aquilo. Fazemos muita pesquisa, escutamos o palmeirense, o que ele precisa, como a gente pode contribuir cada vez mais com ele”, explica.
Fictor
Coelho também comentou a rescisão do contrato com a Fictor, empresa que firmou contrato com o Palmeiras no ano passado, com vínculo até 2027. A empresa entrou com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) no último domingo (1º). No dia seguinte, o Palmeiras anunciou a rescisão do contrato.
“No contrato a gente sempre se previne. Entrou em recuperação judicial, automaticamente está rescindido. Vamos atrás de outro [parceiro]”, afirma o vice-presidente de marketing do clube.
“Nós, do Palmeiras, não temos nada a ver com isso. [A Fictor] entrou, participou conosco, precisou entrar em recuperação judicial, faz parte do mercado hoje. Automaticamente excluímos, porque a cláusula permite a exclusão”, completa.
A Fictor ocupava as costas superior da camisa do time profissional masculino e feminino, além do patrocínio máster das categorias de base. Sem ela, o Palmeiras deixa de arrecadar até R$ 30 milhões por ano.
Segundo a Máquina do Esporte apurou, a empresa deixou de pagar as cotas referentes a janeiro bem como bônus por performance, o que levou o clube a decidir por encerrar seu vínculo com a marca.
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Banco digital lança cashback para compra de ingressos de jogos do clube e apresenta cartões Palestra Italia e Speciale
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